terça-feira, 19 de maio de 2015
RODELÃO6970 QAP NORDESTINO
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RODELÃO6970
LABRE
participa do Seminário de Certificação
da Anatel
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Auditório
do CPqD lotado para o Seminário de Certificação
da Anatel
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A
LABRE participou no dia 05 de maio de 2015 na sede do
Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CPqD) em Campinas/SP,
do Seminário de Certificação da Anatel.
Estiveram presentes mais de 400 profissionais de empresas
fabricantes, laboratórios, operadoras, organismos
de certificação designados (OCDs), associações
de classe e representantes do governo, como da Gerência
de Certificação e Numeração
da Anatel e a Diretoria de Avaliação da
Conformidade do Inmetro.
O
seminário contou com palestras da Anatel, Inmetro,
ABRAC, ABTA, Abranet, assim como ampla discussão
no plenário sobre processos de certificação
dos produtos de telecomunicações.
Os
labreanos presentes questionaram sobre a necessidade de
certificação dos equipamentos do serviço.
A Anatel reiterou sua posição pela certificação
dos produtos industrializados e comercializados, assim
como considerou fundamental a realização
de parceiras com a LABRE.
A
Anatel considera a Resolução 242 como uma
das mais estáveis da agência, no entanto
reconheceu a necessidade da atualização
- também demandada pelos presentes - e incorporou
em sua agenda a perspectiva de apresentar para o conselho
diretor da agência proposta de revisão da
resolução até o final de 2015.
A
LABRE se colocou à disposição para
auxiliar no sentido que as emissões de radioamador
possam seguir os preceitos técnicos de compatibilidade
eletromagnética, assim como seja preservada a natureza
experimental do serviço.
A
LABRE também defendeu o retorno do GPRI, Grupo
Permanente de Rádio Interferências da Anatel,
pois muitos dos casos práticos lá estudados
envolviam a sociedade numa rica troca de informações,
atualizações e experiências, tratando
vários tipos de fontes interferentes. A sugestão
foi bem recebida pela agência, que processará
internamente o tema.
Seja
um associado da LABRE . Participe e colabore com a defesa
nacional do radioamadorismo. Maiores informações
em http://www.labre.org.br.
O grupo de Gestão e Defesa Espectral apoia esta
atividade.
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RODELÃO6970
LABRE
defende maior fiscalização do espectro
|
A
LABRE, através do seu grupo de Gestão e
Defesa Espectral (GDE), participou de reuniões
com Gerência de Fiscalização da Anatel
em Brasília nos dias 18 de novembro e 12 de dezembro
de 2014.
A
LABRE expôs os problemas de uso espectral encontrado
nas faixas do Serviço de Radioamador e as características
dos sinais que provocam interferências prejudiciais.
Em alguns casos, os sinais prejudicam o exercício
até de outros serviços de radiocomunicações,
especialmente operações clandestinas e emissores
não intencionais.
Foram
discutidas formas de atuação para coibir
as infrações, a organização
das denúncias, a participação de
outros setores da Anatel, a integração com
outros organismos federais e a inclusão das faixas
de Radioamador em ações sistêmicas
dentro dos Planos Anuais de Fiscalização.
Algumas
negociações internas já foram encaminhadas
e estão em estudo futuras parcerias entre LABRE
e Anatel.
A
LABRE participa do Sistema de Monitoramento da União
Internacional de Radioamadorismo (IARU/MS) e regularmente
realiza convocações por logs de radioescuta,
cujas informações mais completas são
compartilhadas institucionalmente com o setor de fiscalização
da Anatel.
Participe
você também da defesa do Radioamadorismo
brasileiro. Seja um associado da LABRE e apoie o GDE.
Maiores informações em: http://www.radioamadores.org
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quarta-feira, 13 de maio de 2015
RODELÃO6970
Onda tropical (OT)
Onda tropical ou "Ondas tropicais"
é uma porção do espectro eletromagnético correspondente às
radiofrequências entre 2300 kHz e 5060 kHz (comprimentos de onda dos 120
m aos 60 m). A origem da designação "ondas tropicais" está associada ao
(uso entre os trópicos) e com a comparação do seu "comprimento de
onda", da ordem de dezenas de metros (sendo por isso também chamadas
ondas decamétricas), com o comprimento de onda de outras radiações
eletromagnéticas, mais longas, como as ondas médias (ondas
hectométricas) e longas (ondas quiilométricas). Representam importante
papel nas transmissões de rádio tanto para radiodifusão, como para fins
utilitários (comunicações com aviões, embarcações, etc) civis, militares ou comerciais. Devido à característica do comprimento de onda,
as transmissões podem se propagar até grandes distâncias, através de
saltos onde há a refração e consequente reflexão nas camadas da
ionosfera (Lei de Snell).
A propagação das transmissões de rádio em ondas curtas estão sujeitas à
fenomenologia própria das camadas ionosféricas. A designação nasceu nos
primórdios das transmissões de rádio, quando as frequências geralmente
utilizadas eram muito mais baixas. Esta porção do espectro é também
referida como HF, sigla derivada do inglês High Frequency, em contraponto à faixa de ondas longas (de comprimento de onda da ordem de quilômetros, também referida como LF, Low Frequency) e às ondas métricas que compõem as transmissões nas frequências de VHF, Very High Frequency. Enfim a Onda Tropical é uma Onda Curta criada para ser usada entre os Trópicos.
Espectro
O espectro eletromagnético nas frequências
de ondas tropicais é ocupado por transmissões das mais diferentes
formas, desde radiodifusão comercial, não comercial, até transmissões de
radioamadores e transmissões para comunicação entre aviões e navios.
Muitos países contam com emissões estatais de ondas curtas em
diversos idiomas, com a intenção de levar as notícias econômicas,
culturais ou mesmo as notícias do dia a dia da sua população
para além de suas fronteiras territoriais (visto que as Ondas Curtas
têm, geralmente, grande alcance geográfico). Dentre estas, exitem
aquelas que transmitem para o exterior desta vez com o objetivo de ser
um "canal" entre seus expatriados e seu país de origem. Entre os países
que contam com grandes emissoras em OC que transmitem para o exterior
estão Estados Unidos, Brasil, Canadá, Rússia, França, Alemanha, Japão, Coréia do Sul, China, Argentina, Itália, República Tcheca e Holanda.
Longas distâncias (Dexismo)
Devido à possibilidade de transmissão à longas distâncias (DX)
associadas ao uso das ondas tropicais, algumas transmissões de
radiodifusão regionais ou nacionais são sintonizadas em locais muito
distantes, em especial pelos radio amadores e radio escutas swl
(Chamados no Brasil de "dexistas"),
Muitos dexistas , radio amadores e radio escutas swl sintonizam as
rádios em ondas tropicais para escutar os programas das estações de
radiodifusão, e compõem relatórios de recepção, qualificando a qualidade
da transmissão e descrevendo detalhadamente o conteúdo da transmissão.
Os radio escutas , dexistas., enviam esses relatórios para as emissoras,
que em contrapartida, emitem um certificado de escuta, chamado "cartão
QSL".
´´Estações utilitarias´´
Na grande maioria são estações de serviços públicos.
Estações de utilitarias são as estações que não intencionalmente
transmitem ao público em geral (embora os seus sinais podem ser
recebidos por qualquer pessoa com equipamento adequado). Há bandas de
ondas curtas atribuídas ao uso da frota mercante, clima marinho e
estações de navio-terra; para o tempo de aviação e ar-terra de
comunicação; para comunicações militares; para fins governamentais de
longa distância, e por outros meios de comunicação não difusão. Muitos
entusiastas de rádio ,radio amadores e dexistas se especializam-se em
ouvir as transmissões "utilitarias", que muitas vezes se originam a
partir de localizações geográficas, sem conhecimento das emissoras de
ondas curtas.
´´Rádio amador´´
É a prática de operação de um transmissor de rádio via ondas curtas
para comunicações bidirecionais não comerciais é conhecido como rádio
amador. As licenças são concedidas por agências governamentais
autorizadas. Operadores de rádio amadores fizeram muitos avanços
técnicos na área de rádio, e fazem-se disponível para transmitir
comunicações de emergência, quando os canais de comunicação normais
falham. Alguns amadores práticam operando fora da rede de energia, de
modo a estar preparados para a perda de potência. Muitos operadores de
rádio amador começou como ouvintes de ondas curtas (SWLs) e ativamente
incentivam SWLs para tambem se tornarem operadores de rádio amador.
Muitos operadores de rádio amador tambem são exelentes radio
escutas,dexistas.
Informações
- Os rádios e alguns auto-rádios antigos sintonizavam Ondas Médias (OM), mais conhecidas como rádios AM nas frequências de 540 kHz até 1630 kHz
- Esses rádios antigos muitas vezes também sintonizavam Ondas Curtas (OC), nas frequências até 15 a 30 MHz
- A sintonização de Ondas Tropicais (OT), nas frequências 2300 kHz a 5060 kHz de 120, 90, 75 e 60 metros. Há estudos que dizem que as mesmas podem chegar a 5900 kHz de 49 metros
- A modulação é por amplitude, onde o sinal da rádio, por exemplo 3 MHz (OC), tem sua potência de transmissão modulada pelo sinal de áudio. Essa modulação é chamada de AM (Amplitude Modulation)
- A modulação AM ocupa o equivalente a duas vezes a banda do sinal de áudio, ou seja; se desejamos transmitir uma banda audível de 5 kHz a modulação AM ocupa 10 kHz no espectro de frequências de rádio
- A modulação SSB (Single Side Band) é uma técnica de trasmissão AM que ocupa metade da banda AM de rádio, ou seja; ela necessita apenas 5 kHz de banda no espectro de frequência de rádio para 5 kHz de banda de áudio. A banda inferior, ou superior podem igualmente ser utilizadas, propiciando assim uma ocupação de um quarto apenas da banda (2,7 kHz).
- Os rádios com modulação SSB e mesmo os rádios AM estavam se tornando obsoletos pela baixa qualidade de áudio pois a banda de áudio foi limitada em 5 kHz e demandam um potente amplificador (transmissor) operando na classe C de operação. Contudo, com a criação de receptores digitais de alta fidelidade e portáteis (p.ex. Sony ICF-SW35) muitos voltam a usufruir desse tipo de transmissão. Várias rádios brasileiras (Rádio Gaúcha, Rádio Guaíba, Rádio Bandeirantes, Rádio Aparecida, Rádio São Carlos, Rádio Educadora AM) apresentam transmissão concomitante em ondas curtas ou tropicais.
- A modulação FM ocupa uma banda ainda maior no espectro de frequências de rádio que a transmissão por AM, ou seja; uma rádio FM ocupa até 200 kHz para uma banda de 2 x 15 kHz de áudio estéreo.
Referências
Antena loop
Uma antena loop é formada por um condutor
em um segmento contínuo entre um condutor de uma linha bipolar e o
outro condutor. Todas as antenas loop planas são antenas direcionais e
possuem um padrão de irradiação similar ao da antena dipolo.
Loops pequenos
Uma antena loop para Ondas curtas
Um loop é considerado pequeno se tiver menos de 1/4 do comprimento de onda
na circunferência. A maioria das antenas loop para recepção direcional
possuem aproximadamente 1/10 do comprimento de onda. O loop pequeno é
também conhecido como loop magnético por ser mais sensível ao componente magnético
da onda eletromagnética. Assim, quando devidamente blindado, é menos
sensível ao ruído elétrico próximo ao campo. A tensão recebida de um
loop magnético pode ser muito maior, quando atuando em ressonância com
um capacitor para sintonia.
Levando-se a simetria em consideração, quando um sinal é recebido ao
longo do eixo do loop, serão induzidas tensões iguais em cada parte do
loop. A saída de loop, que é a diferença entre as tensões, portanto, é
zero em todos os casos. Para os sinais que chegam no plano do loop, há
uma diferença de fase entre as tensões e isso produz uma potência máxima
para o loop magnético.
Quantidade de ruído atmosférico para o espéctro de BF, MF e AF de acordo com a CCIR 322
Mesmo sendo ineficientes, as antenas de loop magnéticas podem ser antenas eficazes para recepção. A resistência de radiação da antena RR de um loop magnético é frequentemente muito menor do que a resistência à perda RL da antena. A resistência à perda inclui não só a resistência DC da dissolução, mas também Efeito pelicular, efeito de proximidade,
e as perdas do núcleo. Consequentemente, a maioria da potência do sinal
recebido pode ser dissipada na resistência à perda ao invés de ser
entregue ao receptor. Esta ineficiência do loop magnético não prejudica o
desempenho de ruído de uma antena de recepção, porque o ruído atmosférico
e o ruído humano pode dominar as baixas frequências. (CCIR 258; CCIR
322.) Por exemplo, em 1 MHz, o ruído produzido pelo homem pode ser 55 dB
acima do nível mínimo do ruído térmico. Se a perda de um loop magnético
for 50 dB (na verdade, a antena parece ser um atenuador de 50 dB), de
que a antena teria pouco impacto sobre o sistema de recebimento da relação sinal-ruído.
Em contra-partida, nas frequências VHF mais silenciosas, uma antena com
uma perda de 50 dB irá degradar a relação sinal-ruído em 50 dB.
Loops médios
Existem dois casos especiais de antenas loop que não são nem longas nem curtas, e possuem características particulares:
- Loop de meia-onda, um dipolo de meia-onda curvado em um círculo, pode ser montado em um plano horizontal como uma antena omnidirecional de polarização horizontal.
- Loop de onda-completa, um elemento da antena quadro, que irradia em seu eixo (incomum para um loop) e é polarizado de acordo com a posição do ponto de alimentação.
Referências
- Rodelão6970
- Handbook of Antenna Design Vol 2, Rudge A.W., Milne K., Olver A.D. & Knight, P. pp688
- Snelling, E. C. (1988), Soft Ferrites: Properties and Applications (second ed.), Butterworths, ISBN 0408027606
Bibliografia
- The ARRL Antenna Book (15th edition), ARRL, 1988, ISBN 0-87259-207-5
| PU7BGP Gilvan Branco |
Onda curta
Onda Curta é uma onda que opera no espectro de frequência dos 3.000 kHz a 30.000 kHz (3-30 MHz). Em Rádio,
a onda curta corresponde a alta frequência obtida pela relação inversa
entre a frequência e o comprimento da onda e por isso denominada "ondas
curtas", pois seus comprimentos de onda são mais curtos do que os da onda longa, comprimentos utilizados no início das comunicações de rádio. HF (Alta Frequência) é um nome alternativo para onda curta de rádio.
As ondas curtas representam importante papel nas transmissões de rádio tanto para radiodifusão como para fins utilitários (comunicações com aviões, embarcações, etc), civis, militares
ou comerciais. Devido a característica do comprimento de onda, as
transmissões em ondas curtas se propagam até grandes distâncias através
de saltos por deflexão nas camadas da ionosfera.
A propagação das transmissões de rádio em ondas curtas estão sujeitas a fenomenologia própria das camadas ionosféricas.
Descrição
Antigo receptor de ondas curtas.
HF é a sigla para o termo inglês High Frequency
e significa "frequência alta". As radiofrequências (HF) de alta
frequência estão entre 3 e 30 megahertz. Também conhecida como a faixa
do decâmetro ou a onda curta, com a escala de comprimentos
de onda de uma a dez medidas dos decâmetros (dez a cem). A origem da
designação "ondas curtas" está associada com a comparação do seu "comprimento de onda", da ordem de dezenas de metros (sendo por isso também chamadas ondas decamétricas), com o comprimento de onda de outras radiações eletromagnéticas, mais longas, como as ondas médias (ondas hectométricas) e longas (ondas quilométricas). Representam importante papel nas transmissões de rádio tanto para radiodifusão, como para fins utilitários (comunicações com aviões, embarcações, etc) civis, militares ou comerciais.
Devido à característica do comprimento de onda, as transmissões podem
se propagar até grandes distâncias, através de saltos onde há a refração
e consequente reflexão nas camadas da ionosfera (Lei de Snell).
A propagação das transmissões de rádio em ondas curtas estão sujeitas à
fenomenologia própria das camadas ionosféricas. A designação nasceu nos
primórdios das transmissões de rádio, quando as frequências geralmente
utilizadas eram muito mais baixas. Esta porção do espectro é também
referida como HF, sigla derivada do inglês High Frequency, em contraponto à faixa de ondas longas (de comprimento de onda da ordem de quilômetros, também referida como LF, Low Frequency) e às ondas métricas que compõem as transmissões nas frequências de VHF, Very High Frequency.
Propagação e características
A ionosfera reflete frequentemente as ondas de rádio de HF (um fenômeno conhecido como a propagação), sendo usada extensivamente para a
radiocomunicação
da escala média e longa. Entretanto, a conformidade desta parcela do
espectro para tal comunicação varia extremamente com uma combinação
complexa de fatores:
- Luz solar/escuridão no local da transmissão e da recepção
- Proximidade do transmissor/receptor ao terminal
- Estação do ano versus Ciclo solar
- Atividade solar
- Aurora polar
- Frequência útil máxima
- A mais baixa alta frequência útil
- Frequência da operação dentro da escala do HF
Espectro
O espectro eletromagnético nas frequências
de ondas curtas é ocupado por transmissões das mais diferentes formas,
desde radiodifusão comercial e não comercial, até transmissões de radioamadores e transmissões para comunicação entre aviões e navios.
Muitos países contam com emissoras estatais de ondas curtas em diversos idiomas, com a intenção de levar as notícias econômicas, culturais ou mesmo as notícias do dia-a-dia da sua população para além de suas fronteiras
territoriais, visto que as ondas curtas possuem grande alcance
geográfico). Dentre estas, existem as que transmitem para o exterior com
o objetivo de serem um "canal" entre seus expatriados e seu país de
origem. Entre os países que contam com grandes emissoras em ondas curtas
transmitindo para o exterior estão Alemanha, Argentina, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos da América, França, Holanda, Itália, Japão, República Checa e Rússia.
Atribuição de frequências
O uso das faixas de ondas de rádio são atribuídas pela World Radiocommunication Conference (WRC), organizada sob os auspícios da International Telecommunication Union.
As ondas de rádio AM são atribuídos com 5 kHz de separação para a radiodifusão de áudio analógico tradicional.
| Faixa | Frequência | Usado em: |
|---|---|---|
| 160 m | 1800 - 2000 kHz | utilizada por radioamadores |
| 120 m 90 m |
2300 - 2495 kHz | onda tropical |
| 90 m | 3500 a 3800 kHz | utilizada por radioamadores |
| 80 m | 3200 - 3400 kHz | onda tropical |
| 75 m | 3900 - 4000 kHz | utilizada por radioamadores |
| 60 m | 4750 - 5060 kHz | onda tropical |
| 49 m | 5900 - 6200 kHz | muito utilizada nas Américas |
| 40 m | 7000 - 7300 kHz | utilizada por radioamadores |
| 31 m | 9400 - 9900 kHz | uma das mais usadas no mundo |
| 25 m | 11600 - 12100 kHz | muito utilizada nas Américas |
| 22 m | 13570 - 13870 kHz | bastante usada na Ásia e na Europa |
| 20 m | 14000 - 14300 kHz | utilizada por radioamadores |
| 19 m | 15100 - 15800 kHz | |
| 16 m | 17480 - 17900 kHz | |
| 15 m | 18900 - 19020 kHz | utilizada em transmissão DRM |
| 15 m 13 m |
21450 - 21850 kHz 21000 a 21300 kHz |
utilizada por radioamadores |
| 11 m | 25600 - 26100 kHz | utilizada em transmissão DRM local |
| 11 m | 26960 - 27860 kHz | utilizada para a Faixa do Cidadão |
| 10 m | 28000 - 29700 kHz | utilizada por radioamadores |
- Ondas Curtas - 2.3 MHz–26.1 MHz, divididas em quinze bandas, apresentam longo alcance, porém baixa qualidade de sinal. As mais usadas são de 49, 31, 25 e 19 metros.
- Ondas Médias - 520 kHz–1610 kHz, utilizada nas Américas, esta banda possui médio alcance.
- Ondas Longas - 153 kHz–279 kHz, não disponível no hemisfério oeste, é usado para transmissões na Europa, África, Oceania e parte da Ásia.
- Ondas Tropicais - 2300 kHz-5060 kHz de 120-90-60 metros, utilizada entre os Trópicos, esta banda possui longo alcance, razoável qualidade de sinal.
- Texto de PU7BGP Gilvan Branco
domingo, 10 de maio de 2015
RODELÃO6970
Antena de absorção total captura energia
Esta antena de "absorção total" captura a energia das ondas eletromagnéticas à nossa volta. [Imagem: Almoneef/Ramahi - 10.1063/1.4916232]
Colheita de ondas eletromagnéticas
A quantidade de ondas eletromagnéticas que nos cercam é incalculável.
Embora elas sejam muito úteis, representam também um enorme desperdício de energia.
Ocorre que as ondas de transmissões de rádio, TV, celulares, Bluetooth, Wi-Fi e uma série de outras frequências espalham-se em todas as direções, e grande parte não atinge um aparelho que esteja pronto para recebê-las - e isto é potência desperdiçada.
Em outras palavras, essencialmente, tem energia sobrando no ar.
Mas pode ser possível recuperar uma parte dessa energia usando o conceito de "colheita de energia", a recuperação de pequenas quantidades de energia do ambiente para uso em equipamentos de baixo consumo ou para armazenamento.
Absorção total
Thamer Almoneef e Omar Ramahi, da Universidade de Waterloo, no Canadá, criaram um sistema de colheita de ondas eletromagnéticas - um tipo especial de antena - baseado no conceito de "absorção total".
O conceito envolve o uso de metamateriais para construir um meio - umametassuperfície - que nem reflete e nem absorve qualquer potência, o que permite a absorção total das ondas eletromagnéticas incidentes em uma faixa específica de frequências e polarizações.
Célula básica da antena de absorção total. [Imagem: Almoneef/Ramahi - 10.1063/1.4916232]
A metassuperfície é formada por "células" de formato preciso, dispostas de forma periódica sobre um material de apoio. As dimensões dessas células e a proximidade umas das outras podem ser ajustadas para absorver quase todas as ondas incidentes.
Esta energia é então canalizada por fios, podendo ser utilizada para alimentar aparelhos ou recarregar baterias.
Antena ultraeficiente
A importância fundamental deste protótipo é que ele demonstra pela primeira vez que é possível coletar essencialmente toda a energia eletromagnética que cai sobre uma superfície.
"Nossa pesquisa permite a absorção de muito mais energia do que as antenas clássicas," disse Ramahi. "Isto resulta em uma redução significativa da pegada da superfície de captação de energia. Os terrenos [necessários para instalação] são bens preciosos para a captura de energia - seja ela eólica, hídrica, energia solar ou eletromagnética."
Segundo a dupla, a tecnologia poderá ser facilmente estendida para as faixas do infravermelho e do visível. "Já estamos ampliando nosso trabalho para a faixa de frequência do infravermelho e esperamos relatar brevemente uma absorção próxima à unidade nesses regimes de alta frequência," disse Ramahi.
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