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sexta-feira, 17 de maio de 2013

RODELÃO6970 NOTICIAS


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Governo vai anular centenas de licitações de rádio e televisão
  17/05/2013 


O Ministério das Comunicações vai cancelar 304 concorrências de rádio e televisão feitas pelo governo Fernando Henrique Cardoso, entre os anos de 1997 e 2002.

Os argumentos para a decisão: os processos se arrastam há anos, os valores cobrados pelas outorgas estão defasados e, em alguns casos, envelopes com documentos se deterioraram. A decisão deve ser publicada hoje.

As licitações até hoje não foram finalizadas. As respectivas concessões, portanto, não vêm sendo utilizadas e não há programação sendo gerada. Com o cancelamento dos certames, o governo do PT quer refazer as licitações.

Segundo Genildo Lins, secretário de comunicação eletrônica do ministério, as concorrências se arrastaram devido ao processo burocrático anterior, quando as licitações não eram feitas em Brasília, mas nas delegacias regionais.

Extintas com o início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, tudo o que não foi tratado regionalmente foi transferido para o Ministério das Comunicações. Muitos processos também se prolongaram porque concorrentes ingressaram com ações na Justiça contra adversários ou questionando o certame.

Dos 304 processos que o ministério quer revogar, 10 se referem à outorga de geração de TV nos Estados de São Paulo, Pará, Rondônia, Goiás, Amazonas e Roraima. Os demais são de rádio.

O ministério não informou quantos processos já têm vencedores que apenas aguardavam a homologação do resultado pela pasta. Advogados de empresas sustentam que, ao menos em seis casos, o certame já estava finalizado.

A Folha apurou que, no despacho a ser publicado, o governo vai definir um prazo para que os interessados entrem com recurso. O período será curto porque o objetivo é acelerar a revogação.

"Não há mais segurança jurídica para tratar esses processos. Nessa situação, qualquer tentativa de prosseguir desrespeitaria a Lei de Licitações", disse Lins.

O ministério analisou a queixa de que envelopes com propostas foram "inadvertidamente abertos por servidores". A Polícia Federal investiga ao menos dois casos de possível adulteração.

Técnicos do governo minimizam o problema. Como alguns documentos têm mais de 15 anos, a causa mais provável para o mau estado de parte da papelada é a própria ação do tempo.

'O HOMEM DO SACO'



Os documentos das delegacias regionais foram reunidos em Brasília num saco --guardado no ministério, ao lado de outras documentações pendentes de análise.

Servidores contam que um colega decidiu arrumar a papelada e rompeu o lacre do saco, empilhando as pastas numa prateleira. O simples rompimento desse lacre já fere a lei, pela qual as propostas só podem ser manuseadas diante de uma comissão.

Além disso, muitos envelopes com os valores ofertados pelo serviço não estavam identificados. Segundo o governo, esses são os últimos processos de licitação não concluídos. O ministério informa também não saber quem é o "homem do saco" porque a abertura do lacre se deu em gestão passada.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

RODELÃO6970 0 RÁDIO



A jornada científica do rádio.



A partir do desenvolvimento da tecnologia da radiodifusão, passando pela criação da primeira emissora do Brasil, o rádio consiste um verdadeiro case da ciência em movimento. Tal história é permeada por nomes de cientistas brasileiros, como Landell de Moura e Roquette Pinto.

Com o fim da Primeira Grande Guerra Mundial, em 1918, a companhia Westinghouse vê-se impelida a reposicionar sua mercadoria: aparelhos receptores do tamanho de mochilas. Durante o conflito, tal tecnologia supera a telegrafia, o telefone e os recursos postais na basilar função de orientar o deslocamento das tropas e de comunicação. A diversificação natural parece ser o oferecimento dos parelhos receptores aos usuários domésticos. E, como incentivo necessário à adesão da tecnologia pelos cidadãos comuns, o fabricante trata de instalar uma estação transmissora – a KDKA – dentro do próprio parque industrial em Pittsburgh, EUA. Dessa forma, quem se aventura a adquirir o antigo aliado de guerra pode ouvir uma precursora programação, inaugurada pela cobertura dos resultados da eleição presidencial norte-americana de 1920. A estratégia bem-sucedida gera um círculo virtuoso na medida em que a ampliação do número de receptores estimula o surgimento de novas emissoras e programas. É o advento de uma mídia que se tornaria uma das mais populares do mundo: o rádio. 



Fruto de progressos sucessivos, é praticamente impossível precisar a invenção da tecnologia do rádio. Entre 1850 e 1990 dá-se o desenvolvimento da telegrafia com e sem fio. É também desse período – mais precisamente na década de 1890 – a experiência do padre brasileiro Roberto Landell de Moura (1861-1928), com transmissão e recepção de voz sem fio. Pouco depois é a vez do físico italiano Guglielmo Marconi (1874-1937) encetar a sua experiência, ganhando projeção e legando o pioneirismo do religioso brasileiro ao esquecimento. 

A Rádio Sociedade 

A despeito da colaboração de anônimos e injustiçados, para Maria Elvira Federico, em seu História da Comunicação: rádio e TV no Brasil (Vozes), por ocasião do advento do rádio, “(...) nunca a ciência e a tecnologia estiveram tão próximas e coesas, unindo a indústria, o inventor e os governos, cuja aproximação ajudou a aceleração do desenvolvimento do novo veículo de comunicação”. 


Em solo brasileiro, o padre Landell não é o único a entusiasmar-se com a promissora ciência da radiodifusão. No início da década de 1920, intelectuais – envolvidos ou não com a telegrafia ou radiotelegrafia – reúnem-se em espécies de sociedades de pesquisa, onde se dedicam a discutir – calcados em fontes estrangeiras – os progressos de vanguarda da radiodifusão. Em 1922, ano do centenário da independência brasileira, a pioneira americana Westinghouse – às avessas com a concorrência da General Eletric e interessada em expandir o mercado – aproveita a demanda da Repartição Geral dos Telégrafos para desembarcar no Brasil. Providencia uma demonstração, a partir da montagem de uma estação no Corcovado, no Rio de Janeiro, com apoio da Light e da Cia. Telefônica Brasileira. Para suprir a ausência de aparelhos receptores domésticos, são instalados receptores auto-falantes que, durante a exposição do centenário da independência, excita os ouvintes, que ouvem assombrados – apesar da tosca qualidade do som – o discurso do presidente Epitácio Pessoa e a canção “O Aventureiro”, integrante da obra O Guarani, de Carlos Gomes. 

Não demora muito para que se comesse a articular a instalação da primeira emissora de rádio brasileira. Ocorre no ano seguinte, após a efetiva aquisição da tecnologia pelo governo brasileiro, em atendimento a demanda do Serviço Telegráfico Nacional. Cabe aos cientistas Edgard Roquette Pinto e Henry Moritze a idealização de um projeto de difusão educativo-cultural através do rádio. Iniciativa que redunda na criação da rádio Sociedade do Rio de Janeiro, em 20 de abril de 1923 – vinculada à Academia Brasileira de Ciências, entidade da qual fazem parte os seus fundadores e membros, que sustentam a emissora por meio de contribuições. 



Inconvenientes concretos 

Pode-se dizer que – de certa forma – o rádio surge no Brasil como rádio-ciência. Já em 1925, a Sociedade apresenta programas instrucionais de Geografia, História do Brasil, higiene, Silvicultura, Química, História Natural e Física. Também apresenta jornais, dentre eles o emblemático Jornal da Manhã, comandado por Roquette Pinto. Os próprios cientistas, aliás, são os responsáveis pelos programas. 

Em São Paulo, por seu turno, pouco depois do surgimento da emissora carioca, é criada a Sociedade de Rádio Educadora Paulista (30 de novembro de 1923), com ideais e propósitos semelhantes. 

Apesar do início alentador, cheio de idealismo, há inconvenientes concretos. A restrição do poder aquisitivo – e a consequente restrição dos ouvintes – é só o começo. Além de taxas governamentais e de contribuição à emissora, os pretensos ouvintes precisam superar uma jornada burocrática que inclui até mesmo a confecção de um projeto com o traçado do receptor. 

Dependência econômica 

Maria Elvira Federico faz saber ainda que no bojo dos dispositivos legais que instituem o controle estatal – marcadamente através das concessões – torna-se estabelecida a “(...) necessidade compulsória de aperfeiçoamento das instalações e equipamentos para a estabilização de frequências”. Tais imperativos acabam restringindo o surgimento de novas emissoras ao passo que coadunam com a concentração dos meios ligados ao poder econômico. Nesse sentido, emissoras como a Sociedade do Rio de Janeiro, de caráter amador-associativo, tornam-se inviáveis. Em 1936 a rádio Sociedade é doada ao Ministério da Educação, dando origem à rádio MEC. 

Emissoras de caráter comercial pululam e consolidam-se, especialmente a partir de 1938, com foco no recreativo e com o departamento de produção e programação relativamente sujeito ao departamento comercial. Por outro lado, a rádio se populariza, inclusive no meio rural, levando informações pertinentes ao homem do campo, como aquelas relativas à produção agrícola e sobre incidentes climáticos. O modelo de exploração privado e a intrínseca busca por resultados consequentes da audiência, todavia, podem ser responsabilizados pela queda no nível cultural das audições. 



Alternativa às comerciais são as emissoras públicas, orientadas por um ritmo distinto por não terem a sua programação subordinada primordialmente aos resultados consequentes da audiência, como verbas publicitárias – embora não prescindam da audiência, inerente aos meios de comunicação de massa. A respeito das emissoras públicas, Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima frisam, na obra Manual do radiojornalismo: produção, ética e internet (Elsevier), que essas, sejam no rádio ou na TV, “(...) não se confundem com as estatais, que dependem economicamente e politicamente de governos e podem ser manipuladas por eles”. 



Adaptações constantes 



Muito tem se falado na obsolência da mídia rádio, geralmente atrelada ao surgimento de novas tecnologias da Comunicação Social. Trata-se de um discurso que já beira o senso-comum e, ao que parece, constantemente desmistificado. No Brasil, onde a taxa de analfabetismo das pessoas de 10 anos ou mais de idade ainda chega a 9,1%, mais de 88% dos domicílios possuem aparelho de rádio (dados do IBGE de 2007). O percentual já foi maior. Em 1998, 90.4% dos domicílios possuíam rádio. Contudo, os números ainda são pujantes para que se possa vaticinar com segurança qualquer sinal extinção. Sobretudo se considerarmos as revoluções pela qual o rádio tem passado, como na ocasião da expansão do dial, com o surgimento da FM (Frequência Modulada), consolidada no Brasil na década de 1970, marcado pela supervalorização dos musicais pré-gravados. 

Mais recentemente, a instalação, a migração e mesmo a transmissão simultânea de estações de rádio via internet tem conferido novo fôlego a essa mídia. São os chamados fenômenos da Web-rádio e do podcast, que, talvez, possibilitem um retorno à fase pré-controle estatal/concessionário do rádio, incentivando a experimentação e a multiplicidade. Da mesma forma, a presença do rádio na internet tem estimulado análises que voltam a jogar luzes sobre o seu potencial educacional, o mesmo que motivou o pioneirismo de Roquette Pinto nos anos 1920. 

*** 

Por Tiago Eloy Zaidan em 14/05/2013 na edição 746 

Tiago Eloy Zaidan é mestre em Comunicação Social e professor da Escola Superior de Marketing (ESM-FAMA, Recife)

RODELÃO6970 VISITA ESTAÇÃO INTERNACIONAL


BARTG RTTY Contest - AB1QB Gets Serious

This is Fred's operating position.

This is Anita's operating position.

Electronic equipment for equipment construction and test.

ARRL DX Telefone Concurso Ops

AB1QB operam no Concurso de RTTY BARTG


2m EME Setup




Ground Block

Dolly's for Amplifier and Power Supplies

DC Power Distribution


KX3 Using Guest Position

Instalação da Estação de APRS

AB1OC On The Tower

APRS Antenna On Tower

2m Preamp System


AB1QB Ground Crew

View From The Top

I2FAK 16x19 EME Array

2m Amplifier And Sequencers

Automatic Transfer Switch
Shack Breaker Panel





Stack antena e torre à noite

Quando eu sento aqui escrevendo este post no blog no final do segundo dia de trabalho para instalar antenas na nossa nova torre, posso refletir sobre algumas experiências bastante memoráveis. Eu certamente aprendi muito durante os últimos dias.

O trabalho começou na semana passada com a montagem final e teste das nossas vigas de 2m e 70 centímetros. Ambos os feixes de usar placas truss lança montados mastro e eu queria montar totalmente estes antes da instalação da torre para definir as linhas de apoio da lança para o comprimento adequado e dar-lhes a chance de esticar um pouco.Para isso, fizemos um conjunto de 10 antenas de teste pé de alguns eletroduto PVC.Mostrado aqui é a nossa M2 2M18XXX raio 2m instalada no 3 "mastro de teste. Nós também instalamos um pequeno pedaço de cabo coaxial na trave 2m para que pudéssemos verificar o desempenho SWR da antena antes da instalação da torre.


2M Yagi Teste

Nosso M2 feixe 440-21ATV 70 centímetros tem um boom de 14 1/2 pés e não veio com uma armação de suporte da barra. Eu estou usando UltraFlex LMR600 coaxial para o loop rotador e conexão feedline para esta antena. UltraFlex LMR600 coaxial tem um peso bom negócio para ele. Para evitar que o boom de flacidez devido ao peso do cabo coaxial,Sistemas M2 nos forneceu uma configuração truss boom de costume que é mostrado instalado no mastro teste. Isso deve melhorar a confiabilidade desta antena e foi fácil de instalar. Eu também instalado contraporcas dos esticadores truss de boom para as antenas de 70 centímetros e 2m para impedi-los de se soltar uma vez que o que eles estão na torre.


70 centímetros Yagi lança Truss

Com este trabalho, estávamos prontos para Matt e Andrew no XX Torres . Eles chegaram na segunda-feira de manhã e começou a preparar as vigas de 70 centímetros e 2 metros para a instalação da torre. Eu inventei extensões feedline ir dos Sistemas de Pré-amp M2para estas antenas na torre com as antenas. Fiz as extensões usando cabo LMR600 UltraFlex para o feixe de 70 centímetros e cabo LMR400 UltraFlex para o feixe de 2m, ambos com n-conectores crimp-on. Estamos usando uma "extensão mastro isolado (a partir de 2 de Sistemas M2 ), de modo que o feixe de 70 centímetros não "ver" o mastro, que afectariam negativamente padrão da antena. O feixe 70 centímetros é mostrado abaixo instalada no ramal do mastro de fibra de vidro, que é de cerca de 5 m de comprimento. Matt ligado a antena 70cm, crescimento truss e feedline para a extensão do mastro no chão, para minimizar o trabalho necessário na torre. Ele também ligado à linha de alimentação do feixe de 2m no chão.


70 centímetros Prep Boca

Finalmente, observando as botas elemento de borracha nas antenas SteppIR são propensas a danos UV, Andrew cobriu todas as botas em nosso SteppIR do DB36 com uma camada de fita isolante para dar-lhes alguma proteção UV adicional e prolongar a sua vida.


SteppIR DB36 final Prep

Com todo o trabalho de preparação feito, era hora de começar a instalação de antenas na torre. O primeiro passo foi a puxar o "mastro 3 de aço até a torre e apertá-lo no interior do rolamento de encosto mastro em preparação para a instalação do feixe de 70 centímetros.


Mast subindo a torre

Em seguida, o feixe de 70 centímetros e extensão mastro subiu na torre e foram instalados no mastro. O comprimento total do mastro acima da torre mais a extensão será de cerca de 20 pés Isso vai deixar cerca de 5-6 pés do "mastro 3 de aço no interior da torre, que é apenas de direito. Após consulta com Jason em Sistemas de M2 , que se estabeleceram no espaçamento entre as três antenas no mastro - 6 pés entre as vigas de 70 centímetros e 2 metros e 10 pés entre o feixe de 2m eo SteppIR DB36 que será um pouco acima do topo da torre . Isso colocou as alturas das antenas instaladas em 118 pés (70 centímetros yagi), 112 pés (2m yagi) e 101 pés para o SteppIR DB36 yagi.


Boca 70 centímetros subindo a torre

Após o feixe de 70 centímetros foi instalado, Andrew empurrado para cima do mastro alguns metros para se preparar para a instalação do feixe de 2m e que transportava o raio de 2m acima da extremidade reflector primeira torre.


Boca 2M subindo a torre

Mostrado aqui são as vigas de 2m e 70 centímetros totalmente instalados no mastro. A antena de 2m tem um boom de pé 36, mas parece muito pequeno em 100 + pés!


Vigas de 2m e 70 centímetros na torre

Nós escolhemos uma OR2800PXAZ prop rotator estilo passo M2 para transformar os três superiores antenas na nossa torre. Esta unidade pesados ​​foi uma boa escolha, dado o tamanho e peso do SteppIR DB36 Yagi que será de viragem. Em seguida a torre era a placa de base rotador e associado. Com esta instalação, o mastro foi completamente empurrado para cima, em preparação para a instalação do SteppIR DB36.


Rotator M2

O DB36 é uma grande antena e pesa cerca de £ 165 totalmente montado. A melhor maneira de obtê-lo para o mastro em nosso site foi através de um sistema de linha de bonde. Com o cabo da linha de eléctrico equipado com o mastro e uma árvore no bosque ao lado de nosso quintal, estamos ligados a DB36 a ele através de uma polia e algumas braçadeiras para fixar a polia na linha de bonde. Matt, em seguida, usou um par de vir-a-longs para tirar a folga fora da linha de eléctrico, que levantou a DB36 do chão. Nós, então, enrolado a linha guia de luz em torno do fim de um dos elementos para que pudéssemos orientar a DB36 como ele foi até a torre.


SteppIR DB36 Suspenso On Line Tram

A imagem seguinte mostra o DB36 cerca de metade do caminho até a torre. Note-se que se removeu a dois dos três grupos de indivíduos a partir do topo da torre, antes de este passo para evitar os elementos do DB36 enredar nos cabos de ancoragem superior.


SteppIR DB36 até a torre On Line Tram

Uma vez que tivemos a DB36 totalmente a linha do bonde, Andrew acompanha-lo ao mastro. Ao todo, o sistema de linha de bonde funcionou muito bem. Foi uma experiência incrível para usar essa abordagem para levantar uma antena tão grande em seu lugar!


SteppIR DB36 instalação no mastro

Com as três vigas sobre a torre, a próxima ordem do dia era instalar os linha-dura coaxial linhas de alimentação na torre. Estamos instalando um total de cinco duro linhas em nossa torre:
Uma corrida de 1 5/8 "linha-dura para o feixe de 70 centímetros
Uma corrida de 1 1/4 "linha-dura para o feixe de 2m
Duas corridas de 7/8 'linha-dura para os dois SteppIR DB36 vigas
Uma corrida de "linha-dura 1/2 para o 80m planejada e antenas de fio 160m

As bobinas de linha dura coaxial são mostrados abaixo.


Hard-linhas

Infelizmente, uma viagem de negócios impediu-me de estar em casa para ajudar Matt e André, no segundo dia da instalação. Eles fizeram um grande progresso, como você pode ver nas fotos abaixo. Eles instalaram o rotator anel K0XG no nível de 60 pés. O anel vai virar o segundo dos dois SteppIR DB36 do que vai na torre. Eles também instalou toda a torre montada eletrônica e switches. Estes são mostrados na figura abaixo - os itens de cima para baixo incluem: o M2 torre de 2m e 70 centímetros montados sistemas de pré-amp , a engenharia do sistema de banda larga jogo Stack DX e nosso Feedline sistema Break-out personalizado (ambos instalados em 80 pés , a caixa de cor clara, menor à esquerda é o break-out feedline), o rotator anel K0XG finalmente o nosso, e Davis Estação Meteorológica instalada anteriormente sem fio no canto inferior direito. O Anel K0XG é um 115 VAC alimentado pesados ​​até que é extremamente bem construído. Ele deve fazer um grande trabalho de girar o nosso menor DB36 SteppIR ao redor da torre. Você também pode ver quatro dos cinco cabos de linha-dura na imagem.


K0XG Rotator Anel Na 60 pés

Os dispositivos instalados na base da torre incluem a caixa de controlo para o Anel K0XG(esquerda) e um remoto 8 DX Engenharia porta do comutador de antena para as antenas de fio (direita).


Eletrônica em Base Tower

Agora eu preciso construir vários conjuntos de cabos LMR400 UltraFlex para ligar o disco de linhas e antenas para todos os componentes eletrônicos. Cada um destes cabos vai ser testado com uma carga fictícia e um analisador de antena para garantir que eles realizam correctamente antes de ir para a torre. Os cabos que correm entre o jogo Stack, Feedline break-out e os dois SteppIR do DB36 deve ser construído de forma idêntica para garantir o melhor desempenho do conjunto dos dois SteppIR de. Tudo isso vai levar um par de noites para ser concluído. Matt e Andrew estará de volta no final da semana para concluir a instalação das linhas de alimentação e cabos de controle.



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terça-feira, 14 de maio de 2013

RODELÃO6970









O que se passa no espaço


ATIVIDADE SOLAR PICOS: A mancha solar no membro leste do sol é torresmo com poderosas erupções solares de classe X. AR1748 anunciou-se durante as primeiras horas do dia 13 de maio com uma X1.7 erupção de classe (0217 UT), seguido rapidamente por um x2.8 flare-classe (1609 UT) e um X3.2 flare-classe (0117 UT em maio 14). Estas são as erupções mais fortes do ano até agora, e sinalizam um aumento significativo na atividade solar. NOAA meteorologistas estimam uma chance de 50% de mais de X-flares durante as próximas 24 horas.alertas explosão solar:


Todas estas erupções produziram fortes flashes de radiação ultravioleta extrema.Aqui é a visão da última erupção, que registrou X3.2 na Escala Richter de explosões solares , a partir Dynamics Observatory da NASA Solar:





As explosões também lançou ejeções de massa coronal (CMEs) para o espaço.Coronagraphs a bordo do Observatório Solar e Heliosférico estão monitorando as nuvens: cinema . O planeta no filme CME é Mercúrio. Embora as CMEs parecem bater Mercury, eles não o fazem. De facto, não há planetas estavam na linha de fogo. No entanto, as CMEs parecem estar no caminho certo para atingir Epoxi e Spitzer da NASA nave espacial em maio 15-16.


Atualizado em 14 de maio @ 07:30 PDT: Quando a ação começou no dia 13 de maio, a mancha instigante estava escondido atrás de membro leste do sol, mas agora rotação solar está trazendo a região ativa à vista. O Observatório Solar e Heliosférico capturou esta vista de AR1748 emergente em 14 de maio:





Manchas solares AR1478 não é particularmente grande, mas é complexo, com muitos núcleo escuro espalhado através de sua zona de influência. Este é um sinal de um campo magnético sobreposto complicado. Quando as linhas emaranhadas de força magnética criss, cruzar, e reconectar - voila! A queima ocorre. NOAA meteorologistas estimam uma chance de 40% de mais de X-flares durante as próximas 24 horas. alertas explosão solar:

TEMPO