segunda-feira, 10 de março de 2014

RODELÃO6970

GAROTADA DE FUTURO NOS ( USA )
PRECISAMOS VER ISSO EM NOSSOS FILHOS BRASILEROS,  É PRECISO MAIS INCENTIVO POR PARTE DAS LABRES DE TODO O BRASIL


Young Contesters @ OE3





domingo, 9 de março de 2014

RODELÃO6970

Rádio Legal ao vivo

Aqui na Rádio Legal os ouvintes tem 24 horas de bom entretenimento todos os dias

A programação é sempre especial , para os ouvintes de bom gosto


http://www.radiolegalaovivo.org/
Logo da Rádio Legal

RODELÃO6970


VOCE JÁ VIU A MAQUINA DA YAESU . AGORA VEJA O CANHÃO DA KENWOOD TUDO ISSO NESSA USINA DE RADIOFREQUENCIA TS- 990S



TS-990S Kenwood HF/6m Flagship Base Station Being Built


RODELÃO6970 INFORMAÇÃO É AQUI.


O que é broadcast?



Atualmente, o provável lugar onde os brasileiros mais vêem a palavra “broadcast” é no YouTube (com seu slogan “Broadcast Yourself”). Todos os dias somos bombardeados com termos vindos de outras línguas e, principalmente, da língua inglesa, em especial no mundo virtual. Com obroadcast não foi diferente. Qualquer pessoa que já entrou em serviços similares já deve ter pelo menos uma ideia do significado, já que o próprio YouTube, com sua proposta de compartilhamento de vídeos, deixa tudo mais claro.
A Palavra...
Broadcast é um termo da língua inglesa formado por duas palavras distintas, “broad” (largo, ou em larga escala) e “cast” (enviar, projetar, transmitir). Sabendo disso, você já tem como concluir o porquê de há algumas décadas, quando o rádio e a televisão chegavam no país, a ideia ter sido traduzida no Brasil como “radiodifusão”. Entretanto, como a transmissão de imagem e som não se dá mais exclusivamente por ondas de rádio e atingiu outros tipos de dispositivos eletrônicos, a palavra radiodifusão se tornou obsoleta para se referenciar ao termo broadcast.


Hoje, com a popularização de inúmeros meios de comunicação diferentes, poderíamos considerar que broadcast é o ato de transmitir algo, utilizando qualquer tipo de mídia, seja ela via ondas de rádio, satélite, cabos, fibras ópticas, linhas telefônicas, etc. Na internet, fazer broadcast é fazer essa transmissão — geralmente de vídeos e músicas — e, como estamos em uma fase em que todos querem compartilhar tudo o que gostam, com todos os outros, os serviços que oferecem meios para tornar isso possível estão cada vez mais populares.
...e o Conceito.
E não nos esqueçamos de que não são só os usuários residenciais os responsáveis pela explosão de conteúdo ocorrida no final dos anos 1990 e começo dos anos 2000. As próprias empresas dos mais diversos ramos investem seus milhões em soluções de transmissão de som, imagem e vídeo através da internet e outros meios.

Por fim, é interessante enfatizar que o termo broadcast continua abrangendo a radiodifusão usada no rádio e na televisão comuns. Entretanto, o contrário não é verdadeiro, pois o conceito de radiodifusão é mais limitado, não dando mais conta de traduzir o que é broadcast. Uma empresa que se diz “broadcaster”, não só deve enviar suas produções para o rádio ou televisão, mas também para outros veículos, como a internet, as redes de telefones celulares, etc. Em suma, o broadcast— ou broadcasting — deixou de ser uma palavra que somente definia um conceito técnico, para tomar gradualmente o sentido de “compartilhamento de mídia em grande escala”.

sábado, 8 de março de 2014

RODELÃO6970

Tesla Concurso HF Memorial
Nikola Tesla - The Genius Who Lit the World

Este fim de semana a União Amador da Sérvia está segurando oMemorial Concurso HF Tesla , que é aberto a todos os radioamadores em todo o mundo O Concurso HF Memorial Tesla ocorre Março, 8/9 de 2014, começando às 18:00 UTC e terminando às 08:00 UTC. A competição está aberta aos operadores de todo o mundo. regras gerais são: Todos trabalham todos na banda apenas 80m CW; Os pontos são: a distância entre as estações. Exchange: RST + QSO NR + QTH Locator (quatro primeiros elementos da quadrícula); câmbio exemplos: 599 043 JO54, 599 065 FN12. Categorias: Op. multi-Single TX HP; única op. HP, LP e QRP -. Tempo integral ou limitado software serviço WEB para receber registros estarão em e é uma das maneiras para atualizar registros. pontuação alegados será publicado logo após prazo de envio de log. Consulte nosso website para regras, premiando e mais detalhes :http://www.radiosport.org.rs/HFTeslaMemorial/ . Agradecemos antecipadamente por apoiar este concurso Amateur União da SérviaSecretário Zvonko Colja YT1WA http://www.yu1srs.org.rs/

sábado, 1 de março de 2014

RODELÃO6970 AQUI TEM INFORMAÇÃO

Ablação



Apesar de a radiofreqüência ser uma arma antiga da medicina, a ablação por radiofreqüência é uma técnica recente, revolucionária e inovadora para destruir tumores localizados em determinados órgãos. Ablação por radiofreqüência (ARF), se faz com a passagem de corrente elétrica alternada (energia de radiofreqüência) pela área alvo.

No local da lesão é gerado calor pela agitação das moléculas, causada pela corrente elétrica. Esse calor produz coagulação e necrose celular, resultando na ablação da lesão-alvo.

Usando métodos de imagem (ultra-sonografia, tomografia computadorizada ou aressonância magnética), uma agulha-eletrodo é posicionada no interior da lesão. A agulha é então conectada a um gerador de radiofreqüência e a corrente elétrica é conduzida ao tecido. A medida que as células são aquecidas, elas são destruídas.

O mecanismo de aquecimento do tecido causado pela ARF e similar ao do forno de microondas. As células mortas são reabsorvidas pelo organismo ao longo do tempo.

A ATCS realiza manutenção em geradores de Radio Frequência de diversas marcas, incluindo calibração do estágio de Potencia de RF, garantindo assim eficácia nos procedimentos de destruição celular, evitando tempo prolongado para a realização das intervenções e retornos desnecessários do paciente para novas aplicações.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970

Lançamento do satélite de rádio amadores japoneses



O ARTSAT INVASORCubeSat, indicativoJQ1ZKK , e outros seis satélites de rádio amador será no H-IIA Launch Vehicle No. 23 (H-IIA F23), juntamente com a Global Precipitation Measurement (GPM) observatório núcleo satélite. O lançamento está previsto para ter lugar a partir do Complexo de Lançamento Yoshinobu no Centro Espacial Tanegashima em quinta-feira 27 de fevereiro, 2014 às 18:07 UT. Os satélites serão colocados em uma órbita 407 km, com uma inclinação de 65 graus. Preliminar Kepler dois elementos de linha (TLEs) 'Keps' para INVASOR estão em http://artsat.jp/en/invader/ freqüências Downlink em MHz e links para mais informações: STARS-II (mãe) - 437,405 FM AX.25 1200 bps, 437,245 CW STARS-II (filha) - 437,425 FM AX.25 1200 bps, 437,255 CW ShindaiSat - 437,525 FM AX.25 1200 bps, 437,305 CW (farol LED) TeikyoSat-3 - 437,450 FM AX.25 1200 bps, 437,450 CW (Slime Mold from Space) OPUSAT - 437,150 FM AX.25 1200 bps, 9600 bps GMSKARTSAT1-INVASOR - 437,200 FM Digitalker e AX.25 1200 bps, 437,325 CW ITF-1 - 437,525 CW Também no mesmo vôo é: KSAT2 S-band 200kbps dados G1D HK, Ku-band, 1Mbps G1D imagem ou portador farol.1kbps UHF está sendo usado para o comando de uplink. Ele vai enviar mensagens de encorajamento do espaço para o Japão - mensagens escritas à mão e coração aquecimento fotos, especialmente de crianças responsáveis ​​para o futuro. Assista ARTSAT1: INVASOR PV

sábado, 22 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970


O que você precisa saber sobre Direct Boxes





Recentemente um amigo me perguntou qual a diferença entre direct boxes ativos e passivos. Perguntou também em que caso é melhor usar um ou outro. Baseado nisto, e sabendo que boa parte das pessoas envolvidas com a sonorização de igrejas também tem dúvidas a este respeito, resolvi escrever este texto.
No entanto, antes de passar às diferenças entre eles e às possibilidades de utilização, gostaria de definir com vocês alguns conceitos importantes, começando com uma pergunta de vestibular: o que é exatamente um direct box?
 
Direct boxes, também conhecidos como DI’s, são dispositivos usados para alterar o sinal de saída de uma fonte sonora, mudando seu nível e impedância, de forma a adequá-los à entrada do mixer, permitindo a conexão de instrumentos musicais eletrônicos a um sistema de som.
 
Outra definição, esta dada pela Whirlwind, excelente fabricante destes equipamentos, diz que direct box é um dispositivo casador de impedância e balanceador de sinais.
 
Afinal, o que é um casador de impedâncias e um balanceador de sinais? Vamos entender estes dois conceitos.
 
 
Impedância
 
A impedância é a capacidade que um circuito ou um componente eletro-eletrônico tem de opor dificuldade à passagem da corrente elétrica. No entanto, muitas das pessoas envolvidas com áudio desconhecem que a impedância é a soma de duas componentes: a resistência e a reatância.
 
Se observarmos a impedância sob o ponto de vista da freqüência, veremos que a resistência é constante enquanto a reatância varia. Isto quer dizer que a freqüência do sinal que passa pelo circuito não afeta a resistência, mas altera a reatância, influenciando o resultado final da impedância.
 
A reatância pode ser de dois tipos: indutiva (associada às bobinas) ou capacitiva (associada aos capacitores). A reatância indutiva é diretamente proporcional à freqüência, isto é, aumenta com o aumento da freqüência, enquanto a reatância capacitiva é inversamente proporcional à freqüência, diminuindo com o aumento dela. Os valores da resistência e da reatância são medidos em Ohm, que é representado pelo símbolo Ω.
 
“Mas como isto afeta nosso trabalho com áudio?”, você pode perguntar. Deixe-me responder de forma bastante resumida: a impedância final do sistema será a soma de todas as impedâncias envolvidas (p. ex: instrumento musical, cabos e caixa ou console de mixagem). Um sistema com dispositivos de alta impedância, como os compostos por instrumentos musicais, é mais suscetível à capacitância dos cabos, que aumenta proporcionalmente a seu comprimento. Esta capacitância é combinada com as impedâncias dos dispositivos fonte e destino gerando um filtro, que afeta a resposta de freqüência do sistema, geralmente degradando os graves. Manter a impedância baixa é de extrema importância para a saúde da resposta de freqüência do sistema.
 
É neste ponto que os DI’s tornam-se importantes, pois fazem a conversão da impedância do instrumento de alta para baixa, mantendo a resposta do sistema saudável. Este processo é chamado casamento de impedâncias.
 
 
Balanceamento
 
O balanceamento do sistema de áudio é uma técnica desenvolvida para proteger as linhas de transmissão da captação de ruídos induzidos eletromagneticamente. Linhas desbalanceadas são bastante vulneráveis a este tipo de interferência e quanto mais compridas, maiores as chances de captação destes sinais indesejáveis.
 
A maioria de nós já passou, pelo menos uma vez, por problemas ocasionados pelo desbalanceamento dos cabos usados nos instrumentos ou na conexão dos equipamentos de áudio… querem ver? Quantos de vocês já captaram uma rádio comercial no sistema de som? Este exemplo é típico porque as ondas de rádio são de natureza eletromagnética e o cabo desbalanceado funciona como uma antena. O problema não ocorreria se o sistema fosse balanceado.
 
Os cabos desbalanceados usados para instrumentos musicais tornam-se críticos depois dos 7 metros. É aí que, novamente, o DI mostra o seu valor: ele transforma o sinal desbalanceado que vem do instrumento em um sinal balanceado que pode ser enviado a uma console que esteja a até 300 metros de distância. No processo de balanceamento, ele ainda faz a adequação do nível de saída de sinal do instrumento, que é alto, para o nível de entrada de sinal na mesa, que é baixo.
 
 
Enfim, o direct box…
 
Os DI’s são divididos em duas famílias: passivos e ativos. Direct boxes passivos não precisam de alimentação elétrica externa para funcionar porque utilizam circuitos elétricos passivos  baseados em transformador. Direct boxes ativos são baseados em circuitos eletrônicos, que usam componentes como transistores, e por isto precisam de energia elétrica para funcionar. Esta energia pode ser fornecida por baterias, fontes externas ou phantom power. Esta é a diferença mais visível entre os dois tipos de DI.
 
Um DI, independentemente de sua família, possui uma entrada desbalanceada com conector J-10 (IN), uma saída desbalanceada também com conector J-10 (LINK, OUTPUT ou THRU) e uma saída balanceada com conector XLR macho (OUT ou LOW Z OUTPUT). Alguns modelos trazem recursos adicionais como a chave INST/SPKR (veja figura 1), que serve para selecionar de onde virá o sinal de entrada, se de um instrumento (nível de linha) ou da saída de um amplificador (nível de caixa).
 
 
Figura 1 – INPUT, OUTPUT e INST/SPKR
 
Há também uma chave chamada GROUND/LIFT (figura 2), que faz o desacoplamento do aterramento do circuito do DI, evitando assim os loops de terra. Se ao ligar um DI no sistema, houver um zunido forte, está ocorrendo um loop de terra. É só inverter a posição da chave GROUND/LIFT, que o problema deverá ser resolvido.
 
 
 Figura 2 – LOW Z OUTPUT e GROUND/LIFT
 
Outro recurso adicional é a chave de atenuação do sinal de saída balanceado (chave ATT ou PAD). Normalmente podem-se fazer três tipos de ajustes: 0 dB, -20 dB e -40 dB. Dependendo do fabricante, estes níveis de atenuação podem ser diferentes (p.ex: o DI Klark Teknik DN100 Ativo, mostrado na figura 3, tem atenuação em -30 dB). Apesar de ser um recurso mais comum em direct boxes ativos, há alguns modelos passivos, como o CSR-DBP e o Cybernet, que também dispõem desta característica (figuras 4 e 5).
 
 
 
 Figura 3 – DI Klark Teknik DN100 Ativo com PAD em -30 dB
 
 
 
  Figura 4 – DI CSR CSR-DBP Passivo com ATT em 0 dB, -20 dB e -40 dB
 
 
 
 Figura 5 – DI Cybernet Passivo com PAD em -9 dB (botão de cima)
 
A chave de atenuação é bastante útil quando a fonte de sinal envia um sinal em nível muito alto. Por exemplo: há situações em que a saída do teclado pode ser forte demais e chega distorcendo à entrada da mesa. É só acionar a chave de atenuação do direct box, que o nível do sinal cairá e você poderá trabalhar com níveis de sinal de entrada mais satisfatórios.
 
 
DI’s ativos ou passivos? Eis a questão!
 
Um dos mitos que existem em torno dos direct boxes é aquele que afirma que DI’s ativos são melhores que os passivos. Vamos fazer uma analogia com os microfones: qual tipo de microfone é melhor? Dinâmico ou condensador? Se você respondeu “não há melhor ou pior, depende da aplicação”, você entendeu o princípio do raciocínio. Com os direct boxes é a mesma coisa. No que diz respeito ao seu princípio de funcionamento, não há melhor ou pior. Sua escolha dependerá do tipo de aplicação.
 
Em geral, DI’s passivos atenuam o sinal na saída balanceada, o que muitas vezes não é desejado. Por exemplo: um violão acústico captado por uma cápsula piezoelétrica (também conhecida como cristal) emite um sinal de saída muito baixo, que será ainda mais atenuado na saída do DI. Resultado: o sinal chegará à mesa muito baixo e provavelmente acompanhado por bastante ruído. Neste caso, o uso de um DI ativo é melhor.
 
Uma vantagem da utilização de um DI passivo em comparação com um ativo, além de não precisar de alimentação externa, é a maior isolação elétrica proporcionada pelo transformador, o que diminui os ruídos de terra.
 
No entanto, a qualidade de um DI passivo depende fundamentalmente do seu transformador e bons transformadores custam caro, o que onera o custo final do produto. Há direct boxes passivos mais caros que ativos.
 
Já os direct boxes ativos têm como maior desvantagem a sua necessidade de alimentação externa. Se a mesa não possuir phantom power, haverá necessidade da utilização de baterias, em geral de 9 volts. Quando a carga das baterias diminui, o DI começa a distorcer.
 
DI’s ativos, entretanto, possuem resposta de freqüência mais ampla e podem ser interessantes em diversas situações. Imagine, por exemplo, um teclado de qualidade com cinco oitavas conectado ao um direct box passivo. Como a resposta de freqüência do DI passivo é menor, o som do teclado será prejudicado nas pontas do espectro (graves e agudos). Neste caso, use um DI ativo. Você perceberá uma riqueza de detalhes muito maior.
 
 
Em resumo…
 
Não escrevi este artigo com o intuito de dizer a vocês qual DI é melhor ou pior, mas com o objetivo de fornecer as informações de que precisam para fazer a escolha certa. Na tabela abaixo há um resumo das principais características de um direct box para que você possa se basear quando começar a sua busca. Há diversas marcas e modelos no mercado e vocês precisarão separar o joio do trigo. Que comece a sega.
 
Característica
DI Passivo
DI Ativo
Alimentação elétrica externa
Não
Sim
Isolação elétrica
Melhor
Pior
Preço*
Maior
Menor
Resposta de Freqüência
Menor
Maior
* Os preços levam em consideração os DI’s passivos de boa qualidade.

  1. Utilizar uma DI na saída do amp ??? na minha humilde experiência não consegui visualizar essa aplicação, uma vez que o sinal que sai do amp é de um nível mais forte e quase nada propício a interferências, (ate onde já pesquisei) então teria como me mostra uma aplicação para isso ?
    [/quote:12e0int7]

    Nada de estranho..
    Ja que a principal funcao 'e casar impedancias e niveis 'e possivel imaginar uma chave de attenuacao de -20 e/ou -40dB para devolver o nivel de sinal ao 0 dB para entrar na mesa (por exemplo).O mais importante : com seguranca e ISOLAMENTO galvanico (veja - transformador).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970 ANTENAS


QUADRANTE ANTENA PARA RÁDIO DE ONDAS CURTAS RADIODIFUSÃO





Antenas de transmissão omnidirecionais são mais favorecidos quando se é obrigado a fornecer mesmo tempo cobertura de áreas em torno do local do transmissor que se estendem até 1300 km de raio, dependendo da potência do transmissor. Se uma operação de freqüência única é direcionado para alcançar os ouvintes dia e noite sem retuning o receptor, um design simples e atraente para esse fim é o chamado antena quadrante. Semelhante ao Regulamento CCIR um código alfa-numérico especial é usado para descrever antenas quadrante. Na sua forma mais geral, a antena é denotado por HQ n / h , onde: H polarização horizontal da antena Q tipo quadrante n o número de dipolos empilhados verticalmente h altura do menor dipolo acima do solo em comprimentos de onda na freqüência de projeto Quadrante antenas consistem de dipolos dobrados horizontais, o ângulo de inclinação do que pode variar de 60 ° a 90 ° com a consideração da horizontal padrão característico (desvio permitido de ser perfeito padrão onmi) necessário. É óbvio que os dipolos simples não pode ser operado ao longo de todo o espectro de transmissão de ondas curtas, embora o "esbeltez", isto é, a razão entre o comprimento do dipolo de diâmetro dipolo equivalente é seleccionado para os melhores características de banda larga e o dipolo é realizado como um multi-fio aberto gaiola. State-of-the-art design permite antenas quadrante a ser operado ao longo da faixa de freqüência, cobrindo duas bandas de frequência adjacentes fora do espectro de radiodifusão em ondas curtas, conforme definido pela WARC '92 alocações sob consideração de projeto padrão transmissor de ondas curtas. Este espectro é gerado por:

foto quadrante antena


Segurança contra efeitos corona, aquecimento inadmissível ea capacidade VSWR sobre a faixa de freqüência selecionada de operação é garantida pela escolha de um diâmetro do fio apropriado considerar as forças mecânicas, devido ao vento e cargas de gelo, comprimento do vão e peso. Uma vez que o diâmetro dos fios é fixa, o número de fios que formam a gaiola e o próprio diâmetro gaiola são determinados em um cálculo para a frente. A altura do menor dipolo acima do solo, em comprimentos de onda com os resultados de frequência de criação da escolha da vertical características do padrão, como mostrado por um dipolo horizontal, no plano da bissectriz e pode ser usado para dar prioridade às áreas de cobertura diferentes. Além disso, o gráfico mostra que para a transmissão perto de gama, o que requer radiação ângulo elevado a altura da suspensão da antena acima do solo não deve ser maior do que 0,4 λ e por razões de o ganho da antena não inferior a 0,25 λ. Se, além disso, o efeito da condutividade do solo é considerado, que pode mudar com a estação recomendamos uma altura de suspensão de 0,3 λ, a fim de evitar a criação de uma blindagem de terra. No caso de dois programas de rádio estão a ser transmitidos, em simultâneo, dois quadrantes antenas são necessárias ea distância mútua destas antenas deve ser inferior a 150 m. . (Nota: operação diplex de uma antena quadrante só, não é recomendado para um projeto padrão) > From operação de longo prazo das estações emissoras de ondas curtas, para distâncias de curto e médio alcance, podemos concluir que uma antena quadrante deve ser visto como uma seleção perfeita, pelas seguintes razões:



imagine diagrama de radiação vertical





  • desempenho e manutenção simples
  • capacidade de alta potência (potência da portadora até 500 kW)
  • ouvintes se acostumar com uma freqüência de operação
  • serviço confiável fieldstrength independente do dia
  • registros de longo prazo mostram uma cobertura de até 1300 km (com potência de portadora 500 kW)
vertical da imagem padrão / radiação horizontal
Padrão de radiação vertical e horizontal para faixa de freqüência inferior e superior

(Descrição de Jürgen Reiche courteousy, Thomcast GmbH)

Postagem em destaque

RODELÃO6970 SSB

Configurações transmissor largura de banda para ESSB O gráfico a seguir é uma referência para aqueles que precisam para criarem a sua largu...