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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

RODELÃO6970

ZS9MADIBA

ZS9MADIBA - indicativo de chamada especial para celebrar o legado do presidente Nelson Mandela - O SARL estará operando estações de eventos especiais de todo África do Sul usando o sinal de chamadaZS9MADIBA .
Os membros da SARL são convidados a candidatar-se a intervalos de tempo para operar ZS9MIDIBA de seus próprios barracos.
QSLing é via bureau ou enviando o seu QSL para SARL, PO Box 1721, Strubensvallei 1735, África do Sul. Você também pode usar diário de bordo do mundo. Para receber o cartão QSL especial pelo correio, inclui US $ 1 para a postagem.
ZS9MADIBA é a Estação Evento Sul-Africano Radio League especial comemorando a vida ea morte recente de Nelson Rolihlahla Mandela, estadista e primeiro presidente democraticamente eleito da República da África do Sul.
Carinhosamente conhecido como "Madiba", ele se tornou um dos líderes mais reconhecidos no mundo e foi fundamental para a transição pacífica da África do Sul a partir de governo da minoria para uma democracia constitucional. Os sul-africanos se juntar as pessoas do mundo em luto de sua morte e celebrar o seu legado.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

RODELÃO6970



HAARP: o projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica



Futuro da comunicação ou arma de destruição em massa? Saiba o que envolve um dos projetos mais polêmicos do governo americano.


Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.
Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).
Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.
Visão aérea do HAARP
Fonte da imagem: HAARP

Por que no Alasca?

A criação das instalações foi possível graças a uma parceria entre a Força Aérea Americana, A Marinha dos Estados Unidos e também da Universidade do Alasca. Esta última foi escolhida a dedo, graças à localização: a ionosfera sobre o Alasca é pouco estável, o que garante uma maior gama de condições para os estudos.
Outro fator que pendeu para que os pesquisadores escolhessem o Alasca é a ausência de grandes cidades nas proximidades. Assim, não há ruídos na captura de imagens e sinais, pois os sensores ficam localizados ao alto de algumas montanhas.  Também há informações de que este local sofreria o menor impacto ambiental entre as áreas candidatas a receber o HAARP.

Ionosfera: íons e mais íons

Esta faixa recebe este nome porque é bastante ionizada, ou seja, perde e ganha elétrons com facilidade, o que a deixa em constante carregamento elétrico. O grande agente ionizador da ionosfera é o sol, que irradia muita carga na direção da Terra, mas meteoritos e raios cósmicos também influenciam bastante na presença dos íons.
Ionosfera fica entre 100 e 350 Km sobre a superfície
Fonte da imagem: Wikipédia
A densidade dos íons livres é variável e apresenta alterações de acordo com vários padrões temporais, hora do dia e estação do ano são os principais pontos de variação da ionosfera. Outro fenômeno interessante acontece a cada 11 anos, quando a densidade dos elétrons e a composição da ionosfera mudam drasticamente e acabam bloqueando qualquer comunicação em alta frequência.

Reflexão ionosférica

Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.
O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.
Antenas de transmissão
Fonte da imagem: HAARP
Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.
Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.
Antenas de recepção e diagnóstico
Fonte da imagem: HAARP
As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.
Geradores de energia poderosos
Fonte da imagem: HAARP
Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações

Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação? Confira as teorias de conspiração que envolvem este projeto.

Arma geofísica: a denúncia russa

E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.
Vladimir Putin
Fonte da imagem: Kremlin
O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti

Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.
Mapa dos terremotos no Haiti
Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.
Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.
Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.
Radares poderiam ser bloqueados facilmente
Fonte da imagem: Marku 1988
Também se fala em mapeamentos de todo o planeta em pouco minutos, pois as ondas de frequências extremas poderiam criar relatórios completos de tudo o que existe na superfície terrestre. Elementos vivos ou não, tudo poderia ser rastreado pelas ondas do HAARP. Pelo menos é o que dizem as teorias conspiratórias.

Controle mental

Existem ondas de rádio em diversas frequências, por mais que não sintonizemos nossos rádios para captá-las, elas estão no ar. O som também é emitido em frequências e há amplitudes delas que os ouvidos humanos não são capazes de captar, mas isso não quer dizer que elas não existam. Somando estes dois pontos, temos mais uma teoria conspiratória.
Utilizando uma mescla de ondas de rádio com frequência sonora, os Estados Unidos poderiam manipular a mente coletiva para que algum ideal fosse defendido ou algum governo rival fosse atacado. Enviando as informações para toda a população em frequências que não poderiam ser captadas por aparelhos, não demoraria para que a “lavagem cerebral” estivesse concluída.
Ondas de controle mental estão no ar
Há quem diga que este tipo de manipulação será utilizado em breve no Irã. O governo atual não é favorável às políticas norte-americanas, portanto seria vantajoso que o povo se rebelasse contra os seus líderes. Mensagens antigoverno seriam incutidas na mente do povo iraniano com o auxílio das antenas HAARP.
Nota sobre as teorias conspiratórias
É necessário lembrar que estas teorias são originadas em fontes que, muitas vezes, não possuem informações concretas sobre os assuntos tratados. Logo, a utilização delas neste artigo possui fins ilustrativos e não devem ser encaradas com verdades absolutas.

Pura ficção?

No desenho G.I. Joe: Resolute, o programa HAARP é capturado por vilões que desejam transformar o potencial do projeto em uma arma de destruição em massa. Além dos danos que citamos nas teorias conspiratórias, nesta história as antenas transformavam-se também em canhões de energia.
Enviando enormes quantidades de energia para a ionosfera, que refletia toda a energia, os vilões poderiam acabar com qualquer lugar do planeta, apenas mirando e concentrando o poder energético das antenas de frequências altíssimas localizadas no Alasca.
Quando se fala no mundo real, tudo o que se tem de concreto sobre o HAARP é que estudos são feitos constantemente sobre a ionosfera terrestre para que ela possa ser transformada em uma antena de transmissão de informações, beneficiando as comunicações e sistemas de navegação.
Frequências altíssimas saem destas antenas
Fonte da imagem: HAARP
Mas será que é somente para isso que os investimentos bilionários do governo norte-americano estão sendo utilizados? Nunca foram revelados dados concretos sobre o dinheiro empregado no projeto, mas há especulações de que mais de 200 milhões de dólares sejam gastos por ano com as antenas do HAARP.
.....
O que você pensa sobre tudo isso? Será mesmo que as intenções do governo americano são baseadas nos estudos dos benefícios da ionosfera para as comunicações ou isso é apenas álibi para pesquisas sobre armas geofísicas? Deixe um comentário contando o que pensa sobre este poderoso projeto situado no Alasca.


 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

RODELÃO6970 RÁDIO AM

RODELÃO6970 AM. Nosso entrevistado é o consultor técnico da Associação, o engenheiro de comunicações André Felipe Trindade.



Trindade faz parte do Conselho Consultivo de Rádio Digital do Ministério das Comunicações (Minicom) e tem acompanhado tanto o processo de migração quanto o processo de digitalização do rádio desde o início dos trabalhos.
Confira!
Com a assinatura do decreto de migração, o modelo rádio AM será acabará?

O decreto extinguirá apenas a exploração de ondas médias em caráter local. As emissoras de caráter regional ou nacional não serão atingidas. Sendo assim, a exploração de serviços de rádio AM irá continuar, em especial, pelas emissoras do poder público.
Existiu uma atuação forte de rádios do setor público contra a migração, pois elas consideravam que iria haver uma fuga de ouvintes. Vemos que essa comparação é injusta, pois as emissoras AM comerciais dependem da receita de publicidade e faturamento e com a audiência em declínio, essa receita estava minguando.
A operação em OC continuará a existir. O futuro ainda é incerto, pois há a possibilidade de digitalização dessa faixa também, operando com uma qualidade de áudio próxima a de CD. Atualmente não vemos o desenvolvimento de outros serviços de comunicação para esta faixa.
A migração é obrigatória? 

A migração não será obrigatória. Quem quiser continuar explorando o serviço em ondas OM poderá continuar, mas acreditamos que as emissoras das capitais e outros centros urbanos irão optar pela migração. Quem não quiser, poderá continuar operando normalmente, mas deverá sofrer algumas adequações previstas no decreto.
O desligamento da TV analógica pode interferir nesse processo de migração das rádios? 
Não há nenhuma necessidade de se aguardar o apagão analógico. Pode se explorar o canal que estiver desocupado. Se formos aguardar, estaríamos amarrando a migração ao calendário de apagão analógico, cujas as datas ainda são uma incógnita.
A migração para a faixa FM estendida poderia tecnicamente ocorrer antes do fim da transmissão analógica do sinal de TV. Em São Paulo, por exemplo, o canal 5 é utilizado por uma emissora de TV. Logo, poderíamos utilizar o canal 6 para alocar algumas emissoras AM que optassem pela migração.
Porém, você acabaria beneficiando apenas algumas emissoras AM, pois ainda haveria a necessidade de mais canais nessa faixa, o que aconteceria somente com o apagão do canal 5.
Talvez a migração só ocorra com o apagão para oferecer igualdade de condições a todos. Outrossim, mesmo sem o apagão, o setor industrial poderia já começar a produção de receptores aptos a operar com a faixa FM estendida. Assim, quando ocorresse a migração, já haveria uma quantidade razoável de receptores no mercado.
Quando o radiodifusor deve solicitar a migração

Segundo o Minicom o prazo se inicia em janeiro de 2014. Entretanto, recomendo que as emissoras primeiramente façam um estudo de custos dos equipamentos necessários para a migração, bem como um novo sistema irradiante. As emissoras possivelmente deverão mudar de local de transmissão. Na frequência OM, o transmissor geralmente ficava em locais mais úmidos. Já na frequência FM, deve se procurar locais mais altos para propiciar uma maior cobertura.
É necessário que estes estudos sejam feitos para que já conste o novo local nos pedidos a serem apresentados para o Ministério das Comunicações. Melhor seria que o radiodifusor aguardasse o Ministério publicar novas portarias sobre o procedimento antes de protocolizar qualquer pedido. Possivelmente esta portaria saia nos primeiros dias de 2015.
Como ficam os custos na relação migração x digitalização? 

Os custos serão baixos se o radiodifusor adquirir um equipamento já apto para a digitalização.
Não é necessário o desenvolvimento de novas tecnologias, pois a migração para a faixa estendida é tecnicamente viável. Os fabricantes devem adaptar sua produção nos próximos meses de modo a atender a nova demanda.
Antigamente inclusive havia um forte lobby para que a migração ocorresse apenas em tecnologia digital. Hoje o Ministério considera a digitalização uma realidade distinta e que ainda está sob estudos. Ainda teremos testes de rádio digital em 2014. A digitalização, se realmente ocorrer, será depois da migração e com cronograma diferente.
O radiodifusor deverá aguardar o desdobrar deste decreto, quando o Ministério for divulgar o custo a ser pago para a exploração do canal FM. Desde o início sabíamos que haveria custo, pois o governo não daria um tratamento diferenciado entre as FM que já exploram o serviço e as novas entrantes na faixa. A fórmula de cálculo será definida futuramente pelo Ministério das Comunicações.
Quando se inicia o processo de migração? 

O calendário será de acordo com a rapidez do governo para análise dos pedidos, mas possivelmente somente em 2015, pois o radiodifusor deverá aguardar todo o procedimento administrativo e adquirir novos equipamentos.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

RODELÃO6970


C O L E G A S   R A D I O A M A D O R E S


Venho desejar-lhe um FELIZ NATAL e um próspero ANO NOVO.


Espero continuar lhes atendendo na confecção do RELAY BOX - RELÉ BOX , por muito e muito anos.




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Fico grato se o amigo colocar este e-mail na sua "caixa de arquivo" para consulta futura.

Mais agradecido fico, se, encaminha-lo para um colega
que "usa" amplificador linear.


-- 
JOSÉ MOREIRA DE MENEZES 

visite o site:



( PR 7 YY - QRZ.COM ) 


Rua: Av. Hilton Souto Maior, 7701, Condomínio Extremo Oriental, Qd.07 - Lt 17, Portal do Sol
João Pessoa - PB - Brazil
CEP 58046-600

Fones: 55 (Brazil) (83) 9305 0505 (oi)
            55 (Brazil) (83) 9956 7000 (tim)

sábado, 23 de novembro de 2013

RODELÃO6970

Menor transmissor FM do mundo vai acabar no seu celular

Menor transmissor FM do mundo
A equipe usou os sinais musicais gerados por um telefone celular para modular o sinal de portadora no grafeno, e depois captou a música usando um receptor de rádio FM comum. [Imagem: Chen/Lee/Columbia University]
O menor transmissor de rádio FM do mundo acaba de ser construído por Changyao Chen e Sunwoo Lee, da Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos.
O aparelho é um NEMS - um sistema nanoeletromecânico - e foi construído tirando proveito das propriedades mecânicas e elétricas do grafeno.
A capacidade que os celulares e tablets têm de detectar o movimento e a posição em que se encontram deve-se à tecnologia dos MEMS, sistemas microeletromecânicos.
Os NEMS são mil vezes menores, passando da escala micro - o M inicial da sigla MEMS - para a escala nano - o N da sigla NEMS.
A expectativa é que esse nano-rádio possa ajudar a construir telefones celulares e outros equipamentos de transmissão de dados sem fios menores e mais eficientes.
Menor transmissor FM do mundo
A equipe aproveitou a capacidade de "esticamento" do grafeno para ajustar a frequência de saída de um oscilador, criando uma versão mecânica de um componente eletrônico conhecido como oscilador controlado por tensão (VCO - voltage controlled oscillator).
O dispositivo gera um sinal modulado por frequência (FM) na faixa dos 100 megahertz (MHz), na porção média da frequência de FM, que vai dos 87,7 aos 108 MHz.
A equipe usou os sinais musicais gerados por um telefone celular para modular o sinal de portadora no grafeno, e depois captou a música usando um receptor de rádio FM comum.
Encolhimento
Apesar da contínua miniaturização dos aparelhos, a parte do circuito responsável pela geração de sinais de rádio resiste bastante ao "encolhimento".
"Esses componentes fora do chip ocupam um bocado de espaço e consomem muita eletricidade. Além disso, a maioria desses componentes não pode ser facilmente ajustada em frequência, exigindo múltiplas cópias deles para cobrir a gama de frequências utilizadas para comunicação sem fios," explicou Kenneth Shepard, membro da equipe.
O transmissor FM de grafeno supera todos esses problemas, sendo ajustável e consumindo pouquíssima energia - e menor, se não impossível, será muito difícil fazer.
O próximo passo será incorporar o nano-transmissor de FM em uma pastilha de silício, demonstrando a viabilidade de sua inserção no interior dos chips.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

RODELÃO6970



EA3AER Espanha bandeira Espanha 




  
Meu sistema de antena:
2 Torres 10,5 mtrs alta
KLM 4 elementos tri-banda
Rotary dipolo para 40 mtrs OB1-40
L invertido para 40/80/160 mtrs (50 mtrs de comprimento). Sintonizado com Militar Antena Turner ELMER SP-1127
6 mtrs. fibra de vidro verticais
Entrar Perodic 50Mhz a 2 Ghz
Discone Antenna
 
Vista interna ELMER Antena sintonizador
Meu Collins ART-13

MINHA COLEÇÃO:
MILITAR & MARINE ----------------------------------------------- RADIOS AMADORES ----------------------------------------- RECEIVERS ------ ------------------------------- AMPLIFIERS
COLLINS ART-13 e BC-348-Q ----------------------------------- MULTI Elmac AF-68 & PMR-8 ------------------------- RCA RADIOLA ------------------- -------------- COLLINS 30L1
AN/GRC-9--------------------------------------------- ----------------- Geloso G-222 e G4/214------------------------- ------- EDDYSTONE 690----------- ----------------- KENWOOD TL-922
RT-834 AN/GRC-106C------------------------------------------ ---- DRAKE TR4 -------------------------------------------- ------ COLLINS 51S-1
RACAL PRM-4031 ---------------------------------------------- ----- DRAKE T4X-R4 LINHA ---------------------- HALLICRAFTERS SX-24 Skyraider DEFIANT
Clansman UK/PRC-320------------------------------------------ DRAKE T4XC -R4C LINHA ---------------------------------- HALLICRAFTERS SX-42
RACAL RA17L ------------------------------------------------ -------- KENWOOD TS-830S -------------------------------------- -COLLINS 51J-4
Hammarlund SP-600-JX14 ------------------------------------ COLLINS KWM2-A
MARINHEIRO R2100-T2130 ---------------------------------------------- ICOM IC-775DSP
HRM CERES II ----------------------------------------------- ---------- ICOM IC-7000
HRM ÁRIES ------------------------------------------------ ------------ YAESU FT-857D
Radiomar DEIMOS
BARRET 550
CODAN 8528

COLLINS KWM2-A com 30L1 - 312B-4 e 180S-1
Drake T4XC-R4C com DDS R-4C fabricados por Felipe Carcereny


 
 


AN/GRC-106A

RACAL SISTEMA PRM-4031 com amplificador LINEAL 400W (debaixo da mesa)

Hallirafters SX-24 Skyrider Defiant


Minha pequena Transciter para AM e CW multi Elmac AF-68


 


Geloso LINHA G4/214 RECEPTOR G-222 TRANSMISSOR




Muitas vezes eu transmitir do meu trabalho. A bordo de um rebocador "WILLY-T", em Barcelona.

 
Neste caso, eu uso o equipamento de bordo ou alguém dos meus equipamentos. As antenas para limitações de espaço tem o hábito de ser vertical ou tunedwires.


 


CODAN 8528 meu último brinquedo para MARÍTIMA MOBIL OPERAÇÃO


Em Tug Boat, no brigde, operando os modos digitais por rádio HF MARINHEIRO CU5100.

TEMPO