Rádio 6970

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BEM VINDOS AO RODELÃO6970

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

RADIO DIGITAL DRM

Migração do AM ao FM, a quem interessa


No dia 7 de novembro de 2013, foi assinado pela presidenta Dilma o Decreto 8.139, que trata sobre a extinção do serviço de radiodifusão sonora em ondas médias de caráter local. Este decreto permite que as emissoras AM (ondas médias) possam migrar para o FM (VHF) mediante pagamento de um valor de adaptação de outorga, tido como exorbitante especificamente para emissoras AM locais. Caso as mesmas, optem por não migrar para o FM, deverão requisitar o reenquadramento da outorga para caráter regional, com maior potência, caso contrário a outorga não será renovada. Emissoras de maior potência (regionais ou nacionais) também podem solicitar a migração para FM.
A faixa de AM está compreendida entre 540 kHz e 1610 kHz, na faixa de Ondas Medias, e possui características de propagação muito interessantes, permitindo que uma emissora consiga transmitir seu sinal através de regiões com topografia acidentada, pois a emissão tende a acompanhar o perfil do terreno. No período noturno um sinal em OM é refletido pela ionosfera, permitindo que uma emissora possa ter alcance de centenas de quilômetros de raio.
A faixa de FM está compreendida entre 88 MHz e 108 MHz, na faixa de VHF. Sua principal característica é a direcionalidade, que pode ser bom, ou pode mesmo prejudicar, pois essa faixa de frequência se propaga de forma análoga à luz, sempre em linha reta, sendo bloqueada ou refletida por obstáculos naturais e artificiais, como montanhas, edifícios, grandes construções, etc. Seu comportamento não varia significantemente de dia ou de noite.
Com o uso do padrão de rádio digital, Digital Radio Mondiale (DRM) é possível a digitalização de todas as bandas do rádio, tornando totalmente desnecessária essa migração.
No contexto do Decreto 8.139, uma emissora OM que opte por não migrar para o FM, poderia passar a transmitir em digital utilizando o padrão DRM, transmitindo no modo simulcast (simultâneo) AM/DRM, que mantém o AM analógico inalterado, preservando o parque de antenas e a maioria dos equipamentos. O sinal DRM no modo simulcast é posicionado em um único canal adjacente ao sinal AM.
Muitas emissoras em AM que usam transmissores como Nautel ou BT, por exemplo, já estão prontas para o DRM. Na Índia as emissoras em Ondas Médias já estão transmitindo em simulcast AM/DRM, e receptores compatíveis com DRM já estão sendo feitos nacionalmente. Atualmente são mais de oitocentos milhões de habitantes na Índia cobertos com sinal de emissoras transmitindo na faixa de AM (Ondas médias) em DRM.
Uma estação de rádio em Ondas Médias (AM) transmitindo em DRM tem seu áudio com qualidade superior ao de uma emissora FM analógica. Além disso, o rádio digital permite a multiprogramação, áudio 5.1, recursos como envio de textos e imagens, conteúdos multimídia, alerta de emergência (EWF) e outros serviços, como aplicações interativas para o GINGA, que é a plataforma de interatividade presente na TV Digital, e também já definida para ser utilizada com o DRM.
Enquanto alguns países já estão desligando o FM analógico, o Brasil está indo na contramão da evolução tecnológica, propondo a migração de um sistema analógico em Ondas Médias (AM), para um sistema igualmente analógico em VHF (FM) e com mais um agravante: o espectro da FM em VHF nos grandes centros está lotado. Por que não evoluir o sistema de AM, do analógico para digital, a um custo muito menor, preservando uma grande parte dos equipamentos hoje existentes e transmitindo um áudio de excelente qualidade, e ainda com um consumo de energia muito menor?
Por que não repetir o sucesso do Sistema de TV Digital Brasileira, que já está sendo adotado por vários países?
Outro ponto muito importante que não podemos omitir é que muitas emissoras em Ondas Médias (AM), têm um caráter local, atendendo muitas comunidades compostas por grupos minoritários. Sua migração para VHF (FM) ou um eventual aumento de potência, para se tornarem regionais, será econômica e tecnicamente inviável para locais de topografia complexa. Portanto, aplicado o decreto vigente em seu formato atual, muitas comunidades ficarão “no escuro”. Assim, propõe-se que as rádios locais em Ondas Médias que desejarem manter sua abrangência, deverão fazê-lo no modelo simulcast AM/DRM.
No entanto, teria sido muito mais interessante do ponto de vista tecnológico, para as emissoras que realmente desejem migrar para a faixa de FM (VHF), que migrassem já em DRM. Aí sim teríamos uma evolução tecnológica no sistema de rádio brasileiro.
É urgente a decisão de qual será o modelo de referência do Sistema Brasileiro de Radio Digital para que a agonizante indústria de transmissores e receptores nacionais possa colocar equipamentos digitais no mercado e volte a vender.
A melhor opção para o sistema brasileiro de rádio digital é o DRM, pois em termos técnicos é o único sistema que atende todas as faixas de frequência, (OM, OT, OC, e VHF) e em termos de modelo de negócio, é o único com código aberto, sem necessidades de licenças para desenvolvimento de transmissores e receptores pela indústria nacional. Também é possível sua implantação pelas rádios comunitárias, pois o DRM funciona em baixa, média e alta potência. A economia de energia elétrica é relevante, sendo possível cobrir a mesma área com menos da metade de consumo de energia.

O DRM foi desenvolvido por um consórcio de organizações públicas de radiodifusão, empresas privadas ligadas ao setor de transmissão e recepção, universidades, centros de pesquisas, dentre outros órgãos e instituições. O DRM é um padrão totalmente aberto, sendo que todas as normas estão disponíveis na Internet, assim como o ISDB-Tb (utilizado na TV Digital Brasileira).
Além disso, o codificador de áudio do DRM, é o mesmo da TV Digital, o MPEG4 AAC. O middleware GINGA, plataforma para interatividade que foi a contribuição brasileira ao Sistema Brasileiro de TV Digital, já possui suporte feito pela PUC-Rio para ser utilizado no DRM.
O outro sistema que está sendo considerado para adoção pelo país é o HD Radio (HD significa Hybrid Digital), desenvolvido e de propriedade da empresa norte-americana Ibiquity. Por ser um sistema proprietário e fechado, todos os seus códigos de funcionamento são segredos industriais conhecidos apenas pelos seus proprietários. Entre suas características conhecidas estão as seguintes:
* Ocupa o dobro da largura de banda do DRM, sem prover uma taxa de transmissão superior. O HD Radio, sendo um padrão híbrido, concebido para permanecer junto ao sinal analógico, não permitirá um futuro apagão do analógico de forma a permitir a otimização do espectro.
* Apesar de funcionar em OM e VHF, as emissoras o utilizam o HD Radio em OM nos Estados Unidos estão desligando o sinal digital, por ter uma performance muito ruim. Atualmente, são mais as emissoras abandonando o HD Radio do que aquelas que estão o adotando como padrão.
* Grande parte do HD Radio é segredo industrial, incluindo o codificador de áudio, conhecido como HDC assim como os protocolos para transmissão de conteúdo multimídia e outros serviços digitais.
* O HD Radio, diferentemente de qualquer outro padrão da ITU (União Internacional de Telecomunicações), para radiodifusão, cobra licença de uso do sistema. No momento que a emissora entra no ar uma taxa de milhares de dólares é paga, e anualmente as emissoras devem pagam para a Ibiquity uma taxa de uso.
* O HD Radio possui poucos modos de configuração, sendo um sistema engessado, no qual somente uma empresa controla seu desenvolvimento. Essa empresa é a norte-americana Ibiquity Digital.
As diretrizes do rádio digital no Brasil são dadas pela Portaria nº 290/2010 do Ministério das Comunicações, que indica claramente que o único padrão passível de adoção no Brasil é o Digital Radio Mondiale, visto que o HD Radio contraria vários parágrafos da portaria.
O Art. 3º da Portaria 290/2010 de 30 de março de 2010, que norteia a digitalização do rádio no Brasil, diz:
I- promover a inclusão social, a diversidade cultural do País e a língua pátria por meio do acesso à tecnologia digital, visando à democratização da informação;
* DRM: Funciona em Ondas Curtas, essencial para as regiões distantes dos grandes centros, como forma de integração nacional. Fácil instalação e sem a necessidade de infraestruturas complexas. Apenas um pedaço de fio e já é possível ouvir uma estação de rádio. Também as rádios comunitárias se beneficiariam com a adoção do DRM, pois esse sistema tem um ótimo desempenho em baixa potência, o que não ocorre com o HD radio. Pode se transmitir até 4 programas muna mesma frequência, opção muito interessante para a otimização do espectro de radiofrequência. ATENDE.
* HD Radio: Não promove a integração nacional pois não funciona em ondas curtas, ficando restrito aos grandes centros. Não funciona com potências baixas. NÃO ATENDE.
IV- propiciar a transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isenção de royalties;
* DRM: Por ser um sistema aberto, com todos os padrões e normas divulgadas publicamente (internet), pode ser utilizado por qualquer um, sem a necessidade de pagamento de licenças. ATENDE.
* HD Radio: Sistema proprietário com tecnologia fechada. Não haverá acesso à tecnologia e se houver, será restrita e limitada. É uma “Caixa Preta”. Há necessidade de pagamento de licenças para transmissores e receptores, onerando a fabricação dos mesmos Para a emissora que adotá-lo, existe a necessidade de pagamento de taxas para o seu uso, taxas essas que aumentam de acordo com os recursos implementados. NÃO ATENDE.
V- possibilitar a participação de instituições brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a necessidade do País;
* DRM: Sistema aberto, padronizado por normas internacionais, possibilita seu aprimoramento por pesquisadores e desenvolvedores. Um exemplo é a contribuição brasileira, com a inclusão da interatividade através do GINGA. ATENDE.
* HD Radio: Não há abertura de sua tecnologia e portanto não acessível aos pesquisadores. Nada poderá ser acrescentado ao sistema. NÃO ATENDE.
VI- incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais;
* DRM: Isenção de taxas de utilização. Menor custo para toda a cadeia, desde transmissores até os receptores e emissoras, barateando toda a cadeia produtiva. ATENDE.
* HD Radio: Maior custo para pagamento das licenças de uso e manutenção das emissoras. Quanto mais recursos implementados, mais taxas deverão ser pagas. NÃO ATENDE.
VIII- proporcionar a utilização eficiente do espectro de radiofrequência;
* DRM: Canal único digital, que ocupa o mesmo espaço de um sinal analógico, podendo transmitir até quatro programas distintos. ATENDE.
* HD Radio: Utiliza 2 portadoras laterais digitais, além da analógica central, ocupando desta forma o espaço de 3 canais. Dificuldade em equilibrar interferências entre os sinais digital e analógico. Não funciona sem o sinal analógico, ou seja, nunca poderá ser Full Digital. Sempre dependerá da portadora analógica. O “delay” entre o sinal analógico e digital é grande, incomodando o ouvinte. NÃO ATENDE.
XI- propiciar vários modos de configuração considerando as particularidades de propagação do sinal em cada região brasileira;
* DRM: Por permitir diversos modos de transmissão, pode funcionar em Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas, e VHF, podendo ser configurado, de forma a adequar a transmissão de acordo com a necessidades da área a ser atendida.ATENDE.
* HD Radio: É um sistema “engessado” não possibilitando mudanças nos seus modos de transmissão. Performance insuficiente em Ondas Médias e inexistente em OT, e OC. NÃO ATENDE.
O Rádio no Brasil sofre com a queda contínua de investimentos, de audiência, de produção industrial e de políticas públicas coerentes. O decreto 8139, que trata da migração de AM para FM direciona o setor para o passado e para a falência.
Todo o setor de radiodifusão necessita urgentemente que o modelo de referência do Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD) seja definido o mais breve possível pelo governo, principalmente no sentido de dar opções sólidas e tecnicamente viáveis para as emissoras em Ondas Médias, Ondas Tropicais, Ondas Curtas e VHF (FM), nesse momento difícil da economia. Essas ações permitirão que a indústria brasileira possa desenvolver e colocar no mercado produtos 100% nacionais e para que a sociedade possa desfrutar de um maior conforto e conveniência desse importantíssimo meio de comunicação que é o rádio, mantendo-se em sintonia com a convergência digital dos meios, sem abandonar a autonomia que radiodifusão pelo ar proporciona, já que não utiliza internet ou meios cabeados para a sua propagação. Trata-se, portanto, de um meio de baixo custo e de contato direto entre o gerador de conteúdo e o ouvinte, sem intermediários e sem infraestrutura complexa. Eis o rádio, seja ele movido a pilhas, automotivo, ou de mesa.
Diante do imenso potencial que a digitalização do rádio oferece para difusores, sociedade e governos implementarem em uma nova geração de conteúdos e serviços, esperamos que o Estado brasileiro, assim como na TV Digital, invista em pesquisas e políticas que conduzam o rádio brasileiro para o futuro, e não para o passado e estagnação.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

RODELÃO6970

NORMA RADIOAMADOR - ANEXO B
Aplicações do Serviço de Radioamador por Faixa de Radiofreqüências   

RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006.
Este Regulamento substitui o estabelecido para condições de uso de radiofreqüências na Norma 31/94 aprovada pela Portaria MC nº 1.278, de 28 de dezembro de 1994, publicada no Diário Oficial da União de 30 de dezembro de 1994.
 ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006.
Na Faixa de 160 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
1.800 a 1.850CW
1.800 a 1.810CW
1.809 a 1.810CW Emissões Piloto
1.810 a 1.820Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes.
1.810 a 1.850Fonia AM e Fonia SSB
     
Na Faixa de 80 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
3.500 a 3.800CW
3.500 a 3.525CW
3.520 a 3.525CW Emissões Piloto
3.525 a 3.580Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes.
3.580 a 3.620Teletipo SSB (prioritário), Fonia AM e Fonia SSB
3.620 a 3.625Dados SSB
3.625 a 3.780Fonia AM e Fonia SSB
3.780 a 3.800Fonia SSB Uso exclusivo para DX
   
Na Faixa de 40 metros (Operação Classes A e B. Classe C de 7.000 a 7.040 Khz)
Faixa (kHz)Aplicações
7.000 a 7.300CW
7.000 a 7.035CW
7.035CW Emissões Piloto
7.035 a 7.040Dados SSB e Teletipo SSB
7.040 a 7.050Fonia SSB Uso Exclusivo para DX
7.050 a 7.120Fonia SSB e Fonia AM Fonia SSB prioritário
7.120 a 7.140Modos Experimentais (prioritários), modos não citados nesta faixa, Fonia SSB e Fonia AM
(não devem interferir em segmentos adjacentes)
7.150 a 7.200Fonia SSB e Fonia AM Fonia AM prioritário
7.200 a 7.300Fonia AM
   
Na Faixa de 30 metros (Operação apenas para a Classe A)
Faixa (kHz)Aplicações
10.138 a 10.150CW, Teletipo SSB, Dados SSB e Modos Experimentais. Respeitar largura de faixa de 3,0 kHz
   
Na Faixa de 20 metros (Operação apenas para a Classe A)
Faixa (kHz)Aplicações
14.000 a 14.350CW
14.000 a 14.060CW
14.060 a 14.095Teletipo SSB
14.095 a 14.100Dados SSB
14.100CW Emissões Piloto
14.100 a 14.115Dados SSB
14.115 a 14.350Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos experimentais e não citados nesta faixa.
Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
14.286Fonia AM Freqüência de chamada AM
   
Na Faixa de 17 metros (Operação apenas para a Classe A)
Faixa (kHz)Aplicações
18.068 a 18.168CW
18.068 a 18.100CW
18.105 a 18.110Dados SSB e Teletipo SSB
18.110CW Emissões Piloto
18.110 a 18.168Fonia SSB (prioritário), Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa.
Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
   
Na Faixa de 15 metros (Classe A. Classe B de 21.000 a 21.300. Classe C de 21.000 a 21.150 Khz)
Faixa (kHz)Aplicações
21.000 a 21.450CW
21.000 a 21.070CW
21.070 a 21.125Teletipo SSB
21.090 a 21.125Dados SSB
21.125 a 21.149CW
21.149 a 21.150CW Emissões Piloto
21.150 a 21.450Fonia SSB (prioritário), Fonia AM, Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa.
Demais modos, desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
21.335 a 21.345SSTV Prioritário
   
Na Faixa de 12 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
24.890 a 24.990CW
24.890 a 24.920CW
24.920 a 24.930Dados SSB e Teletipo SSB. Demais modos desde que não prejudiquem
modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
24.930CW Emissões Piloto
24.930 a 24.990Fonia SSB (prioritário), Modos Experimentais e modos não citados nesta faixa.
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
   
Na Faixa de 10 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
28.000 a 29.700CW
28.000 a 28.070CW
28.070 a 28.200Teletipo SSB
28.120 a 28.200Dados SSB
28.200 a 28.300CW Emissões Piloto
28.300 a 28.675Fonia SSB
28.675 a 28.685SSTV SSB
28.685 a 28.700Fonia SSB
28.700 a 29.300Modos Experimentais (prioritários), Fonia SSB e modos não citados nesta faixa.
(não devem interferir em segmentos adjacentes).
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
29.300 a 29.510Autorizados para comunicação via satélite
29.510 a 29.700FM/PM Simplex ou repetidoras
   
Na Faixa de 6 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
50,00 a 50,10CW Comunicados em CW e emissões piloto
50,10 a 50,30Fonia SSB e CW 50,110 Freqüência de chamada
50,30 a 50,60Todos os modos Desde que não interfiram em segmentos adjacentes
50,60 a 50,80Todos os Modos menos Fonia. Desde que não interfiram em segmentos adjacentes
50,80 a 51,00Todos os Modos Rádio controle permitido
51,00 a 51,12Fonia SSB e CW Janela de DX Pacífico
51,12 a 51,48Fonia FM/PM Repetidoras (Entradas) saída + 500 kHz
51,50 a 51,60Fonia FM/PM Simplex
51,62 a 51,98Fonia FM/PM Repetidoras (Saídas) entrada - 500 kHz
52,00 a 54,00Todos os modos Desde que não interfiram em segmentos adjacentes
   
Na Faixa de 2 metros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
144,000 a 144,050CW Reflexão lunar em CW prioritário.
Contatos terrestres em CW autorizados desde que não prejudiquem a atividade prioritária segmento
144,050 a 144,100CW
144,090Freqüência de chamada CW.
144,100 a 144,200Fonia SSB, CW e Teletipo SSB Reflexão lunar e sinais fracos em SSB e eventuais contatos em CW.
Teletipo SSB desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
144,200 a 144,275Fonia SSB e CW 144.200 freqüência de chamada Fonia SSB.
144,275 a 144,300CW Emissões piloto.
144,300 a 144,500Autorizados para comunicação via satélite (prioritário), CW, Fonia SSB e Fonia FM.
Contatos terrestres em CW e Fonia SSB e Fonia FM desde que não prejudiquem modo prioritário
ou interfiram em segmentos adjacentes.
144,500 a 144,600Fonia FM/PM Simplex sinais fracos.
144,600 a 144,900Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída + 600 kHz.
144,900 a 145,100Dados FM/PM Exclusivo Radio Pacote.
145,100 a 145,200Fonia FM/PM Simplex sinais fracos.
145,200 a 145,500Fonia FM/PM Repetidoras (saída). Entrada – 600 kHz.
145,500 a 145,565Todos os modos. Exceto Radio Pacote.
Modos experimentais prioritários (não devem interferir em segmentos adjacentes).
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes
145,565 a 145,575Dados FM/PM Exclusivo APRS
145,575 a 145,800Todos os modos. Exceto Radio Pacote.
Modos experimentais prioritário (não devem interferir em segmentos adjacentes).
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
145,800 a 146,000Autorizados para comunicação via satélite.
146,000 a 146,390Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída + 600 kHz.
146,390 a 146,600Fonia FM/PM Simplex
146,600 a 146,990Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada – 600 kHz
146,990 a 147,400Fonia FM/PM Saída de repetidoras, Entrada + 600 kHz.
147,400 a 147,590Fonia FM/PM Simplex
147,590 a 148,000Fonia FM/PM Entrada de repetidoras, Saída - 600 kHz.
   
Na Faixa de 1,3 metro (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
220,000 a 221,990Dados FM/PM
222,000 a 222,050CW Reflexão lunar em CW
222,050 a 222,060CW Emissões Piloto
222,060 a 222,100CW 222,100 Freqüência de chamada CW e Fonia SSB
222,100 a 222,150CW e Fonia SSB Sinais fracos
222,150 a 222,250CW e Fonia SSB
222,250 a 223,380Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída + 1.600 kHz
223,400 a 223,520Fonia FM/PM Simplex
223,520 a 223,640Dados FM/PM
223,640 a 223,700Fonia FM/PM e Dados FM/PM Links e sinais de controle. Exceto Radio Pacote
223,710 a 223,850Todos os modos Desde que não prejudiquem segmentos adjacentes.
223,850 a 224,980Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada – 1.600 kHz
   
Na Faixa de 70 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
430,00 a 431,00Todos os modos Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritários.
Não devem interferir em segmentos adjacentes.
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
431,00 a 432,00Dados FM/PM
432,00 a 432,07CW Reflexão Lunar
432,07 a 432,10CW Sinais fracos
432,10CW e Fonia SSB Freqüência de chamada CW/SSB
432,10 a 432,30CW e Fonia SSB Sinais fracos
432,30 a 432,40CW Emissões piloto.
432,40 a 433,00Fonia SSB e CW
433,00 a 433,50Fonia FM/PM Simplex
433,50 a 433,60Dados FM/PM Rádio Pacote / APRS
433,60 a 434,00Fonia FM/PM Simplex
434,00 a 435,00Fonia FM/PM Entrada de repetidoras. Saída + 5 MHz
435,00 a 438,00Autorizados para comunicação via satélite
438,00 a 439,00Todos os modos Exceto Radio Pacote. Modos experimentais prioritários.
Não devem interferir em segmentos adjacentes.
Demais modos desde que não prejudiquem modo prioritário ou interfiram em segmentos adjacentes.
439,00 a 440,00Fonia FM/PM Saída de repetidoras. Entrada – 5 MHz
   
Na Faixa de 33 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
902,00 a 902,10CW Reflexão Lunar
902,10CW e Fonia SSB Freqüência de chamada
902,10 a 902,20Fonia SSB
902,20 a 903,00Fonia FM/PM Simplex
903,00 a 903,10CW e Fonia SSB
903,10 a 903,50Dados FM/PM
903,50 a 906,00Todos os modos. Desde que não prejudiquem ou interfiram em segmentos adjacentes.
906,00 a 907,50Fonia FM/PM Entradas de repetidoras de FM
915,00 a 918,00Dados FM/PM
918,00 a 921,00Fonia FM/PM Saídas de repetidoras de FM
921,00 a 927,00FSTV (todos) ATV (Canal 2)
927,00 a 928,00Fonia FM/PM FM simplex e links
   
Faixa de 23 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
1.240-1.260Todos os modos
1.260-1.270Autorizados para comunicação via satélite. Freqüências de subida de satélite, referência WARC '79
1.270-1.276Fonia FM/PM Entradas de repetidoras, saídas entre 1282 e 1288
1.271-1.283Par de testes
1.276-1.282Todos os modos FSTV-AM prioritário; portadora de vídeo 1.277,25 MHz;  portadora de áudio: 1281,75 MHz.
Outros modos desde que não interfiram em segmentos adjacentes.
1.282-1.288Fonia FM/PM Saídas de repetidoras entradas entre 1270 e 1276
1.288-1.294FSTV (todos) Emissões experimentais de banda larga, simplex ATV
1.294-1.295Fonia FM/PM
1294,50Fonia FM/PM Freqüência nacional de chamada para simplex
1.295 a 1.297Fonia SSB e CW Comunicações de banda estreita e sinais fracos
1.295-1.295,80SSTV (todos), Fac-símile (todos) e Modos Experimentais SSTV, FAX, ACSSB, modos experimentais
1.295,80-1.296,05CW E Fonia SSB Exclusivamente Reflexão Lunar (EME)
1.296,07-1.296,08CW Emissões piloto.
1.296,10CW E Fonia SSB Freqüência de chamada CW e SSB
1.296,40-1.296,80CW E Fonia SSB
1.296,80-1.297Modos experimentais Emissões piloto experimentais (exclusivo)
1.297-1.300Dados FM Comunicações Digitais
   
Na Faixa de 13 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
2.300 a 2.450Todos os modos autorizados
   
Na Faixa de 9 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
3.300 a 3.600Todos os modos autorizados
   
Na Faixa de 5 centímetros (Operação Classes A, B e C)
Faixa (kHz)Aplicações
5.650 a 5.920Todos os modos autorizados
   
Na Faixa de 3 centímetros (Operação Classes A, B e C
Faixa (kHz)Aplicações
10,00 a 10,50Todos os modos autorizados

TEMPO