terça-feira, 12 de novembro de 2013

RODELÃO6970 RÁDIO AM

Rádio de cara nova e voz de cristal.




Brasília – Começou a contagem regressiva para a migração do rádio AM para o espectro da FM. Decreto neste sentido foi publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira. O documento foi assinado  no dia anterior pela presidenta Dilma Rousseff, em homenagem ao Dia do Radialista. O decreto contém as regras para a migração das rádios. Um dos requisitos para que a emissora seja apta a realizar a migração é estar em dia com tributos federais, estaduais e municipais, com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, além de não ter débitos com a Justiça Trabalhista.

Um dos pontos que ainda não ficou claro é o custo da concessão de FM que o radiodifusor terá de arcar. O decreto explica apenas que o pagamento do valor correspondente à outorga será efetuado em parcela única e corresponderá à diferença entre os preços mínimos de outorga estipulados pelo Ministério das Comunicações para cada tipo de serviço e grupo de enquadramento, referente à respectiva localidade.
wilson dias / abr
Dilma recebe camiseta presenteada por dirigentes da Abratel e diz nas redes sociais que cresceu ouvindo novelas no rádio
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Antes da cerimônia, na conta no Twitter, Dilma escreveu que a migração das rádios AM para FM significará mais qualidade de transmissão com menos ruídos e interferências, permitindo às emissoras de rádio ampliar a audiência. “Sou fã de rádio. Cresci ouvindo radionovelas e por muito tempo testemunhei como o rádio foi o eixo da integração da cultura e da identidade nacional.”

Durante a cerimônia de assinatura do decreto, o ministro Paulo Bernardo ressaltou que as emissoras interessadas na migração poderão protocolar o pedido a partir de janeiro. Porém, elas terão um ano para decidir pela migração ou não. A partir da publicação do decreto, o Ministério das Comunicações não vai mais conceder outorgas de Ondas Médias, podendo apenas renovar ou fazer a transferência no quadro societário para rádios que irão fazer a adaptação da outorga. O decreto informa que o governo poderá autorizar, por até cinco anos, a transmissão simultânea do sinal em FM e AM, findo o qual o canal de ondas médias será devolvido à União.

Popularização


O decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff é uma iniciativa que só vai melhorar a qualidade da radiodifusão brasileira, afirma Eduardo Ribeiro, do Movimento Landell de Moura. Para ele, a partir de agora, as rádios AM, que são companheiras de grande parte dos brasileiros, vão poder ser mais populares e ter alcance ainda maior, por meio da internet e de aparelhos celulares. “O Brasil tem uma relação especial com o rádio, já que foi o padre brasileiro Roberto Landell de Moura o primeiro a fazer uma transmissão pública da voz humana, testemunhada pela imprensa. Então, a medida ganha maior importância”, diz Ribeiro.

Ele lembra que o rádio é o veículo mais democrático e de maior alcance em um país com o tamanho e as características do Brasil. “Essa medida só vai engrandecer uma plataforma que é a que mais fácil chega à casa dos brasileiros”, explica.

Eduardo Ribeiro acredita que a maior parte das 1.794 emissoras nacionais que operam atualmente na frequência de AM vai fazer a migração para a faixa FM no prazo máximo de um ano, definido pelo governo. “O ganho é muito significativo. A qualidade do som AM nas cidades é horrível, por causa das interferências. A questão de custos operacionais e de manutenção técnica também fica mais fácil. E as rádios não perdem seu alcance nacional”.

Ele destaca que apesar de ser a plataforma mais democrática, o rádio é o veículo que tem as maiores dificuldades financeiras, já que a publicidade neste meio é uma da mais baratas entre todos os veículos. Por isso, o governo está propondo financiar o custo da migração a juros abaixo dos cobrados pelo mercado.

História de transformação


A migração dá um novo impulso ao rádio AM, meio de comunicação que revolucionou as comunicações do Brasil no início do século passado. De acordo com os registros históricos, o dia 7 de setembro de 1922 marcou a primeira transmissão de rádio no país que ocorreu simultaneamente à exposição internacional em comemoração ao centenário da Independência do Brasil, inaugurada pelo presidente Epitácio Pessoa.

O discurso do presidente, em meio ao clima festivo do evento, abriu a programação da exposição, tornada possível por meio de um transmissor de 500 watts, fornecido pela empresa norte-americana Westinghouse e instalado no alto do Corcovado. Apenas 80 receptores espalhados no Rio, em Niterói e em Petrópolis acompanharam a transmissão experimental, que teve ainda música clássica - incluindo a ópera O Guarani, de Carlos Gomes - durante toda a abertura da exposição.

À frente da iniciativa estava o cientista e educador, Edgar Roquette Pinto, considerado o pai da radiodifusão brasileira. “Segundo o depoimento do próprio Roquette, praticamente ninguém ouviu nada da transmissão, porque o barulho da exposição era muito grande”, conta o historiador Milton Teixeira. “Os alto-falantes eram relativamente fracos, mas mesmo assim causou uma certa sensação a transmissão do discurso do presidente Epitácio Pessoa e das primeiras músicas”, diz.


Apesar da transmissão no Rio, o início efetivo e regular das transmissões do rádio ocorreu somente no ano seguinte, mais uma vez graças ao esforço de Roquette Pinto. Ele tentou, em vão, convencer o governo a comprar os equipamentos da Westinghouse, que permitiram a transmissão experimental. A aquisição foi feita pela Academia Brasileira de Ciências, e assim entrou no ar, em 20 de abril de 1923, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.

A emissora pioneira

é a atual Rádio MEC, que foi doada pelo próprio Roquette Pinto ao Ministério da Educação em 1936. Nesse ano, também foi fundada, a princípio como emissora privada, a Rádio Nacional, que seria incorporada ao patrimônio da União na década de 40.

Governo garante apoio a processo de migração

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, garantiu apoio do governo no processo de migração. “Durante certo tempo, permitiremos que se transmita tanto em AM quanto em FM, possibilitando também a migração de audiência.” Segundo ele, a faixa de frequência  em que hoje operam as rádios FM comporta as emissoras que migrarão. 



Apenas nas grandes cidades, onde não há espectro disponível, as novas FMs serão alocadas nas faixas 5 e 6 de televisão, que serão liberadas com a digitalização da TV analógica. O plano de transição para o rádio deve ser divulgado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nos próximos meses. O ministro disse que até o próximo ano o governo e a indústria irão tratar da fabricação de novos equipamentos adaptados para a mudança de faixa, no caso das emissoras que migrarão para os canais de VHF.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

RODELÃO6970 RADIODIFUSÃO AM UMA NOVA FASE EM FM


Para rádios pequenas, mudança pode ser questão de sobrevivência

Enquanto algumas rádios veem a migração como forma de se manter, outras ficarão na AM de olho na abrangência





Embora estejam em decadência, as rádios AM têm abrangência considerável. Tanto que, nas viagens pelo interior do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, da presidente Dilma Rousseff, o Palácio do Planalto organiza entrevistas para rádios, especialmente AM. No interior, a AM ainda mantém um público ouvinte fiel, ainda que em processo de redução, resultado de uma experiência de quase um século de transmissões.
A primeira AM a atuar no País foi a Rádio Roquette-Pinto, do Rio de Janeiro, em 1923. Nas décadas seguintes, as lendárias rádios Nacional e Tupi tiveram seus programas sintonizados em quase todo o território brasileiro, fazendo, por exemplo, que clubes do futebol carioca tivessem torcidas em todos os Estados. A chegada da TV e a migração dos artistas da radionovela para a nova mídia, nos anos 50, não aposentou a AM.
Caberá às emissoras colocar tudo na ponta do lápis - audiência, qualidade de sinal, cobertura - para decidir sobre a migração. Enquanto algumas rádios veem na medida uma forma de sobrevivência, outras, que dependem de um sinal que atinja mais municípios, ainda que em baixa qualidade, como na Amazônia, podem optar por permanecer em AM, por exemplo.
"Emissoras que têm cobertura muito grande não vão querer migrar, vão querer ficar do jeito que estão. Acredito que a medida vai ser uma redenção para empresas pequenas de alcance local, que estão perdendo qualidade, receita e audiência", afirma o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. No entanto, ele prevê que a maioria dos radiodifusores escolha fazer a mudança.
Um deles é Jorge Moisés Filho, um dos donos da Rádio Cidade de Vitória, no Maranhão. Apesar de alcançar 42 municípios com sua programação, Filho responde sem pestanejar que vai optar pela migração. "Não temos condições de continuar no AM. A audiência caiu muito, a manutenção é caríssima", afirma. "Há muitas emissoras que foram desativadas; conheço umas 15."
Com muita interferência, baixa qualidade de sinal e poucos anunciantes, a rádio, que existe desde 1991, vê no novo decreto uma solução, embora ainda não possa mensurar quais vão ser os gastos. "Não sei mesmo quanto vai custar; isso aí a gente vai ter de ver", afirmou.
Moisés Filho, no entanto, anima-se com a possibilidade de poder, finalmente, alcançar os dispositivos móveis. "Essa juventude quer interagir, participar, quer que a rádio pegue no seu celular. Eles abandonaram a rádio AM", afirma.
Para Slaviero, da Abert, esse é o meio no qual os radiodifusores devem ficar de olho: "Os números indicam que os grande receptores de rádio não serão nem os fixos, de residências, nem de automóveis, mas sim os celulares. Afinal, são 240 milhões no País".

RODELÃO6970 O RÁDIO AM



Rádios AM devem migrar para faixa FM


Decreto autorizando mudança será assinado na quinta-feira; migração é opcional, mas, para governo, maior parte das emissoras fará a troca




SÃO PAULO e BRASÍLIA / O Dia do Radialista, comemorado no dia 7 de novembro, terá este ano um sabor especial. Nessa data, a presidente Dilma Rousseff vai receber donos de rádios no Palácio do Planalto para assinar o decreto que permite às emissoras AM migrar para a faixa FM, atendendo a uma demanda antiga do setor.
A mudança, que será opcional, tem por objetivo dar um novo fôlego às rádios AM, prejudicadas com o aumento de ruídos e muitas interferências em suas transmissões. Enquanto isso, as rádios FM, que desde os anos 80 sempre tiveram maior aceitação entre os públicos mais jovens, passaram a ganhar mais espaço. Mesmo sem o grande alcance das AM, as FM apresentam sinais mais limpos e também podem ser sintonizadas por dispositivos móveis

"As emissoras de rádio AM vêm perdendo competitividade por causa da interferência no seu sinal. Essa é uma questão física: o meio de propagação desse tipo de onda é muito suscetível a ruídos, prédios, energia elétrica, barulho de carros", afirma Daniel Slaviero, presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).
Para Hilton Alexandre, presidente da Associação de Emissoras de Rádio e TV do Estado do Rio de Janeiro (Aerj), "é uma questão de sobrevivência". "Há uma queda gradativa: os jovens não conhecem a AM nem a aceitam, porque a qualidade de áudio é muito ruim. E as pequenas emissoras estão sendo engolidas, porque não conseguem mais fazer audiência", afirma ele, que desde 2009 pleiteia a migração, juntamente com outros radiodifusores.
A mudança será possibilitada com a transferência de emissoras de TV do analógico para o digital. Os canais 5 e 6 VHF devem ficar vagos em 2015, quando a TV analógica for de fato desativada. Em cidades onde a faixa FM praticamente não comporta mais rádios, como em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, as emissoras AM serão alocadas nos canais de televisão recém desocupados, chamados de "faixa estendida". Onde o FM não estiver saturado, as rádios serão alocadas na própria faixa já existente.
Convertida para rádio, a frequência dos canais 5 e 6 da TV irá de 76 a 88 MHz, tornando-os "vizinhos" da atual faixa FM, que opera de 88 a 108 MHz (veja quadro). O novo espectro do FM obrigará a indústria a produzir aparelhos de rádio que consigam sintonizar a nova faixa. Por isso, diz o presidente da Abert, haverá um prazo de adaptação de cinco anos, em que o radiodifusor poderá realizar transmissão simultânea em AM e FM.
Neste primeiro momento, os canais desativados da AM não despertam interesse do governo ou do mercado. "Por enquanto, a faixa ficará sem uso, até desenvolvermos uma tecnologia para aproveitar esse espaço", diz o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Ele afirma que foram feitos testes para averiguar se a digitalização, que já ocorre no FM, seria uma solução para os percalços do AM. No entanto, afirma, os resultados não foram satisfatórios. Novos testes, porém, ainda serão realizados, diz.
Custos. A mudança para o FM é opcional, porém onerosa. Os radiodifusores terão de pagar por uma nova outorga, de FM, o que será custoso. Além disso, terão de adquirir equipamentos condizentes com a nova tecnologia. "Será necessário comprar uma nova antena e um novo transmissor, o que vai ficar por volta de R$ 70 mil a R$ 80 mil", diz Slaviero. A Abert estima, apenas com os aparelhos, um gasto de R$ 115 milhões para o setor.
Também podem entrar na conta gastos logísticos, uma vez que, enquanto os transmissores de AM precisam estar alocados em um lugar plano, os de FM costumam ficar em lugares altos, como no topo de prédios. Os gastos de energia e manutenção, contudo, são bem menores em rádios FM.
Segundo a Abert e o Ministério das Comunicações, as rádios AM que optarem pela migração ocuparão na faixa FM um espaço correlato, sem perder potência. "Ela vai ter o mesmo alcance que tinha com o AM", diz o ministro, se referindo ao raio de abrangência principal da rádio, conforme estabelecido pela outorga.
Porém, as rádios perderão a amplitude geral de sua cobertura, uma vez que a AM tem um alcance maior que a FM. Uma rádio que opera na capital paulista pode, por exemplo, "pegar" no litoral, ainda que com sinal de baixa qualidade. "Se a emissora cobria dez municípios, dificilmente vai continuar assim", diz Ronald Siqueira, engenheiro da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (SET).

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

RODELÃ6970 INFORMA




Olá amigos A Rádio 6970 Informa

Vejam o que está na pauta da Câmara, nesta quarta-feira:


Os aparelhos próprios para radioamadorismo, quando importados ou adquiridos por radioamador habilitado e participante da Rede Nacional de Emergência de Radioamadores (Rener) poderão ser adquiridos com isenção do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Hoje, a Comissão de Integração Nacional da Câmara pode votar, em caráter terminativo.




  RADIOAMADORISMO NO BRASIL E NO MUNDO




O radioamadorismo no Brasil teve início no ano de 1909 e o primeiro radioamador brasileiro foi LÍVIO GOMES MOREIRA. Ele era telegrafista do então DCT/SP - Departamento de Correios e Telégrafos Paulista e tinha seu indicativo SB-2IG mais tarde com seu novo prefixo de PY5AG. O segundo radioamador brasileiro também foi de São Paulo e chamava-se LEONARDO YANCI JUNIOR, com o indicativo SB2-SP; ele era Engenheiro e residia a Rua Frei Caneca N.º 22, sendo este o primeiro radioamador brasileiro a ser citado nas revistas estrangeiras especializadas. A primeira mulher radioamadora do mundo foi ALICE MCCONAUGHY, de Ohio, EUA, com o indicativo W8-EZ. O Radioamadorismo tem por objetivo a comunicação destinada ao conhecimento próprio, a investigação técnica, levado a efeito por amadores devidamente autorizados, interessados na radiotécnica a título pessoal, que não visam qualquer benefício pecuniário ou comercial. 

RODELÃO6970 RÁDIO AM


Rádios AMs já planejam migração para FM após liberação.


Diversas rádios AMs espalhadas pelo Brasil já estão se preparando para passar a operar no dial FM, após a publicação do decreto que permite a migração das AMs para o espectro FM. A expectativa é que o decreto seja sancionado pela presidente Dilma Rousseff no dia 7 de novembro, quando é comemorado oficialmente o Dia do Radialista. 



Um dos exemplos de rádios que já estão se preparando para operar em novo espectro é a rádio São Francisco AM 1490 de Penedo, cidade histórica do interior de Alagoas, com quase 70 mil habitantes. A emissora já conta com estrutura pronta para poder transmitir sua programação em um novo canal FM. Devido ao dial FM, é provável que a migração da região aconteça imediatamente, já que será possível a acomodação no dial atual. 



O deputado federal Sandro Alex, que é relator do projeto de migração, disse, em entrevista à CBN AM 1340 de Cascavel no início de outubro que a migração será importante para as emissoras que operam em AM. “Se faz uma justiça com essas emissoras, que ao longo de 90 anos, contribuíram com o desenvolvimento e a integração do Brasil”, ressaltou o deputado. 

Ele ressaltou que o decreto terá todos os detalhes para a migração, de como será feito, quais as regiões que poderão fazer a migração imediatamente e quais terão que esperar o apagão digital. Como exemplo, citou as cidades de Cascavel, Maringá, Londrina e Ponta Grossa como as cidades paranaenses que poderão ter a migração imediata das AMs. 

Várias outras emissoras AMs também já anunciaram o desejo de migração assim que for possível. Vale ressaltar que, segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, a migração não será obrigatória para todas as rádios. Além disso, as emissoras que estão em regiões com dial FM congestionado, como São Paulo e Rio de Janeiro, a migração será realizada após o desligamento da TV analógica, que vai liberar os canais 5 e 6, que correspondem a faixa de 76 FM a 87 FM, a chamada faixa estendida.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

RODELÃO6970 INFORMA

ANATEL TERÁ NOVAS ESTAÇÕES DE MONITORAMENTO DO HF



Estações estarão integradas com congêneres das Forças Armadas e cobrirão boa parte do território nacional. LABRE foi citada em minuta da ANATEL


A ANATEL abriu no último dia 10 de outubro de 2013 uma pesquisa de preços para a “aquisição de estações para a monitoração do espectro radioelétrico e radiolocalização em LF, MF e HF, serviços de montagem, instalação e integração, treinamento e garantia de pleno funcionamento do sistema”.

Segundo a minuta serão 4 estações completas aptas ao monitoramento dos

30 kHz aos 30 MHz munidas de antenas especializadas, demoduladores, SDRs, “radiogoniometria utilizando técnicas de múltiplos sítios e sítios únicos” com “super-resolução, permitindo a localização independente de múltiplos emissores operando simultaneamente numa mesma frequência, adequada portanto nas faixas de uso compartilhado”, operação multiusuário integrada em rede “permitindo o compartilhamento dos recursos por todas as representações regionais da Anatel e por entidades conveniadas”.

As estações estarão localizadas nas regiões Sul, Centro Oeste, Norte e Nordeste, em instalações dedicadas. Suas localizações foram projetadas tendo em vista a integração com outras estações monitoras existentes das Forças Armadas, provendo melhor cobertura e maior precisão no território nacional.

A aquisição faz parte do esforço da ANATEL para cumprir exigências de gestão e controle espectral devido demandas provocadas pelos Grandes Eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas. Após os eventos, as estações e o pessoal treinado serão um legado nacional material, técnico e intelectual para seguir com os trabalhos de monitoramento espectral e fiscalização.

A LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, através do GDE – Grupo ad-hoc de Defesa Espectral, participou de todas consultas públicas sobre aquisição das estações monitoras oficiais relevantes ao serviço. Nesta ocasião a ANATEL citou na minuta argumentos e denúncias da LABRE para fortalecimento do monitoramento no Brasil:


"A Consulta Pública n° 07 de 2013, sobre aquisição do Sistema de Monitoramento do Espectro em VHF, UHF e SHF, recebeu contribuição da LABRE - Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão, cuja justificativa cita o seguinte: ‘A LABRE manifesta preocupação com as recentes minutas referentes às aquisições de equipamentos para monitoramento que não contemplem também as frequências baixas, neste caso aquelas abaixo dos 30 MHz, atingindo o HF – MF - LF. Estes segmentos são de importância para execução de comunicações militares, do setor aéreo, utilitárias, radiodifusão, radioamadores em apoio às comunicações emergenciais (RENER – Rede Nacional de Emergência dos Radioamadores), etc. Tecnologias PLC (Power Line Communication)– mesmo na modalidade Narrow Band – demandam redobrada atenção dada as características profundamente interferentes destas redes. A LABRE defende que a Anatel esteja com capacidade renovada de monitoramento também no HF-MF-LF. Considerando o legado derivado das aquisições, a redução da frequência mínima atende ao monitoramento de uma gama maior de espectro e serviços, maximizando o custo/benefício com a utilidade ampliada das aquisições. A inclusão do SSB deve-se à sua ampla utilização em frequências baixas".

Prossegue a ANATEL:


"Adicionalmente, tendo ainda em mente os objetivos estratégicos inicialmente apontados, cabe destacar que o sistema de monitoração da “International Amateur Radio Union - IARU”, organismo que trabalha junto à UIT nas discussões sobre o Serviço de Radioamador, tem detectado sistematicamente ao longo dos últimos anos, em algumas bandas do serviço, a presença de transmissões originadas no Brasil por não autorizados, o que traz repercussões negativas à imagem do país.

Preocupada com o cenário, A “Liga de Amadores Brasileiros de Rádio Emissão – LABRE” - desde outubro de 2012 voltou a representar o Brasil no Sistema de Monitoramento da IARU. A missão é identificar os sinais invasores no espectro alocado ao Serviço de Radioamador, compartilhar informações com os monitores e estabelecer apoio mútuo internacional para soluções das interferências, em parceria com as administrações nacionais de telecomunicações".

"Tal iniciativa porem carece de suporte compatível por parte dos organismos oficiais, em especial em decorrência de restrições instrumentais para atuação da Agência de forma eficiente na identificação de usuários não autorizados".

"Possivelmente, os fatores que contribuem para o uso indevido do espectro são: boa propagação das ondas de rádio a longa distância, facilidade de aquisição e instalação de equipamentos transceptores e a falta de recursos para fiscalização ostensiva pelos órgãos competentes."


Sobre a utilização do HF, a ANATEL considerou:


"Verifica-se também que, mesmo com os avanços nas comunicações a longa distância via satélite, as comunicações em baixas frequências há muito vem sendo discutidas por órgãos de telecomunicações ligados ao governo de alguns países, em virtude do surgimento de novas tecnologias digitais que permitiram uma melhoria significativa na qualidade das transmissões nestas faixas de freqüências (...)"

"Além da utilização pelas forças armadas que atuarão na segurança nos Grandes Eventos, as faixas de HF e abaixo são também utilizadas como meio alternativo em caso de falha dos sistemas convencionais além de prover canais de emergência, rádio frequências específicas de uso internacional (International Distress Frequency), designadas para comunicações apenas em caso de necessidade extrema pelos órgãos aeronáutico e marítimo".

"Para tanto, é essencial que a Anatel possua recurso de monitoração e radiolocalização que garanta a operacionalidade desses sistemas de telecomunicações, e que possibilite detectar e solucionar possíveis interferências prejudiciais nas comunicações e o uso indevido do espectro nas faixas de LF/MF/HF, inclusive nas regiões onde se darão os Grandes Eventos Internacionais".

"Após os Grandes Eventos Internacionais, a solução de monitoração do espectro radioelétrico e radiolocalização em LF, MF e HF permanecerá disponível para que a Agência controle, de forma contínua e efetiva, o uso do espectro de radiofrequências".

A minuta pode ser lida na íntegra através do seguinte link:






http://tinyurl.com/anatel-monitor

domingo, 6 de outubro de 2013

RODELÃO6970 NATUREZA



ANTENA DO VIAJANTE O CANHÃO DO NORDESTE








A VIDA DO CAMPO TEM SUAS VANTAGENS É ONDE O RADIAMADOR VIVE EM CONTATO COM A NATUREZA 






quinta-feira, 3 de outubro de 2013

RODELÃO6970 CLASSIFICADOS



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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

RODELÃO6970 POTENCIA




RODELÃO6970  LINEARES






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Nossa Flagship do produto - O 9500 Amplificador Alpha
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Leia o QST outubro 2010 revisão

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É o amplificador final
Experimente a magia de comutação de banda quase instantânea e ajuste com a Alpha 9500. Enviar a poucas dits "e os 9500 muda rapidamente bandas, músicas e cargas, colocando-o exatamente onde você quer ser, sem virar, torcer e girar o botão normalmente necessárias em um amplificador de sintonia manual. 
Rocha construiu sólida, a partir do chassis Up
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Adicione nosso feitos, o tempo comprovado transformador, Hipersil que pesa uns impressionantes 35 kg e é capaz de entregar 3.500 VA de potência para a placa do tubo a Alpha 9500 da. Cada vez que o alfa 9500 está ligado, no circuito de amplificador de tensão lê os "alimentação 'e selecciona automaticamente o bom toque de entrada do transformador, de modo sem cintas manualmente o primário, o Alfa 9500 pode ser movida a partir de um sistema de 100V a 240V, sem um sistema intervenção do operador. 
Baralho RF robusto Grande e Tanque Pi-L Rede
O Alpha 9500 utiliza a mesma plataforma RF soberbamente projetado encontrado em seu antecessor, o Alpha 87A, mas em vez dos dois 3CX800 de, a nossa selecção para este amplificador é o único 3CX1500A7/8877 alta triodo poder. Depois de cuidadosa reflexão e testes, nós sentimos que este era um robusto, tolerante a falhas, fácil de encontrar tubo que deve estar disponível por muitos anos vindouros. É a escolha para muitos dos amplificadores de ressonância magnética em uso hoje em dia, por isso há pouca chance de ser órfão como tantos dos tubos do passado. Várias fábricas em todo o mundo oferecem dezenas de milhares destes anual.
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Sob o controle do microprocessador, um serviço pesado, quatro gangues, comercialmente nominal, montagem do interruptor de cerâmica, conectada a um motor de passo robusto muda simultaneamente o circuito de correspondência de entrada e saída do circuito tanque em tandem.Tanque de saída Alpha 9500 do é construído para levar uma surra. Com o famoso pesados, prateado, feito à mão, de rede correspondente Pi-L Alpha, o Alpha 9500 irá operar em até um SWR 03:01, sem a necessidade de um sintonizador de antena externa.
Adicionar mais dois alto torque motores de passo: um para cada um dos Tune cuidadosamente escolhidos e capacitores de carga - tanto conservadora avaliado para que eles irão dar anos de bom desempenho, e você tem o que é preciso para mudar faixas, ajustar e carregar este amplificador automaticamente . O Alpha 9500 vai sentir a frequência, mudar para a banda apropriada e definições das sub-bandas, e definir a melodia ea carga capacitores para as configurações adequadas, tudo em menos de um segundo. 
Microprocessadores Mulitple controlar este amplificador
Ao invés de utilizar um único microprocessador para controlo e processamento, o Alfa 9500 utiliza cinco. Isso simplificou o ponto a ponto a fiação no Alpha 9500 para, em vez de um feixe de cabos complexo com vários conectores, que são mais propensos a falhas, o Alpha 9500 usa um simples fio 2, I2C bus microcomputador para se comunicar entre os subconjuntos, simplificando enormemente o esquema de interligação e aumentando a fiabilidade do sistema. Microprocessadores separados em muitos dos subconjuntos o único responsável para controlar e monitorar a saúde eo desempenho dessa função única, permitindo que a capacidade dos amplificadores para oferecer alto desempenho, alta potência, amplificação linear, protegendo cada subsistema de operar fora do seu envelope de operação segura .
A plataforma de computação na Alpha 9500 é responsável pela configuração do sistema, seleção de tensão 'alimentação', a contagem de freqüência, cálculos de cabos de aço, a correspondência entrada, viés de seleção cátodo, banda de comutação, auto-ajuste, e uma antena de comutação do relé. Ele monitora abastecimento de baixa tensão, tensão da placa, placa, corrente de grade, o ganho do amplificador, viés tubo, primária ou tensão "rede", e poder RF em ambas as direções simultaneamente.  
Poder precisas e medidas de cabos de aço são feitas com o alimentado separadamente, wattímetro interna, que utiliza uma variante da ponte "Bruene" para fornecer uma precisão incrível através de uma ampla faixa de freqüência e potência. Ao contrário de outros amplificadores que usam diodos imprecisos simples, o 9500 utiliza dois detectores de registro de alta qualidade para medir com precisão o poder para a frente e para trás ao mesmo tempo.
Se a plataforma de computação em sentidos um problema com qualquer uma das 10 medidas de desempenho que assiste, leva-se off-line e redefine-se. Se o Alfa 9500 detecta uma condição que pode danificar o tubo, ele viagens fora de linha, ignorando o amplificador instantaneamente para se proteger. Corrigir o problema, pressione o amplificador de potência no interruptor para reconhecer a falha, e pressione o botão on-line e você está de volta on-line instantaneamente na potência máxima.
Interessado em ligar o seu computador para a Alpha 9500? Ambas as portas RS232 e USB são fornecidos para controle remoto e diagnóstico, e com a sua linguagem de comandos de controle operacional simples, integrando-o, uma estação controlada remotamente totalmente automática é uma realidade.
Instalação simples
Além da conexão de energia (rede), existem apenas dois insumos necessários para a Alpha 9500 - O Push to Talk (PTT), eo RF IN. Todos os conectores de RF sobre o Alpha 9500 são BIRD tipo rápida tipo de mudança, SO-239, para a confiabilidade e flexibilidade. Precisa de conectores tipo N, em qualquer das posições? Remova os 4 parafusos em torno do conector SO-239, removê-lo, ligue o conector de mudança rápida do tipo N, reinstale os 4 parafusos e o trabalho é feito.
Não há necessidade de entrada ALC como amplificadores menores. A plataforma de computação micro garante que você não danificar o tubo por distorcer isso. Circuitos de correspondência de entrada separados para cada banda Amateur garante um jogo bom com qualquer saída padrão 50 ohm de seu transceptor.
Saída de RF é entregue através do próprio 4 portas switch de antena automático amplificadores. Relés de travamento controlar cada um dos quatro portos de antena, por isso a última antena que você escolheu, fica selecionado - mesmo sem poder para o amplificador.  
Orgulhosamente Artesanais nos EUA
Este amplificador é tão robusto e confiável como qualquer coisa que nós criamos. Nós compramos os melhores componentes disponíveis para o Alpha 9500. Nossa seleção rigorosa até mesmo dos componentes mais simples demonstra o compromisso que temos para oferecer o melhor, amplificador mais confiável do mundo. 
O Alpha 9500 é finamente trabalhada e é projetado e construído no Colorado, EUA, vem com um líder da indústria garantia de 4 anos no amplificador, e garantia de 1 ano no tubo, e é apoiado pela nossa equipa simpática e profissional. Nós construí-los com a mão, ajustá-los à mão, e queimá-los durante a noite na potência máxima por isso sabemos que quando você começa o seu Alpha 9500, você vai ter um amplificador que é o mais robusto, melhor construído no mundo. É fornecido em duas caixas duplas separadas com o transformador embalados separadamente por isso há pouca chance de que nada aconteça a ele no seu caminho da fábrica para a sua nova posição em seu barraco.  
Aqui está uma apresentação em flash do 9500.
O Alpha 9500 apresentação em flash é um pouco antigo, mas mostra o amplificador - por dentro e por fora. Nota: nós não enviaremos o amplificador com um tubo Eimac como representado nesta apresentação flash. Além disso, o painel de volta a produção é um pouco diferente do que é mostrado. Você pode ver a apresentação em flash AQUI
ESPECIFICAÇÕES:
Cobertura Frequency:  Todas as freqüências amadores 1,8-29,7 MHz
Potência de saída:  1500 Watts mínimos em todas as bandas serviram
3 Ordem IM:  <-30 dBc
SWR tolerância:  03:01
Alimentação da unidade:  45 - 60 Watts nominais de potência máxima a
Tubo:  3CX1500/8877 tipo de alta potência triode desempenho individual com a dissipação de placa de 1.500 watts fornece chave o desempenho em todas as faixas de freqüência, todos os modos, e todos os ciclos de trabalho. 
Refrigeração:  ar forçado de dois ventiladores
Saídas de antena:  vem com 4 x conectores PÁSSARO SO-239, mas pode ser alterado para tipo N facilmente a partir do painel traseiro, removendo os 4 parafusos.
Seleção Antena:   Interna interruptor da antena 4 portas com 1 ou 2 saídas por banda / segmento
Wattmeter calibrado: O tipo vatímetro Bruene precisão mede simultaneamente tanto poder para a frente e para trás e exibe informações sobre o fácil de ler metros gráfico de barras no painel frontal. Também usa as informações para monitorizar simultaneamente o ganho do amplificador.
Mecanismos de Proteção: HV Bloqueio e Poder intertravamento.
Modo de contornar : Há duas fontes "ON" botões no Alpha 9500. "ON1" ativa o Wattmeter e seletor de antena sem desligar o próprio amplificador, e define o amplificador no modo "manual". O amplificador é equipado com o botão "ON2".
Entrada:  Vem de fábrica com um conector BIRD SO-239, mas pode ser alterado para BIRD N Tipo facilmente a partir do painel traseiro - ordem JCX-X130
Sintonia / Banda de comutação:  automático e manual override
Alimentação:  100.120.200.220.240 VAC, 50/60 Hz, seleção automática. A 240 VAC, requer 10 ampères por perna, para um total de 20 ampères. Nota: Embora o amplificador irá operar a 100 V, a corrente eléctrica terá que ser capaz de fornecer para cima de 35 amperes.
Interface:  porta serial e USB. Capacidade de controle remoto completo.  
Proteção:  Proteção contra todas as falhas comuns.
Display:  Bar gráficos de visualização de energia, cabos de aço, grade atual, Placa de corrente, tensão Plate, e Gain - tudo ao mesmo tempo.Medidor de painel digital pode mostrar poder transmitir, placa corrente, tensão Plate, Grade da corrente, cabos de aço, tensão do filamento, e PEP de saída. 
T / R switching:  Dois GIGAVAC marca relés de vácuo, permitindo QSK (full break-in) em QRO (potência máxima).
Bypass capacidade:  1.500 Watts.
Peso: 95 lbs, montado peso 82 Lbs
Tamanho do produto:  17,5 "wx 7.5" hx 19,75 "d
Envio padrão Embalagem:  Nós enviamos o amplificador em uma caixa dupla, eo transformador em uma caixa separada.  
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