terça-feira, 12 de agosto de 2014

Radioamadores Australianos podem perder Espectro de 2300-2302Mhz



  A Comunicações Australianas e a Autoridade de Meios (ACMA) propuseram alterações na utilização do espectro na banda de 2300 a 2302MHz que limitarão radioamadores australianos. A ACMA pretende realocar o espectro de sistemas de dados sem fio LTE (Long-Term Evolution), popularmente usado para aplicações móveis de banda larga. A alteração proposta permitiria serviços LTE 100MHz entre 2300 e 2400MHz.
De acordo com o Instituto de Wireless da Austrália, esta alocação secundária de Radioamador é a única opção viável para contatos Terra-Lua-Terra (Earth-Moon-Earth, EME) entre Austrália e Região II (onde a atividade EME é 2304MHz) ou a região I (que usa 2320MHz). A atividade EME australiana então seria confinada a 2400MHz (ou superior), onde o equipamento ISM e acesso Wi-Fi são suscetíveis de causar interferências.
Em resposta à notícia da proposta da ACMA, o CEO da ARRL, David Sumner K1ZZ, disse: “Radioamadores nos Estados Unidos não correm perigo imediato de perder 2300-2305MHz porque neste país o uso da banda 2300-2400MHz por vários serviços de rádio é bastante diferente da maior parte do mundo. Infelizmente, nossos colegas em muitos outros países estão enfrentando o mesmo desafio como na Austrália, como a pressão cresce para uso comercial dos serviços de banda larga móveis.”
Se o Ministro Australiano para Banda Larga, Comunicações e Economia Digital aprovar a proposta, radioamadores poderão perder o acesso ao espectro em 2015.
Fonte: VHFMais Radioamadorismo

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

RODELÃO6970 AMIGOS

ESTE É O CASAL 20 DO RADIOAMADORISMO ALAGOANO GILVAN E MARCELA


Radioamadorismo


 

 PU7BGP Gilvan Pereira da Silva Branco-Maceió-Alagoas ( Brasil )

RODELÃO6970

 transcepto  VE7FMN  r Elecraft® Kx3. 


quarta-feira, 9 de julho de 2014

RODELÃO6970 TECNOLOGIA

Telas transparentes e enroláveis. Finalmente?

Telas transparentes e enroláveis. Finalmente?
Transístor de película fina com apenas 10 camadas atômicas de espessura: flexível e transparente. [Imagem: Mark Lopez/ANL]
Promessas inflexíveis
Há anos, pesquisadores acenam com a possibilidade de telas que podem ser enroladas e janelas transparentes que se transformam em telas.
As telas curvas já chegaram ao mercado, mas elas são rígidas. Para que aquelas promessas se concretizem é necessário que as telas sejam flexíveis e transparentes.
Um passo concreto nessa direção foi dado agora com a fabricação dos transistores de película fina mais finos já feitos até hoje - segundo os pesquisadores, eles são essencialmente 2D.
Praticamente todas as TVs, smartphones e outros aparelhos contam com telas planas graças aos transistores de película fina.
Mas essa nova versão leva seu nome ao extremo, com o transístor inteiro medindo apenas 10 camadas atômicas de espessura.
"Isso pode tornar uma tela transparente quase invisível," afirma o professor Andreas Roelofs, dos laboratórios ANL, nos Estados Unidos. E ele faz questão de relembrar: "Imagine uma janela normal que funcione como uma tela sempre que você ligá-la, por exemplo."
100 vezes melhor
Para medir a eficiência de um transístor normalmente se usa sua taxa liga/desliga - o quanto ele interrompe a corrente no estado desligado - e uma propriedade chamada "mobilidade de portadores", que mede a rapidez com que os elétrons podem se mover através do material.
"Ficamos felizes ao ver que a relação ligado/desligado é tão boa quanto a dos transistores de película fina comerciais," disse Saptarshi Das, que fabricou os transistores. "Mas a mobilidade é 100 vezes melhor do que o que está no mercado hoje."
Telas transparentes e enroláveis. Finalmente?
As camadas monoatômicas deslizam umas sobre as outras, evitando que o componente se quebre quando enrolado. [Imagem: Saptarshi Das]
A seguir, a equipe flexionou as películas para testar o que acontece com seus transistores sob estresse. Na maioria dos transistores de película fina, o material começa a trincar, afetando o desempenho ou fazendo o circuito deixar de funcionar por inteiro.
"Mas, no nosso, as propriedades não mudaram em nada," disse Roelofs. "As camadas simplesmente deslizam e não quebram."
TMDCs
A chave para a construção desses transistores ultrafinos está no disseleneto de tungstênio (WS2), um material que permite a construção de transistores, LEDs ou células solares, à escolha do projetista.
O WS2 pertence a uma classe de materiais conhecida como TMDC (Transition Metal DiChalcogenides: metais de transição dicalcogenados), que têm uma fórmula química do tipo MX2, onde M é um metal de transição (tungstênio, molibdênio etc) e X é um calcogênio (enxofre, selênio ou telúrio). Sua grande vantagem é que eles podem ser fabricados em monocamadas atômicas, como ografeno, mas, ao contrário deste último, são naturalmente semicondutores.
"Escolhemos o disseleneto de tungstênio porque ele fornece a condução de elétrons e lacunas necessária para fazer transistores com portas lógicas e outros componentes com junções p-n," disse Anirudha Sumant, outro membro da equipe.
Agora, o grupo pretende adicionar lógica e memória aos seus filmes flexíveis, de modo que possam fabricar não apenas telas, mas uma TV ou computador inteiros, totalmente flexíveis e transparentes.
"No entanto, mais trabalho precisa ser feito no desenvolvimento da síntese do disseleneto de tungstênio em grandes formatos para concretizar todo o seu potencial," ressaltou Sumant

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