quinta-feira, 21 de novembro de 2013

RODELÃO6970



EA3AER Espanha bandeira Espanha 




  
Meu sistema de antena:
2 Torres 10,5 mtrs alta
KLM 4 elementos tri-banda
Rotary dipolo para 40 mtrs OB1-40
L invertido para 40/80/160 mtrs (50 mtrs de comprimento). Sintonizado com Militar Antena Turner ELMER SP-1127
6 mtrs. fibra de vidro verticais
Entrar Perodic 50Mhz a 2 Ghz
Discone Antenna
 
Vista interna ELMER Antena sintonizador
Meu Collins ART-13

MINHA COLEÇÃO:
MILITAR & MARINE ----------------------------------------------- RADIOS AMADORES ----------------------------------------- RECEIVERS ------ ------------------------------- AMPLIFIERS
COLLINS ART-13 e BC-348-Q ----------------------------------- MULTI Elmac AF-68 & PMR-8 ------------------------- RCA RADIOLA ------------------- -------------- COLLINS 30L1
AN/GRC-9--------------------------------------------- ----------------- Geloso G-222 e G4/214------------------------- ------- EDDYSTONE 690----------- ----------------- KENWOOD TL-922
RT-834 AN/GRC-106C------------------------------------------ ---- DRAKE TR4 -------------------------------------------- ------ COLLINS 51S-1
RACAL PRM-4031 ---------------------------------------------- ----- DRAKE T4X-R4 LINHA ---------------------- HALLICRAFTERS SX-24 Skyraider DEFIANT
Clansman UK/PRC-320------------------------------------------ DRAKE T4XC -R4C LINHA ---------------------------------- HALLICRAFTERS SX-42
RACAL RA17L ------------------------------------------------ -------- KENWOOD TS-830S -------------------------------------- -COLLINS 51J-4
Hammarlund SP-600-JX14 ------------------------------------ COLLINS KWM2-A
MARINHEIRO R2100-T2130 ---------------------------------------------- ICOM IC-775DSP
HRM CERES II ----------------------------------------------- ---------- ICOM IC-7000
HRM ÁRIES ------------------------------------------------ ------------ YAESU FT-857D
Radiomar DEIMOS
BARRET 550
CODAN 8528

COLLINS KWM2-A com 30L1 - 312B-4 e 180S-1
Drake T4XC-R4C com DDS R-4C fabricados por Felipe Carcereny


 
 


AN/GRC-106A

RACAL SISTEMA PRM-4031 com amplificador LINEAL 400W (debaixo da mesa)

Hallirafters SX-24 Skyrider Defiant


Minha pequena Transciter para AM e CW multi Elmac AF-68


 


Geloso LINHA G4/214 RECEPTOR G-222 TRANSMISSOR




Muitas vezes eu transmitir do meu trabalho. A bordo de um rebocador "WILLY-T", em Barcelona.

 
Neste caso, eu uso o equipamento de bordo ou alguém dos meus equipamentos. As antenas para limitações de espaço tem o hábito de ser vertical ou tunedwires.


 


CODAN 8528 meu último brinquedo para MARÍTIMA MOBIL OPERAÇÃO


Em Tug Boat, no brigde, operando os modos digitais por rádio HF MARINHEIRO CU5100.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

RODELÃO6970 SOLIDARIEDADE


CORRENTE DE MOBILIZAÇÃO EM PRO DO AMIGO PAULO QUEBEC - PY7PQ






  Prezados amigos radioamadores, o motivo deste é para solicitar uma ajuda para o amigo radioamador , PAULO ADJAILSON que carinhosamente chamamos de PAULO QUEBEC - PY7PQ.



          


O MESMO SOFREU UMA ACIDENTE QUANDO IA DE CARONA BA BULÉIA DO CAMINHÃO PARA CIDADE DE CARUARU, EM UMA DETERMINADA LOCALIDADE DESCENDO UMA LADEIRA AO CRUZAR POR UMA CARRETA, POR INFELICIDADE UM PNEU LARGOU-SE E O ATINGIU. PAULO INFORMA QUE SO LEMBRA DO MOMENTO QUE PASSAVA PELA CARRETA, POIS DESMAIOU, E SE ENCONTRA NO HOSPITAL EM CARUARU, SE RECUPERANDO POIS DO ACIDENTE "FRATUROU O FÊMUR.
OS AMIGO DE PAULO ESTÃO FAZENDO UMA CORRENTE PARA AJUDAR ATRAVÉS DE DUAS CONTAS BANCÁRIAS QUE CONSTA ABAIXO:

BANCO DO BRASIL
AG. 2035-4
C.C. 34191-6
ALICE MOLLA FERREIRA ( QUEM MINISTRA ESTA CONTA É WILSON - PS7WE) CELULAR. 84 9675-2579 (TIM)


BRADESCO
AG.3211-5
C.C; 0105051-6
ANTONIO FRANCISCO MELO - PY7AM


OBS; SOLICITAMOS QUE ASSIM QUE O AMIGO FIZER DEPOSITO OU TRANSFERÊNCIA ACRESCENTE 50 CENTAVOS PARA IDENTIFICAR COMO DEPOSITO DE AJUDA.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

RODELÃ6970 TECNOLOGIA

Transístor de luz vem pronto dentro de um nanodiamante



Transístor de luz está pronto dentro de um nanodiamante

Um nanodiamante contendo uma impureza de nitrogênio comporta-se como um átomo artificial, embora muito mais estável à temperatura ambiente do que um átomo real. [Imagem: ICFO]



Transístor de luz
Para criar um processador fotônico - um processador que use luz em vez de eletricidade - é necessário substituir os transistores eletrônicos portransistores ópticos.


Usar fótons em vez de elétrons é interessante não apenas por causa da maior velocidade da luz, mas também por conta da interação mais fraca dos fótons com o ambiente, o que permite um elevado grau de integração e a realização de operações quânticas.
O feito mais recente na área foi apresentado em Julho deste ano, com um transístor óptico controlado eletricamente:
  • Transístor de luz abre caminho para processadores fotônicos
Agora, Michael Geiselmann e seus colegas do Instituto de Ciências Fotônicas, na Espanha, demonstraram que um único nanodiamante pode funcionar como um transístor de luz.
Mais importante ainda, um transístor óptico que funciona a temperatura ambiente e que pode ser controlado unicamente com luz, dispensando totalmente a eletricidade.
A equipe na verdade descobriu um novo mecanismo físico, que controla a forma como o nanodiamante interage com a luz.
Transístor de luz está pronto dentro de um nanodiamante
Estruturas conhecidas como vacâncias de nitrogênio permitem que nanocristais de diamante funcionem como um depósito de qubits de estado sólido. [Imagem: Cortesia Element Six]
Transístor óptico
A "chave óptica" entra em seu estado ligado quando o nanodiamante é atravessado por um laser verde.
Basta disparar sobre ele um outro feixe de luz na faixa do infravermelho próximo para que a chave desligue-se imediatamente, parando de "conduzir" a luz verde.
Com base neste conceito simples, o grupo foi capaz de modular o transístor óptico em velocidades extremamente altas, demonstrando sua robustez e viabilidade para o processamento de informações.
O feito também terá aplicações imediatas nas pesquisas que tentam fabricar computadores quânticos porque o grupo estava trabalhando com nanodiamantes que contêm defeitos conhecidos como "vacâncias de nitrogênio".
As vacâncias de nitrogênio estão entre os tipos mais promissores de qubits - os bits individuais dos computadores quânticos.
Um nanodiamante contendo uma impureza de nitrogênio comporta-se como um átomo artificial, embora muito mais estável à temperatura ambiente do que um átomo real, por estar encapsulado e totalmente protegido no interior do cristal de diamante.

RODELÃO6970 RÁDIO AM

Rádio de cara nova e voz de cristal.




Brasília – Começou a contagem regressiva para a migração do rádio AM para o espectro da FM. Decreto neste sentido foi publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira. O documento foi assinado  no dia anterior pela presidenta Dilma Rousseff, em homenagem ao Dia do Radialista. O decreto contém as regras para a migração das rádios. Um dos requisitos para que a emissora seja apta a realizar a migração é estar em dia com tributos federais, estaduais e municipais, com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, além de não ter débitos com a Justiça Trabalhista.

Um dos pontos que ainda não ficou claro é o custo da concessão de FM que o radiodifusor terá de arcar. O decreto explica apenas que o pagamento do valor correspondente à outorga será efetuado em parcela única e corresponderá à diferença entre os preços mínimos de outorga estipulados pelo Ministério das Comunicações para cada tipo de serviço e grupo de enquadramento, referente à respectiva localidade.
wilson dias / abr
Dilma recebe camiseta presenteada por dirigentes da Abratel e diz nas redes sociais que cresceu ouvindo novelas no rádio
Dilma recebe camiseta presenteada por dirigentes da Abratel e diz nas redes sociais que cresceu ouvindo novelas no rádio
Antes da cerimônia, na conta no Twitter, Dilma escreveu que a migração das rádios AM para FM significará mais qualidade de transmissão com menos ruídos e interferências, permitindo às emissoras de rádio ampliar a audiência. “Sou fã de rádio. Cresci ouvindo radionovelas e por muito tempo testemunhei como o rádio foi o eixo da integração da cultura e da identidade nacional.”

Durante a cerimônia de assinatura do decreto, o ministro Paulo Bernardo ressaltou que as emissoras interessadas na migração poderão protocolar o pedido a partir de janeiro. Porém, elas terão um ano para decidir pela migração ou não. A partir da publicação do decreto, o Ministério das Comunicações não vai mais conceder outorgas de Ondas Médias, podendo apenas renovar ou fazer a transferência no quadro societário para rádios que irão fazer a adaptação da outorga. O decreto informa que o governo poderá autorizar, por até cinco anos, a transmissão simultânea do sinal em FM e AM, findo o qual o canal de ondas médias será devolvido à União.

Popularização


O decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff é uma iniciativa que só vai melhorar a qualidade da radiodifusão brasileira, afirma Eduardo Ribeiro, do Movimento Landell de Moura. Para ele, a partir de agora, as rádios AM, que são companheiras de grande parte dos brasileiros, vão poder ser mais populares e ter alcance ainda maior, por meio da internet e de aparelhos celulares. “O Brasil tem uma relação especial com o rádio, já que foi o padre brasileiro Roberto Landell de Moura o primeiro a fazer uma transmissão pública da voz humana, testemunhada pela imprensa. Então, a medida ganha maior importância”, diz Ribeiro.

Ele lembra que o rádio é o veículo mais democrático e de maior alcance em um país com o tamanho e as características do Brasil. “Essa medida só vai engrandecer uma plataforma que é a que mais fácil chega à casa dos brasileiros”, explica.

Eduardo Ribeiro acredita que a maior parte das 1.794 emissoras nacionais que operam atualmente na frequência de AM vai fazer a migração para a faixa FM no prazo máximo de um ano, definido pelo governo. “O ganho é muito significativo. A qualidade do som AM nas cidades é horrível, por causa das interferências. A questão de custos operacionais e de manutenção técnica também fica mais fácil. E as rádios não perdem seu alcance nacional”.

Ele destaca que apesar de ser a plataforma mais democrática, o rádio é o veículo que tem as maiores dificuldades financeiras, já que a publicidade neste meio é uma da mais baratas entre todos os veículos. Por isso, o governo está propondo financiar o custo da migração a juros abaixo dos cobrados pelo mercado.

História de transformação


A migração dá um novo impulso ao rádio AM, meio de comunicação que revolucionou as comunicações do Brasil no início do século passado. De acordo com os registros históricos, o dia 7 de setembro de 1922 marcou a primeira transmissão de rádio no país que ocorreu simultaneamente à exposição internacional em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa.

O discurso do presidente, em meio ao clima festivo do evento, abriu a programação da exposição, tornada possível por meio de um transmissor de 500 watts, fornecido pela empresa norte-americana Westinghouse e instalado no alto do Corcovado. Apenas 80 receptores espalhados no Rio, em Niterói e em Petrópolis acompanharam a transmissão experimental, que teve ainda música clássica - incluindo a ópera O Guarani, de Carlos Gomes - durante toda a abertura da exposição.

À frente da iniciativa estava o cientista e educador, Edgar Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão brasileira. “Segundo o depoimento do próprio Roquette, praticamente ninguém ouviu nada da transmissão, porque o barulho da exposição era muito grande”, conta o historiador Milton Teixeira. “Os alto-falantes eram relativamente fracos, mas mesmo assim causou uma certa sensação a transmissão do discurso do presidente Epitácio Pessoa e das primeiras músicas”, diz.


Apesar da transmissão no Rio, o início efetivo e regular das transmissões do rádio ocorreu somente no ano seguinte, mais uma vez graças ao esforço de Roquette Pinto. Ele tentou, em vão, convencer o governo a comprar os equipamentos da Westinghouse, que permitiram a transmissão experimental. A aquisição foi feita pela Academia Brasileira de Ciências, e assim entrou no ar, em 20 de abril de 1923, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

A emissora pioneira

é a atual Rádio MEC, que foi doada pelo próprio Roquette Pinto ao Ministério da Educação em 1936. Nesse ano, também foi fundada, a princípio como emissora privada, a Rádio Nacional, que seria incorporada ao patrimônio da União na década de 40.

Governo garante apoio a processo de migração

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu apoio do governo no processo de migração. “Durante certo tempo, permitiremos que se transmita tanto em AM quanto em FM, possibilitando também a migração de audiência.” Segundo ele, a faixa de frequência  em que hoje operam as rádios FM comporta as emissoras que migrarão. 



Apenas nas grandes cidades, onde não há espectro disponível, as novas FMs serão alocadas nas faixas 5 e 6 de televisão, que serão liberadas com a digitalização da TV analógica. O plano de transição para o rádio deve ser divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nos próximos meses. O ministro disse que até o próximo ano o governo e a indústria irão tratar da fabricação de novos equipamentos adaptados para a mudança de faixa, no caso das emissoras que migrarão para os canais de VHF.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

RODELÃO6970 RADIODIFUSÃO AM UMA NOVA FASE EM FM


Para rádios pequenas, mudança pode ser questão de sobrevivência

Enquanto algumas rádios veem a migração como forma de se manter, outras ficarão na AM de olho na abrangência





Embora estejam em decadência, as rádios AM têm abrangência considerável. Tanto que, nas viagens pelo interior do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, da presidente Dilma Rousseff, o Palácio do Planalto organiza entrevistas para rádios, especialmente AM. No interior, a AM ainda mantém um público ouvinte fiel, ainda que em processo de redução, resultado de uma experiência de quase um século de transmissões.
A primeira AM a atuar no País foi a Rádio Roquette-Pinto, do Rio de Janeiro, em 1923. Nas décadas seguintes, as lendárias rádios Nacional e Tupi tiveram seus programas sintonizados em quase todo o território brasileiro, fazendo, por exemplo, que clubes do futebol carioca tivessem torcidas em todos os Estados. A chegada da TV e a migração dos artistas da radionovela para a nova mídia, nos anos 50, não aposentou a AM.
Caberá às emissoras colocar tudo na ponta do lápis - audiência, qualidade de sinal, cobertura - para decidir sobre a migração. Enquanto algumas rádios veem na medida uma forma de sobrevivência, outras, que dependem de um sinal que atinja mais municípios, ainda que em baixa qualidade, como na Amazônia, podem optar por permanecer em AM, por exemplo.
"Emissoras que têm cobertura muito grande não vão querer migrar, vão querer ficar do jeito que estão. Acredito que a medida vai ser uma redenção para empresas pequenas de alcance local, que estão perdendo qualidade, receita e audiência", afirma o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. No entanto, ele prevê que a maioria dos radiodifusores escolha fazer a mudança.
Um deles é Jorge Moisés Filho, um dos donos da Rádio Cidade de Vitória, no Maranhão. Apesar de alcançar 42 municípios com sua programação, Filho responde sem pestanejar que vai optar pela migração. "Não temos condições de continuar no AM. A audiência caiu muito, a manutenção é caríssima", afirma. "Há muitas emissoras que foram desativadas; conheço umas 15."
Com muita interferência, baixa qualidade de sinal e poucos anunciantes, a rádio, que existe desde 1991, vê no novo decreto uma solução, embora ainda não possa mensurar quais vão ser os gastos. "Não sei mesmo quanto vai custar; isso aí a gente vai ter de ver", afirmou.
Moisés Filho, no entanto, anima-se com a possibilidade de poder, finalmente, alcançar os dispositivos móveis. "Essa juventude quer interagir, participar, quer que a rádio pegue no seu celular. Eles abandonaram a rádio AM", afirma.
Para Slaviero, da Abert, esse é o meio no qual os radiodifusores devem ficar de olho: "Os números indicam que os grande receptores de rádio não serão nem os fixos, de residências, nem de automóveis, mas sim os celulares. Afinal, são 240 milhões no País".

RODELÃO6970 O RÁDIO AM



Rádios AM devem migrar para faixa FM


Decreto autorizando mudança será assinado na quinta-feira; migração é opcional, mas, para governo, maior parte das emissoras fará a troca




SÃO PAULO e BRASÍLIA / O Dia do Radialista, comemorado no dia 7 de novembro, terá este ano um sabor especial. Nessa data, a presidente Dilma Rousseff vai receber donos de rádios no Palácio do Planalto para assinar o decreto que permite às emissoras AM migrar para a faixa FM, atendendo a uma demanda antiga do setor.
A mudança, que será opcional, tem por objetivo dar um novo fôlego às rádios AM, prejudicadas com o aumento de ruídos e muitas interferências em suas transmissões. Enquanto isso, as rádios FM, que desde os anos 80 sempre tiveram maior aceitação entre os públicos mais jovens, passaram a ganhar mais espaço. Mesmo sem o grande alcance das AM, as FM apresentam sinais mais limpos e também podem ser sintonizadas por dispositivos móveis

"As emissoras de rádio AM vêm perdendo competitividade por causa da interferência no seu sinal. Essa é uma questão física: o meio de propagação desse tipo de onda é muito suscetível a ruídos, prédios, energia elétrica, barulho de carros", afirma Daniel Slaviero, presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Para Hilton Alexandre, presidente da Associação de Emissoras de Rádio e TV do Estado do Rio de Janeiro (Aerj), "é uma questão de sobrevivência". "Há uma queda gradativa: os jovens não conhecem a AM nem a aceitam, porque a qualidade de áudio é muito ruim. E as pequenas emissoras estão sendo engolidas, porque não conseguem mais fazer audiência", afirma ele, que desde 2009 pleiteia a migração, juntamente com outros radiodifusores.
A mudança será possibilitada com a transferência de emissoras de TV do analógico para o digital. Os canais 5 e 6 VHF devem ficar vagos em 2015, quando a TV analógica for de fato desativada. Em cidades onde a faixa FM praticamente não comporta mais rádios, como em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as emissoras AM serão alocadas nos canais de televisão recém desocupados, chamados de "faixa estendida". Onde o FM não estiver saturado, as rádios serão alocadas na própria faixa já existente.
Convertida para rádio, a frequência dos canais 5 e 6 da TV irá de 76 a 88 MHz, tornando-os "vizinhos" da atual faixa FM, que opera de 88 a 108 MHz (veja quadro). O novo espectro do FM obrigará a indústria a produzir aparelhos de rádio que consigam sintonizar a nova faixa. Por isso, diz o presidente da Abert, haverá um prazo de adaptação de cinco anos, em que o radiodifusor poderá realizar transmissão simultânea em AM e FM.
Neste primeiro momento, os canais desativados da AM não despertam interesse do governo ou do mercado. "Por enquanto, a faixa ficará sem uso, até desenvolvermos uma tecnologia para aproveitar esse espaço", diz o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Ele afirma que foram feitos testes para averiguar se a digitalização, que já ocorre no FM, seria uma solução para os percalços do AM. No entanto, afirma, os resultados não foram satisfatórios. Novos testes, porém, ainda serão realizados, diz.
Custos. A mudança para o FM é opcional, porém onerosa. Os radiodifusores terão de pagar por uma nova outorga, de FM, o que será custoso. Além disso, terão de adquirir equipamentos condizentes com a nova tecnologia. "Será necessário comprar uma nova antena e um novo transmissor, o que vai ficar por volta de R$ 70 mil a R$ 80 mil", diz Slaviero. A Abert estima, apenas com os aparelhos, um gasto de R$ 115 milhões para o setor.
Também podem entrar na conta gastos logísticos, uma vez que, enquanto os transmissores de AM precisam estar alocados em um lugar plano, os de FM costumam ficar em lugares altos, como no topo de prédios. Os gastos de energia e manutenção, contudo, são bem menores em rádios FM.
Segundo a Abert e o Ministério das Comunicações, as rádios AM que optarem pela migração ocuparão na faixa FM um espaço correlato, sem perder potência. "Ela vai ter o mesmo alcance que tinha com o AM", diz o ministro, se referindo ao raio de abrangência principal da rádio, conforme estabelecido pela outorga.
Porém, as rádios perderão a amplitude geral de sua cobertura, uma vez que a AM tem um alcance maior que a FM. Uma rádio que opera na capital paulista pode, por exemplo, "pegar" no litoral, ainda que com sinal de baixa qualidade. "Se a emissora cobria dez municípios, dificilmente vai continuar assim", diz Ronald Siqueira, engenheiro da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET).

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

RODELÃ6970 INFORMA




Olá amigos A Rádio 6970 Informa

Vejam o que está na pauta da Câmara, nesta quarta-feira:


Os aparelhos próprios para radioamadorismo, quando importados ou adquiridos por radioamador habilitado e participante da Rede Nacional de Emergência de Radioamadores (Rener) poderão ser adquiridos com isenção do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Hoje, a Comissão de Integração Nacional da Câmara pode votar, em caráter terminativo.




  RADIOAMADORISMO NO BRASIL E NO MUNDO




O radioamadorismo no Brasil teve início no ano de 1909 e o primeiro radioamador brasileiro foi LÍVIO GOMES MOREIRA. Ele era telegrafista do então DCT/SP - Departamento de Correios e Telégrafos Paulista e tinha seu indicativo SB-2IG mais tarde com seu novo prefixo de PY5AG. O segundo radioamador brasileiro também foi de São Paulo e chamava-se LEONARDO YANCI JUNIOR, com o indicativo SB2-SP; ele era Engenheiro e residia a Rua Frei Caneca N.º 22, sendo este o primeiro radioamador brasileiro a ser citado nas revistas estrangeiras especializadas. A primeira mulher radioamadora do mundo foi ALICE MCCONAUGHY, de Ohio, EUA, com o indicativo W8-EZ. O Radioamadorismo tem por objetivo a comunicação destinada ao conhecimento próprio, a investigação técnica, levado a efeito por amadores devidamente autorizados, interessados na radiotécnica a título pessoal, que não visam qualquer benefício pecuniário ou comercial. 

RODELÃO6970 RÁDIO AM


Rádios AMs já planejam migração para FM após liberação.


Diversas rádios AMs espalhadas pelo Brasil já estão se preparando para passar a operar no dial FM, após a publicação do decreto que permite a migração das AMs para o espectro FM. A expectativa é que o decreto seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 7 de novembro, quando é comemorado oficialmente o Dia do Radialista. 



Um dos exemplos de rádios que já estão se preparando para operar em novo espectro é a rádio São Francisco AM 1490 de Penedo, cidade histórica do interior de Alagoas, com quase 70 mil habitantes. A emissora já conta com estrutura pronta para poder transmitir sua programação em um novo canal FM. Devido ao dial FM, é provável que a migração da região aconteça imediatamente, já que será possível a acomodação no dial atual. 



O deputado federal Sandro Alex, que é relator do projeto de migração, disse, em entrevista à CBN AM 1340 de Cascavel no início de outubro que a migração será importante para as emissoras que operam em AM. “Se faz uma justiça com essas emissoras, que ao longo de 90 anos, contribuíram com o desenvolvimento e a integração do Brasil”, ressaltou o deputado. 

Ele ressaltou que o decreto terá todos os detalhes para a migração, de como será feito, quais as regiões que poderão fazer a migração imediatamente e quais terão que esperar o apagão digital. Como exemplo, citou as cidades de Cascavel, Maringá, Londrina e Ponta Grossa como as cidades paranaenses que poderão ter a migração imediata das AMs. 

Várias outras emissoras AMs também já anunciaram o desejo de migração assim que for possível. Vale ressaltar que, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a migração não será obrigatória para todas as rádios. Além disso, as emissoras que estão em regiões com dial FM congestionado, como São Paulo e Rio de Janeiro, a migração será realizada após o desligamento da TV analógica, que vai liberar os canais 5 e 6, que correspondem a faixa de 76 FM a 87 FM, a chamada faixa estendida.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

RODELÃO6970 INFORMA

ANATEL TERÁ NOVAS ESTAÇÕES DE MONITORAMENTO DO HF



Estações estarão integradas com congêneres das Forças Armadas e cobrirão boa parte do território nacional. LABRE foi citada em minuta da ANATEL


A ANATEL abriu no último dia 10 de outubro de 2013 uma pesquisa de preços para a “aquisição de estações para a monitoração do espectro radioelétrico e radiolocalização em LF, MF e HF, serviços de montagem, instalação e integração, treinamento e garantia de pleno funcionamento do sistema”.

Segundo a minuta serão 4 estações completas aptas ao monitoramento dos

30 kHz aos 30 MHz munidas de antenas especializadas, demoduladores, SDRs, “radiogoniometria utilizando técnicas de múltiplos sítios e sítios únicos” com “super-resolução, permitindo a localização independente de múltiplos emissores operando simultaneamente numa mesma frequência, adequada portanto nas faixas de uso compartilhado”, operação multiusuário integrada em rede “permitindo o compartilhamento dos recursos por todas as representações regionais da Anatel e por entidades conveniadas”.

As estações estarão localizadas nas regiões Sul, Centro Oeste, Norte e Nordeste, em instalações dedicadas. Suas localizações foram projetadas tendo em vista a integração com outras estações monitoras existentes das Forças Armadas, provendo melhor cobertura e maior precisão no território nacional.

A aquisição faz parte do esforço da ANATEL para cumprir exigências de gestão e controle espectral devido demandas provocadas pelos Grandes Eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Após os eventos, as estações e o pessoal treinado serão um legado nacional material, técnico e intelectual para seguir com os trabalhos de monitoramento espectral e fiscalização.

A LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, através do GDE – Grupo ad-hoc de Defesa Espectral, participou de todas consultas públicas sobre aquisição das estações monitoras oficiais relevantes ao serviço. Nesta ocasião a ANATEL citou na minuta argumentos e denúncias da LABRE para fortalecimento do monitoramento no Brasil:


"A Consulta Pública n° 07 de 2013, sobre aquisição do Sistema de Monitoramento do Espectro em VHF, UHF e SHF, recebeu contribuição da LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, cuja justificativa cita o seguinte: ‘A LABRE manifesta preocupação com as recentes minutas referentes às aquisições de equipamentos para monitoramento que não contemplem também as frequências baixas, neste caso aquelas abaixo dos 30 MHz, atingindo o HF – MF - LF. Estes segmentos são de importância para execução de comunicações militares, do setor aéreo, utilitárias, radiodifusão, radioamadores em apoio às comunicações emergenciais (RENER – Rede Nacional de Emergência dos Radioamadores), etc. Tecnologias PLC (Power Line Communication)– mesmo na modalidade Narrow Band – demandam redobrada atenção dada as características profundamente interferentes destas redes. A LABRE defende que a Anatel esteja com capacidade renovada de monitoramento também no HF-MF-LF. Considerando o legado derivado das aquisições, a redução da frequência mínima atende ao monitoramento de uma gama maior de espectro e serviços, maximizando o custo/benefício com a utilidade ampliada das aquisições. A inclusão do SSB deve-se à sua ampla utilização em frequências baixas".

Prossegue a ANATEL:


"Adicionalmente, tendo ainda em mente os objetivos estratégicos inicialmente apontados, cabe destacar que o sistema de monitoração da “International Amateur Radio Union - IARU”, organismo que trabalha junto à UIT nas discussões sobre o Serviço de Radioamador, tem detectado sistematicamente ao longo dos últimos anos, em algumas bandas do serviço, a presença de transmissões originadas no Brasil por não autorizados, o que traz repercussões negativas à imagem do país.

Preocupada com o cenário, A “Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE” - desde outubro de 2012 voltou a representar o Brasil no Sistema de Monitoramento da IARU. A missão é identificar os sinais invasores no espectro alocado ao Serviço de Radioamador, compartilhar informações com os monitores e estabelecer apoio mútuo internacional para soluções das interferências, em parceria com as administrações nacionais de telecomunicações".

"Tal iniciativa porem carece de suporte compatível por parte dos organismos oficiais, em especial em decorrência de restrições instrumentais para atuação da Agência de forma eficiente na identificação de usuários não autorizados".

"Possivelmente, os fatores que contribuem para o uso indevido do espectro são: boa propagação das ondas de rádio a longa distância, facilidade de aquisição e instalação de equipamentos transceptores e a falta de recursos para fiscalização ostensiva pelos órgãos competentes."


Sobre a utilização do HF, a ANATEL considerou:


"Verifica-se também que, mesmo com os avanços nas comunicações a longa distância via satélite, as comunicações em baixas frequências há muito vem sendo discutidas por órgãos de telecomunicações ligados ao governo de alguns países, em virtude do surgimento de novas tecnologias digitais que permitiram uma melhoria significativa na qualidade das transmissões nestas faixas de freqüências (...)"

"Além da utilização pelas forças armadas que atuarão na segurança nos Grandes Eventos, as faixas de HF e abaixo são também utilizadas como meio alternativo em caso de falha dos sistemas convencionais além de prover canais de emergência, rádio frequências específicas de uso internacional (International Distress Frequency), designadas para comunicações apenas em caso de necessidade extrema pelos órgãos aeronáutico e marítimo".

"Para tanto, é essencial que a Anatel possua recurso de monitoração e radiolocalização que garanta a operacionalidade desses sistemas de telecomunicações, e que possibilite detectar e solucionar possíveis interferências prejudiciais nas comunicações e o uso indevido do espectro nas faixas de LF/MF/HF, inclusive nas regiões onde se darão os Grandes Eventos Internacionais".

"Após os Grandes Eventos Internacionais, a solução de monitoração do espectro radioelétrico e radiolocalização em LF, MF e HF permanecerá disponível para que a Agência controle, de forma contínua e efetiva, o uso do espectro de radiofrequências".

A minuta pode ser lida na íntegra através do seguinte link:






http://tinyurl.com/anatel-monitor

Postagem em destaque

RODELÃO6970 SSB

Configurações transmissor largura de banda para ESSB O gráfico a seguir é uma referência para aqueles que precisam para criarem a sua largu...