sábado, 8 de março de 2014

RODELÃO6970

Tesla Concurso HF Memorial
Nikola Tesla - The Genius Who Lit the World

Este fim de semana a União Amador da Sérvia está segurando oMemorial Concurso HF Tesla , que é aberto a todos os radioamadores em todo o mundo O Concurso HF Memorial Tesla ocorre Março, 8/9 de 2014, começando às 18:00 UTC e terminando às 08:00 UTC. A competição está aberta aos operadores de todo o mundo. regras gerais são: Todos trabalham todos na banda apenas 80m CW; Os pontos são: a distância entre as estações. Exchange: RST + QSO NR + QTH Locator (quatro primeiros elementos da quadrícula); câmbio exemplos: 599 043 JO54, 599 065 FN12. Categorias: Op. multi-Single TX HP; única op. HP, LP e QRP -. Tempo integral ou limitado software serviço WEB para receber registros estarão em e é uma das maneiras para atualizar registros. pontuação alegados será publicado logo após prazo de envio de log. Consulte nosso website para regras, premiando e mais detalhes :http://www.radiosport.org.rs/HFTeslaMemorial/ . Agradecemos antecipadamente por apoiar este concurso Amateur União da SérviaSecretário Zvonko Colja YT1WA http://www.yu1srs.org.rs/

sábado, 1 de março de 2014

RODELÃO6970 AQUI TEM INFORMAÇÃO

Ablação



Apesar de a radiofreqüência ser uma arma antiga da medicina, a ablação por radiofreqüência é uma técnica recente, revolucionária e inovadora para destruir tumores localizados em determinados órgãos. Ablação por radiofreqüência (ARF), se faz com a passagem de corrente elétrica alternada (energia de radiofreqüência) pela área alvo.

No local da lesão é gerado calor pela agitação das moléculas, causada pela corrente elétrica. Esse calor produz coagulação e necrose celular, resultando na ablação da lesão-alvo.

Usando métodos de imagem (ultra-sonografia, tomografia computadorizada ou aressonância magnética), uma agulha-eletrodo é posicionada no interior da lesão. A agulha é então conectada a um gerador de radiofreqüência e a corrente elétrica é conduzida ao tecido. A medida que as células são aquecidas, elas são destruídas.

O mecanismo de aquecimento do tecido causado pela ARF e similar ao do forno de microondas. As células mortas são reabsorvidas pelo organismo ao longo do tempo.

A ATCS realiza manutenção em geradores de Radio Frequência de diversas marcas, incluindo calibração do estágio de Potencia de RF, garantindo assim eficácia nos procedimentos de destruição celular, evitando tempo prolongado para a realização das intervenções e retornos desnecessários do paciente para novas aplicações.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970

Lançamento do satélite de rádio amadores japoneses



O ARTSAT INVASORCubeSat, indicativoJQ1ZKK , e outros seis satélites de rádio amador será no H-IIA Launch Vehicle No. 23 (H-IIA F23), juntamente com a Global Precipitation Measurement (GPM) observatório núcleo satélite. O lançamento está previsto para ter lugar a partir do Complexo de Lançamento Yoshinobu no Centro Espacial Tanegashima em quinta-feira 27 de fevereiro, 2014 às 18:07 UT. Os satélites serão colocados em uma órbita 407 km, com uma inclinação de 65 graus. Preliminar Kepler dois elementos de linha (TLEs) 'Keps' para INVASOR estão em http://artsat.jp/en/invader/ freqüências Downlink em MHz e links para mais informações: STARS-II (mãe) - 437,405 FM AX.25 1200 bps, 437,245 CW STARS-II (filha) - 437,425 FM AX.25 1200 bps, 437,255 CW ShindaiSat - 437,525 FM AX.25 1200 bps, 437,305 CW (farol LED) TeikyoSat-3 - 437,450 FM AX.25 1200 bps, 437,450 CW (Slime Mold from Space) OPUSAT - 437,150 FM AX.25 1200 bps, 9600 bps GMSKARTSAT1-INVASOR - 437,200 FM Digitalker e AX.25 1200 bps, 437,325 CW ITF-1 - 437,525 CW Também no mesmo vôo é: KSAT2 S-band 200kbps dados G1D HK, Ku-band, 1Mbps G1D imagem ou portador farol.1kbps UHF está sendo usado para o comando de uplink. Ele vai enviar mensagens de encorajamento do espaço para o Japão - mensagens escritas à mão e coração aquecimento fotos, especialmente de crianças responsáveis ​​para o futuro. Assista ARTSAT1: INVASOR PV

sábado, 22 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970


O que você precisa saber sobre Direct Boxes





Recentemente um amigo me perguntou qual a diferença entre direct boxes ativos e passivos. Perguntou também em que caso é melhor usar um ou outro. Baseado nisto, e sabendo que boa parte das pessoas envolvidas com a sonorização de igrejas também tem dúvidas a este respeito, resolvi escrever este texto.
No entanto, antes de passar às diferenças entre eles e às possibilidades de utilização, gostaria de definir com vocês alguns conceitos importantes, começando com uma pergunta de vestibular: o que é exatamente um direct box?
 
Direct boxes, também conhecidos como DI’s, são dispositivos usados para alterar o sinal de saída de uma fonte sonora, mudando seu nível e impedância, de forma a adequá-los à entrada do mixer, permitindo a conexão de instrumentos musicais eletrônicos a um sistema de som.
 
Outra definição, esta dada pela Whirlwind, excelente fabricante destes equipamentos, diz que direct box é um dispositivo casador de impedância e balanceador de sinais.
 
Afinal, o que é um casador de impedâncias e um balanceador de sinais? Vamos entender estes dois conceitos.
 
 
Impedância
 
A impedância é a capacidade que um circuito ou um componente eletro-eletrônico tem de opor dificuldade à passagem da corrente elétrica. No entanto, muitas das pessoas envolvidas com áudio desconhecem que a impedância é a soma de duas componentes: a resistência e a reatância.
 
Se observarmos a impedância sob o ponto de vista da freqüência, veremos que a resistência é constante enquanto a reatância varia. Isto quer dizer que a freqüência do sinal que passa pelo circuito não afeta a resistência, mas altera a reatância, influenciando o resultado final da impedância.
 
A reatância pode ser de dois tipos: indutiva (associada às bobinas) ou capacitiva (associada aos capacitores). A reatância indutiva é diretamente proporcional à freqüência, isto é, aumenta com o aumento da freqüência, enquanto a reatância capacitiva é inversamente proporcional à freqüência, diminuindo com o aumento dela. Os valores da resistência e da reatância são medidos em Ohm, que é representado pelo símbolo Ω.
 
“Mas como isto afeta nosso trabalho com áudio?”, você pode perguntar. Deixe-me responder de forma bastante resumida: a impedância final do sistema será a soma de todas as impedâncias envolvidas (p. ex: instrumento musical, cabos e caixa ou console de mixagem). Um sistema com dispositivos de alta impedância, como os compostos por instrumentos musicais, é mais suscetível à capacitância dos cabos, que aumenta proporcionalmente a seu comprimento. Esta capacitância é combinada com as impedâncias dos dispositivos fonte e destino gerando um filtro, que afeta a resposta de freqüência do sistema, geralmente degradando os graves. Manter a impedância baixa é de extrema importância para a saúde da resposta de freqüência do sistema.
 
É neste ponto que os DI’s tornam-se importantes, pois fazem a conversão da impedância do instrumento de alta para baixa, mantendo a resposta do sistema saudável. Este processo é chamado casamento de impedâncias.
 
 
Balanceamento
 
O balanceamento do sistema de áudio é uma técnica desenvolvida para proteger as linhas de transmissão da captação de ruídos induzidos eletromagneticamente. Linhas desbalanceadas são bastante vulneráveis a este tipo de interferência e quanto mais compridas, maiores as chances de captação destes sinais indesejáveis.
 
A maioria de nós já passou, pelo menos uma vez, por problemas ocasionados pelo desbalanceamento dos cabos usados nos instrumentos ou na conexão dos equipamentos de áudio… querem ver? Quantos de vocês já captaram uma rádio comercial no sistema de som? Este exemplo é típico porque as ondas de rádio são de natureza eletromagnética e o cabo desbalanceado funciona como uma antena. O problema não ocorreria se o sistema fosse balanceado.
 
Os cabos desbalanceados usados para instrumentos musicais tornam-se críticos depois dos 7 metros. É aí que, novamente, o DI mostra o seu valor: ele transforma o sinal desbalanceado que vem do instrumento em um sinal balanceado que pode ser enviado a uma console que esteja a até 300 metros de distância. No processo de balanceamento, ele ainda faz a adequação do nível de saída de sinal do instrumento, que é alto, para o nível de entrada de sinal na mesa, que é baixo.
 
 
Enfim, o direct box…
 
Os DI’s são divididos em duas famílias: passivos e ativos. Direct boxes passivos não precisam de alimentação elétrica externa para funcionar porque utilizam circuitos elétricos passivos  baseados em transformador. Direct boxes ativos são baseados em circuitos eletrônicos, que usam componentes como transistores, e por isto precisam de energia elétrica para funcionar. Esta energia pode ser fornecida por baterias, fontes externas ou phantom power. Esta é a diferença mais visível entre os dois tipos de DI.
 
Um DI, independentemente de sua família, possui uma entrada desbalanceada com conector J-10 (IN), uma saída desbalanceada também com conector J-10 (LINK, OUTPUT ou THRU) e uma saída balanceada com conector XLR macho (OUT ou LOW Z OUTPUT). Alguns modelos trazem recursos adicionais como a chave INST/SPKR (veja figura 1), que serve para selecionar de onde virá o sinal de entrada, se de um instrumento (nível de linha) ou da saída de um amplificador (nível de caixa).
 
 
Figura 1 – INPUT, OUTPUT e INST/SPKR
 
Há também uma chave chamada GROUND/LIFT (figura 2), que faz o desacoplamento do aterramento do circuito do DI, evitando assim os loops de terra. Se ao ligar um DI no sistema, houver um zunido forte, está ocorrendo um loop de terra. É só inverter a posição da chave GROUND/LIFT, que o problema deverá ser resolvido.
 
 
 Figura 2 – LOW Z OUTPUT e GROUND/LIFT
 
Outro recurso adicional é a chave de atenuação do sinal de saída balanceado (chave ATT ou PAD). Normalmente podem-se fazer três tipos de ajustes: 0 dB, -20 dB e -40 dB. Dependendo do fabricante, estes níveis de atenuação podem ser diferentes (p.ex: o DI Klark Teknik DN100 Ativo, mostrado na figura 3, tem atenuação em -30 dB). Apesar de ser um recurso mais comum em direct boxes ativos, há alguns modelos passivos, como o CSR-DBP e o Cybernet, que também dispõem desta característica (figuras 4 e 5).
 
 
 
 Figura 3 – DI Klark Teknik DN100 Ativo com PAD em -30 dB
 
 
 
  Figura 4 – DI CSR CSR-DBP Passivo com ATT em 0 dB, -20 dB e -40 dB
 
 
 
 Figura 5 – DI Cybernet Passivo com PAD em -9 dB (botão de cima)
 
A chave de atenuação é bastante útil quando a fonte de sinal envia um sinal em nível muito alto. Por exemplo: há situações em que a saída do teclado pode ser forte demais e chega distorcendo à entrada da mesa. É só acionar a chave de atenuação do direct box, que o nível do sinal cairá e você poderá trabalhar com níveis de sinal de entrada mais satisfatórios.
 
 
DI’s ativos ou passivos? Eis a questão!
 
Um dos mitos que existem em torno dos direct boxes é aquele que afirma que DI’s ativos são melhores que os passivos. Vamos fazer uma analogia com os microfones: qual tipo de microfone é melhor? Dinâmico ou condensador? Se você respondeu “não há melhor ou pior, depende da aplicação”, você entendeu o princípio do raciocínio. Com os direct boxes é a mesma coisa. No que diz respeito ao seu princípio de funcionamento, não há melhor ou pior. Sua escolha dependerá do tipo de aplicação.
 
Em geral, DI’s passivos atenuam o sinal na saída balanceada, o que muitas vezes não é desejado. Por exemplo: um violão acústico captado por uma cápsula piezoelétrica (também conhecida como cristal) emite um sinal de saída muito baixo, que será ainda mais atenuado na saída do DI. Resultado: o sinal chegará à mesa muito baixo e provavelmente acompanhado por bastante ruído. Neste caso, o uso de um DI ativo é melhor.
 
Uma vantagem da utilização de um DI passivo em comparação com um ativo, além de não precisar de alimentação externa, é a maior isolação elétrica proporcionada pelo transformador, o que diminui os ruídos de terra.
 
No entanto, a qualidade de um DI passivo depende fundamentalmente do seu transformador e bons transformadores custam caro, o que onera o custo final do produto. Há direct boxes passivos mais caros que ativos.
 
Já os direct boxes ativos têm como maior desvantagem a sua necessidade de alimentação externa. Se a mesa não possuir phantom power, haverá necessidade da utilização de baterias, em geral de 9 volts. Quando a carga das baterias diminui, o DI começa a distorcer.
 
DI’s ativos, entretanto, possuem resposta de freqüência mais ampla e podem ser interessantes em diversas situações. Imagine, por exemplo, um teclado de qualidade com cinco oitavas conectado ao um direct box passivo. Como a resposta de freqüência do DI passivo é menor, o som do teclado será prejudicado nas pontas do espectro (graves e agudos). Neste caso, use um DI ativo. Você perceberá uma riqueza de detalhes muito maior.
 
 
Em resumo…
 
Não escrevi este artigo com o intuito de dizer a vocês qual DI é melhor ou pior, mas com o objetivo de fornecer as informações de que precisam para fazer a escolha certa. Na tabela abaixo há um resumo das principais características de um direct box para que você possa se basear quando começar a sua busca. Há diversas marcas e modelos no mercado e vocês precisarão separar o joio do trigo. Que comece a sega.
 
Característica
DI Passivo
DI Ativo
Alimentação elétrica externa
Não
Sim
Isolação elétrica
Melhor
Pior
Preço*
Maior
Menor
Resposta de Freqüência
Menor
Maior
* Os preços levam em consideração os DI’s passivos de boa qualidade.

  1. Utilizar uma DI na saída do amp ??? na minha humilde experiência não consegui visualizar essa aplicação, uma vez que o sinal que sai do amp é de um nível mais forte e quase nada propício a interferências, (ate onde já pesquisei) então teria como me mostra uma aplicação para isso ?
    [/quote:12e0int7]

    Nada de estranho..
    Ja que a principal funcao 'e casar impedancias e niveis 'e possivel imaginar uma chave de attenuacao de -20 e/ou -40dB para devolver o nivel de sinal ao 0 dB para entrar na mesa (por exemplo).O mais importante : com seguranca e ISOLAMENTO galvanico (veja - transformador).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970 ANTENAS


QUADRANTE ANTENA PARA RÁDIO DE ONDAS CURTAS RADIODIFUSÃO





Antenas de transmissão omnidirecionais são mais favorecidos quando se é obrigado a fornecer mesmo tempo cobertura de áreas em torno do local do transmissor que se estendem até 1300 km de raio, dependendo da potência do transmissor. Se uma operação de freqüência única é direcionado para alcançar os ouvintes dia e noite sem retuning o receptor, um design simples e atraente para esse fim é o chamado antena quadrante. Semelhante ao Regulamento CCIR um código alfa-numérico especial é usado para descrever antenas quadrante. Na sua forma mais geral, a antena é denotado por HQ n / h , onde: H polarização horizontal da antena Q tipo quadrante n o número de dipolos empilhados verticalmente h altura do menor dipolo acima do solo em comprimentos de onda na freqüência de projeto Quadrante antenas consistem de dipolos dobrados horizontais, o ângulo de inclinação do que pode variar de 60 ° a 90 ° com a consideração da horizontal padrão característico (desvio permitido de ser perfeito padrão onmi) necessário. É óbvio que os dipolos simples não pode ser operado ao longo de todo o espectro de transmissão de ondas curtas, embora o "esbeltez", isto é, a razão entre o comprimento do dipolo de diâmetro dipolo equivalente é seleccionado para os melhores características de banda larga e o dipolo é realizado como um multi-fio aberto gaiola. State-of-the-art design permite antenas quadrante a ser operado ao longo da faixa de freqüência, cobrindo duas bandas de frequência adjacentes fora do espectro de radiodifusão em ondas curtas, conforme definido pela WARC '92 alocações sob consideração de projeto padrão transmissor de ondas curtas. Este espectro é gerado por:

foto quadrante antena


Segurança contra efeitos corona, aquecimento inadmissível ea capacidade VSWR sobre a faixa de freqüência selecionada de operação é garantida pela escolha de um diâmetro do fio apropriado considerar as forças mecânicas, devido ao vento e cargas de gelo, comprimento do vão e peso. Uma vez que o diâmetro dos fios é fixa, o número de fios que formam a gaiola e o próprio diâmetro gaiola são determinados em um cálculo para a frente. A altura do menor dipolo acima do solo, em comprimentos de onda com os resultados de frequência de criação da escolha da vertical características do padrão, como mostrado por um dipolo horizontal, no plano da bissectriz e pode ser usado para dar prioridade às áreas de cobertura diferentes. Além disso, o gráfico mostra que para a transmissão perto de gama, o que requer radiação ângulo elevado a altura da suspensão da antena acima do solo não deve ser maior do que 0,4 λ e por razões de o ganho da antena não inferior a 0,25 λ. Se, além disso, o efeito da condutividade do solo é considerado, que pode mudar com a estação recomendamos uma altura de suspensão de 0,3 λ, a fim de evitar a criação de uma blindagem de terra. No caso de dois programas de rádio estão a ser transmitidos, em simultâneo, dois quadrantes antenas são necessárias ea distância mútua destas antenas deve ser inferior a 150 m. . (Nota: operação diplex de uma antena quadrante só, não é recomendado para um projeto padrão) > From operação de longo prazo das estações emissoras de ondas curtas, para distâncias de curto e médio alcance, podemos concluir que uma antena quadrante deve ser visto como uma seleção perfeita, pelas seguintes razões:



imagine diagrama de radiação vertical





  • desempenho e manutenção simples
  • capacidade de alta potência (potência da portadora até 500 kW)
  • ouvintes se acostumar com uma freqüência de operação
  • serviço confiável fieldstrength independente do dia
  • registros de longo prazo mostram uma cobertura de até 1300 km (com potência de portadora 500 kW)
vertical da imagem padrão / radiação horizontal
Padrão de radiação vertical e horizontal para faixa de freqüência inferior e superior

(Descrição de Jürgen Reiche courteousy, Thomcast GmbH)

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970 NOTICIAS


Quarta-Feira, 12 de Fevereiro de 2014 @ 09:23

Congresso estadual da Abraço reúne 80 rádios em Pernambuco


Olinda – Evento foi realizado no último final de semana em Olinda


A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária –  ABRAÇO Nacional, realizou no último final de semana, o 2º Congresso Estadual das Rádios Comunitárias. O evento ocorreu no hotel Costeiro, em Olinda e reuniu oitenta emissoras comunitárias do estado do Pernambuco. O congresso teve a discussão de uma extensa pauta de reivindicações dos representantes das rádios comunitárias. 
 
Durante o congresso, foram aprovadas diversas deliberações que constarão no documento a ser encaminhado para aprovação no encontro nacional da categoria. Os radiocomunicadores passaram os dias 7, 8 e 9 debatendo sobre o financiamento público para as emissoras comunitárias, legislação e outorga, licença do Ministério das Comunicações que autoriza o funcionamento das emissoras  .
 
Dentre os convidados que debateram os temas na plenária do congresso, o Professor José Mário Austragésilo apresentou aos participantes sua  tese baseada em uma pesquisa sobre o atual perfil das emissoras no estado, como estão estruturadas e como funcionam. O agente administrativo do Ministério das comunicações, Joeides Pereira também levou para o congresso informações sobre  como encaminhar ou renovar a outorga, cessão do Minicom que permite o funcionamento de um veículo de comunicação.
 
Também estiveram presentes no congresso dos radiocomunicadores, o senador Armando Monteiro e o deputado federal Jorge Corte  Real, que se comprometeram em fortalecer o coro dos parlamentares que lutam pela aprovação do projeto de lei da deputada  Luciana Santos, PC do B, que visa regulamentar o financiamento público para as emissoras comunitárias. Também marcaram presença no encontro  os Secretários municipais de Olinda Elcio Guimarães, de comunicação e Luciano Moura, de Governo, além do vereador Marcelo Santa Cruz.
 
O congresso dos radialistas comunitários foi encerrado no domingo (11), com a participação de Guido Bianchi presidente da Empresa Pernambucana de Comunicação que falou sobre as semelhanças entre as emissoras públicas e as rádios comunitárias que possuem a mesma vocação socioeducativa. Em seguida foram eleitos os delegados que representarão Pernambuco no Congresso Nacional da Categoria, que deve acontecer no segundo semestre deste ano.
 
Com informações da Abraço

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

RODELÃO6970 2014

ICOM LANÇA SEU NOVO RADIO O ID-5100 D-STAR DUAL BAND



Icom acaba de anunciar detalhes do novo ID- 5100 dual band D -STAR móvel. Como com a mais recente gama de produtos da Icom , este novo modelo tem um projeto de nova geração e variedade de recursos, incluindo , ágil LCD grande tela de toque , conectividade Bluetooth e segundo controle estação através de um dispositivo Android * .Recursos Planejados• Grande, sensível tela de toque LCD• unidade opcional UT -133 Bluetooth permite a conexão de acessórios de áudio e conexão terminal Android ( CI- V via perfil Bluetooth SPP ) .• Opcional VS- 3 Bluetooth microfone auricular pingente tem ajuste de volume , botões PTT e três botões programáveis. 

Acessórios de áudio de terceiros Bluetooth também pode ser compatível ( não garantido ) .• aplicação RS- MS1A Android será um livre para usar download. Ele controla a rádio para operação no modo DR , trocando mensagens de texto / imagens e mostrando a localização GPS ao longo do Google Maps.• VHF e UHF unidades independentes ( VV / UU capaz) para 50W de saída• modo de DR (Enhanced também incluem repetidores analógicos )• Adicionado " Perto Repeater Scan" em DR função de digitalização• D -Plus refletor usabilidade ( pode selecionar " refletor " no campo TO )• DV Dual Watch para , simultaneamente, à espera em dois fluxos de voz DV ( decodifica apenas uma)• botão Home (o mesmo que ID -51 função)• melhorias D- PRS ( detalhes a serem anunciados )• 1000 canais de memória• Built-in motor de GPS ( dentro do controlador , não há antena possível EXT)• ESN (Electronic Serial Number ) / Slot para cartão SD ( na unidade principal caixa-preta ) .• New HM -207 Microfone de controle é fornecido como padrão.• Outros Recursos
o Wideband receber ( 118- 137MHz recebe (AM), 137-174/375-550MHz apenas)
o Antena RX diversidade ( segundo conector de antena )
o TNC/9600bps modem conectividade
o DTMF decodificar (e controle de mini- repetidor )

RODELÃ6970 2014

HC2AO
HC2AO



QTH em Nobol proprietário Alberto, HC2AQ
Fotos com alguns dos meus amigos:
Alfredo, HC2SL Long time Equador OP CW só muito de alta velocidade conhecido como Sapo Loco "Crazy Sapo"



Tobias DH1TW / AL1O Um grande engenheiro e antena designer e meu irmão mais novo alemão bem


Irina, WA4WHX Alberto, HC2AQ Sonia, HC2BG Vlad (Eu não consigo lembrar seu chamado .... ah ... UA4WHX)
Breve visita de Vlad para o Equador ... Não vamos esquecer o tênis de corrida, o homem



Alberto, HC2AQ
Aqui estamos prestes a levantar o danado 160 vertical que nunca trabalhou BTW ainda foi divertido

Tony, HC2AC / KF6ZWD Uncle Walt, W7SE
Caras sérios ensinando um novato ou seja me como falar Inglês adequada sem o uso de palavras-F com muita freqüência

Alexander, RA1AGL após (ou durante) ARRL SSB 2013
Isso aconteceu enquanto o concurso estava acontecendo, mas era quente e chato para que escapuliu

Equipe hd2a em ARRL SSB 2013
(LR) Alexander, RA1AGL Elena, RC5A
Alberto, HC2AQ Alexey, HC2AO
Shelley K7MKL/HC2UB Jack W6NF / HC2UA


Alberto, HC2AQ Yuri, VE3DZ Alex, HC2AO no lugar de HC2AQ


Serge, R4WAA (HC2TWA) Alex, HC2AO em hd2a


RODELÃO6970










Postagem em destaque

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Configurações transmissor largura de banda para ESSB O gráfico a seguir é uma referência para aqueles que precisam para criarem a sua largu...